Com críticas a Silval, Pagot desconversa
candidatura de Maggi e lança “MT Pró-Ativo”
Izabela Andrade e Valdemir Roberto | Redação 24 Horas News - Redação Correio dos Municipios
O ex-diretor geral do
Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT), Luiz Antônio
Pagot (sem partido), segue afiado quando o assunto é pólítica. Começa
desconversando sobre coordenação um grupo em apoio a uma eventual candidatura
do senador Blairo Maggi (PR) ao Governo do Estado em 2014. Segundo Pagot, o
movimento “MT Pró-Ativo” – que reúne líderes do PPS, PDT e PR - não tem o cunho
eleitoral. Garante o homem forte de Maggi que a idéia é discutir melhorias para
vários setores abandonados pelo governo de Silval Barbosa (PMDB).
Braço forte do Governo do atual senador republicano, Pagot que também é
conhecido como trator, tem desenvolvido articulações junto às bases do interior
do Estado, e busca estreitar o diálogo com partidos que tiveram um destaque
razoável nas eleições passadas. Em verdade, é preciso alicerçar o grupo para
futuramente, o nome do sucessor de Silval Barbosa seja indicado - defendem
líderes do grupo. Mas por enquanto, segundo Pagot, o nome de Maggi está
fora de cogitação.
“Primeiro preciso saber qual é a intenção do senador Blairo Maggi se
realmente vai sair como candidato em 2014. Mas, independente do nome dele há
outros nomes de políticos que podem ser conversados como José Riva e Pedro
Taques”, disse.
Dentre as lideranças com quem Pagot tem mantido agenda permanente dentro
do “MT Pró-Ativo” estão os prefeitos de Rondonópolis e Lucas do Rio Verde,
Percival Muniz (PPS) e Otaviano Pivetta (PDT) – respectivamente. Também
participam das discussões o ex-prefeito do município de Água Boa, Maurição
Tonhá (PR), Adilton Sachetti (PDT) e Marino Franz, hoje filiado ao PPS, mas
cortejado pelo PSDB. Políticos, que segundo Pagot, querem o “bem” de Mato
Grosso e trabalham com o intuito de resgatar o compromisso efetivo com o
cidadão.
Pagot reforça a tese de que o grupo está disposto a discutir o futuro do
Estado e pontua setores deficitários e que não receberam a devida atenção ao
longo do Governo do PMDB, como a educação e pecuária. Para ele está claro que
todo o trabalho desenvolvido pelo então governador Blairo Maggi sequer foi
continuado por Silval Barbosa.
“Não podemos ficar só nas promessas de campanha. Veja: o governo não deu
um passo em prol da pecuária. Mato Grosso tem um grande potencial que não é e
não foi explorado. Já educação é catastrófica. Querem introduzir o Estado no
terceiro milênio, mas a educação parou no tempo. Nossas escolas e Universidades
não oferecem nada aos nossos jovens”, disparou.
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