29 de janeiro de 2013

NEM CACHORRO AGUENTA ESSE TAL DE RAYEL

O CACHORRINHO AÍ É PEQUENO, MAIS TÁ COM UMA RAIVA DESSE CARA AI, POR QUE SERÁ HEIN????????

COLUNA DO MUVUCA: O BICHO VAI PEGAR


Cadê você, Mauro mendes? Onde estás, Wallace Guimarães?


Autor: Muvuca
Especial para Correio dos Municpios

Nem Cuiabá, nem Várzea Grande. Nem Mauro Mendes, nem Wallace Guimarães tiveram a decência de colocar algum plano de emergência e ação para dar um mínimo de atendimento em relação a saúde do povo.

Em Cuiabá, especialmente na policlínica do CPAI, ontem, mais de 50 pessoas aguardavam atendimento, sem sucesso, pois havia apenas (01) médico plantonista. Tiveram que voltar pra casa com dor. Alguns se manifestaram no Face, especialmente em nossa página.

Em Várzea Grande uma mãe grávida acusa ter perdido o filho por falta de atendimento. E olha que o prefeito é médico e a mulher do prefeito, que é secretária de saúde, é médica. por lá, sequer cogitaram algum plano emergencial.

Em Cuiabá, anunciaram, para efeito midiático, um tal plano emergencial que incluía a contratação de 60 médicos, mas ficou só no blá-blá-blá. Quem diria, o patrão que dizia tudo resolver e ser o melhor administrador do mundo, só na falação política e, com o perdão do trocadilho, na felação com o povo.

Esta semana, estaremos pagando o primeiro e gordo salário dos novos Secretários e do prefeito, sem que efetivamente nada tenha saído do papel, nada tenha acontecido de prático, a não ser discursos, aumentos, taxas, viagens com o dinheiro público, arranjos políticos, manobras esquemáticas com os cargos, e coisas do gênero.

Cadê você Mauro Mendes? Cadê você secretário Kamil Fares? Cadê você Pedro Taques que indicou este Secretário inoperante?

O povo ainda está pedindo socorro!
 


Autor: Muvuca- Especial para Correio dos Municípios
O prefeito Mauro Mendes, mesmo reclamando de falta de dinheiro, levou para Brasília, às custas do dinheiro público, um grupo de secretários para bater-palmas e tirar fotos, ou seja, fazer turismo.

Ocorre que está havendo um encontro voltado para prefeitos e prefeitas com mais de 5 mil gestores de todo Brasil, e como se não bastasse ele ser mais um na multidão (Mesmo que os releases e sites 'amigos' tentem passar a imagem de exclusividade), levou os secretários de Governo, Cidades, Ação Social e outros, sem nenhuma função aparente.

Em busca pelos sites oficiais do governo federal, não há indicação de eventos voltados para secretários municipais, até porque não se pode receber mais de 100 mil secretários de todo Brasil, exclusividade essa do nosso gestor, com o nosso dinheiro.

A desculpa esfarrapada, solta num noticioso do estado, é que ele promoveria economia do dinheiro público fechando o escritório de representação em Brasília, e por isso os Secretários teriam que buscar recursos por eles mesmos.

Piada né! Com mais de 100 mil secretários municipais de todo Brasil, até parece que os ministérios atenderiam todos, se até os próprios deputados federais, com mandato popular e tudo reclamam que não são atendidos. Aliás, pra que serve a bancada federal, senão ajudar nesse intermédio, na captação de recursos, para que serve seus gabinetes e funcionários, senão para este auxílio?

Se não me engano, os 3 senadores e a maioria dos deputados federais apoiaram Mauro Mendes na campanha, há a quem recorrer, portanto! 

Essas viagens cheiram desperdício de dinheiro público, turismo extemporâneo, farra mesmo, e olha que estamos no começo de sua gestão, menos de um mês, esperamos que a crítica possa contribuir para evitar esses tropeços de um empresário deslumbrado que teve acesso exclusivo aos cofres da cidade.

Respeite nossos impostos, senhor prefeito!
Senhores baladeiros, senhores pais, autoridades...

Vamos agir de modo correto para que cenas com esta não se repitam nunca mais
Autor: Muvuca
Especial para Correio dos Municipios

Não podemos admitir nenhuma fiscalização que conceda alvará a qualquer estabelecimento noturno, especialmente boates, que tenha apenas uma porta de entrada e saída. Todos os alvarás de Cuiabá vencem no próximo dia 31, e deverão obrigatoriamente serem renovados.
O Secretário responsável em Cuiabá é o professor Antônio Carlos, sua equipe estará, juntamente com CREA e demais entidades fazendo a renovação destes alvarás.


Repetindo: NENHUM ESTABELECIMENTO COM APENAS UMA PORTA DE SAÍDA E ENTRADA PODERÁ TER O ALVARÁ RENOVADO. 
Fiquem de olho, se algo desse tipo acontecer, denuncie!!!
 

28 de janeiro de 2013

BADALAÇÃO E MUITA FARRA COM DINHEIRO PUBLICO


O Secretario de Comunicação Carlos Rayel, tem sido visto em muitos lugares acompanhado de uma linda mocinha de nome SARA ALVES, agitando as noites cuiabanas. Pergunta: Quem é Sara Alves? O que faz Sara Alves? O que essa moça é do senhor doto poderoso Rayel?  Até por que o nome da sua esposa é Silvia Helena Silva Rayel. O que está aprontando Carlos Rayel. estou de olho moço, pode acreditar.


Há... as perguntas acima merecem respostas, com a palavra, 

quer dizer, com as respostas, ele Carlos Rayel, ou seria 

Carlinhos da Continental?

Vejam a foto do casal e tirem suas conclusões:

EM RITIMO DE CARNAVAL...OLHA O CALOTE AI GENTE


Folha do Estado, do Beto Dois a Um, dá calote em jornalistas

Fonte: Página do E

QUANDO SE ABRE O SITE DA FOLHA DO ESTADO O  
QUE APARECE  É ISSO AI EM CIMA. DESCULPE O 
TRANSTORNO 
ESTAMOS EM MANUTENÇÃO, EM OUTRAS PALAVRAS, 
NEM O PAGAMENTO PELO DOMÍNIO DO SITE NÃO 
DEVER TER SIDO PAGO.

A situação continua feia para o lados dos jornalistas que trabalham para o jornal Folha do Estado. O empresário e cantor Beto Dois a Um, que herdou as dívidas produzidas durante a gestão da empresária Isabela Corrêa, não conseguiu estabilizar a situação econômica da empresa – e quem acaba pagando o pato são os funcionários da empresa. Esse drama já se arrasta por diversos meses. Confira o comunicado do Sindicato dos Jornalistas a respeito deste descalabro. (EC)
“Nota de repúdio
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso (Sindijor-MT) vem a público emitir seu repúdio contra a direção do jornal Folha do Estado que tenta implantar o calote através do desprezo aos seus profissionais de comunicação quando não atende o direito básico do trabalhador previsto pela CLT, que é o pagamento de salário até o quinto dia útil de cada mês e, nem sequer, dá uma satisfação sobre o atraso seja aos funcionários ou a entidade sindical desta categoria ou aos órgãos da lei. Em dezembro de 2012 a empresa prometeu ao Ministério Público do Trabalho (MPT) pagar em dia seus trabalhadores e, inclusive, enviar calendário de pagamento para o Sindijor a fim de que este acompanhasse que tudo estaria sendo cumprido. O que não tem ocorrido.
No mês de janeiro, no dia 3, a empresa pagou metade dos salários. O quinto dia útil seria dia 8 do corrente mês, quando os trabalhadores esperavam receber o restante e quitarem suas dívidas. Mas, infelizmente, o que se viu e ouviu por parte da direção da Folha do Estado até o momento foram: SILÊNCIO, INDIFERENÇA e FALTA DE RESPEITO para com as leis vigentes e os órgãos que a fiscalizam como é o caso do Sindijor e do MPT/MT.
Esperava-se que a empresa estivesse trabalhando no sentido de sanar seus problemas e cumprir sua missão de informar adequadamente uma vez que teria pessoas tranquilas para trabalhar. Mas o que se vê, desde setembro de 2012 é: assédio moral e falta de estrutura na referida empresa. Desde setembro começou um processo de demissão em seu quadro de pessoal. Sabe-se que, de 160 pessoas, 40 já foram mandadas embora ou saíram por verem que o local não quer qualidade, apenas explorar o trabalhador quando coloca um para fazer o trabalho de dois, sem se importar se este tem que trabalhar por mais horas, afinal, não leva em consideração as leis para que este receba hora extra!
Da redação já foram demitidas seis pessoas e outros quatro profissionais saíram por livre vontade para dar fôlego à empresa e poupar a demissão de mais colegas. Ainda assim, nada mudou na redação além de mais trabalho para cada um dos que ficaram. A tarefa diária virou quase que hercúlea uma vez que cada um teria cinco horas jornada de trabalho prevista em lei seja ele repórter ou editor) para realizar seu trabalho e gozar de seu descanso. Contudo os telefones fixos estão cortados há mais de um mês. Dessa forma, os mesmos celulares da redação são usados por várias pessoas que acabam tendo que ficar numa fila para conseguir apurar algo. Isso acarreta no atraso de suas pautas já que uma tem que esperar a outra para fazer sua ligação e, consequentemente, de suas horas de trabalho.
Enfim, falta carro, falta telefone, falta salário e muita consideração por parte da empresa para com seus funcionários.
Pessoas que saíram de férias há tempos, foram e voltaram sem ver a cor do 1/3 de adicional para este período como prevê a lei.
E todos que lá estão neste momento trabalhando bem como os que foram mandados embora, NUNCA ou quase nunca tiveram depositados seus Fundos de Garantia (FGTS). Há também os casos de desconto em folha de pensão alimentícia (que pode dar cadeia ao pai que não paga), muitas vezes são descontados e NÃO são pagos, sendo preciso que os responsáveis pelas crianças liguem para cobrar.
Diante disso, conclamamos todos a divulgar esse repúdio a fim de expor essa situação para a sociedade para que todos saibam que nossa dor não sai nos jornais, mas está embutida na má qualidade das linhas que escrevemos quando estamos preocupados se a Cemat vai ou não cortar nossa luz ou se vamos ter como comprar material escolar para nossos filhos.
Temos que dar um grito de BASTA!
Diante disso, esta entidade sindical vai ter que tomar as medidas judiciais cabíveis contra esta empresa para que não forme escola no sentido de explorar essa já tão maltratada classe de trabalhadores que sofre toda sorte de ataques dos poderosos quando expõe seu nome em nome da sociedade”.

SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DO ESTADO DE MATO GROSSO

MAIS UMA DO GOVERNO...ONDE VAMOS PARAR?


APROPRIAÇÃO INDÉBITA  
Silval embolsa dinheiro de sindicatos
A Constituição Estadual é muito clara: o Governo do Estado de Mato Grosso tem cinco dias úteis para repassar para Sindicatos e Associações os recursos referentes ao desconto da contribuição sindical que é efetuado a cada mês na folha de pagamento dos servidores.
Estamos no dia 24 de janeiro de 2013 e o Governo do Estado de Mato Grosso até o momento não repassou às entidades classistas que representam a categoria dos servidores, os recursos referentes à contribuição sindical do mês de dezembro.
Diante desta situação, de acordo com o que informa o sindicalista Gilmar Brunetto, presidente do Sinterp e membro do Fórum, o Fórum Sindical de Mato Grosso resolveu repudiar este comportamento da atual administração estadual, comandada pelo governador Silval Barbosa e informar que já determinou ao seu departamento jurídico o estudo de providências junto ao Poder Judiciário no sentido de questionar este flagrante ato de apropriação indébita, buscando a devida responsabilização daqueles que resolveram afrontar o mandamento constitucional que estabelece:
Art. 139 – O Estado e os Municípios,[sic] instituirão, no âmbito de sua competência, regime jurídico único e planos de carreira para os servidores da Administração Pública direta, autarquias e fundações.(…) § 4º Sob pena de responsabilização, a autoridade que determinar o desconto em folha de pagamento do servidor para instituições de previdência ou associações, deverá efetuar o repasse do desconto no prazo máximo de cinco dias úteis, juntamente com a parcela de responsabilidade do órgão.
O Fórum Sindical espera contar com a solidariedade de toda a sociedade no enfrentamento desta situação, que, segundo Brunetto, atenta contra a livre organização dos servidores e a atuação de Sindicatos e demais entidades classistas em nosso Estado.

VIROU BAGUNÇA MESMO...

A politica mato-grossense está mesmo de pernas pro ar, vamos analisar duas notas abaixo que foram postadas no RD News:




João Emanuel já viaja a Paris


Com menos de 1 mês no cargo, o presidente João Emanuel suspendeu o expediente na Câmara de Cuiabá por uma semana. Alega necessidade de se fazer reforma relâmpago no prédio. Aproveitou a folga e viajou com a esposa Janaína Riva para Paris, capital e a mais populosa cidade da França. Quem responde interinamente pela presidência é Onofre Júnior (PSB), apesar de não ter sido acionado, sequer, para assinar um papel na condição de dirigente do Legislativo. A viagem ao exterior do presidente em nada atrapalha os trabalhos, haja vista que não há atendimento ao público, apenas serviços internos. A Câmara fará a 1ª sessão no próximo dia 5, já com seus 25 parlamentares, 6 a mais em relação à legislatura passada. Para evitar especulações, a assessoria de Emanuel propaga que ele fez uma "viagem rápida".


Em meio a discussões sobre IPTU, aumento de tarifas de transportes e até as acusações de traição por parte de alguns vereadores para se eleger presidente da Câmara de Cuiabá, que continua sendo a Casa dos Horrores, o então "presidente" da Câmara, voou para Paris para um passeio com sua esposa, Janaina Riva. Em seu lugar ficou o vereador Onofre Junior que está na presidência recebendo ordens do seu Emanoel de Paris. Teria essa viagem que ser investigada pelo MPE e averiguar se ela foi paga com dinheiro público, mesmo por que bagunça por bagunça a Câmara continua em primeiro lugar e não vai mudar, esse discurso novo do seu Emanoel é conversa pra boi dormir. Em campanha, não honrou a noite o que falou pela manhã, esperamos que pelo menos palavra ele tenha perante os funcionários da Cãmara, digo Casa dos Horrores.

Aroldo e articulação pró-Adair


O secretário-adjunto de Comunicação do Estado, Aroldo Souza, se tornou porta-voz do governador junto aos prefeitos na campanha pró-Adair à presidência da AMM. Ele passou a percorrer os municípios, de avião, para pedir voto. Fala com os prefeitos, usando o nome de Silval. A maioria dos encontros tem a presença de Adair, prefeito de Alto Paraguai e que enfrenta embate pela AMM com Chiquinho do Posto (PSD), de Juscimeira. Na 1ª investida, Aroldo esteve no Araguaia. Na 5ª e 6ª últimas passou pelo Sul, região do candidato adversário. Alguns prefeitos dizem sentir-se constrangidos com o que chamam de pressão do Palácio Paiaguás. Comentam até que Adair está tendo discurso contraditório, pois prega receber pressão, mas ele próprio é quem usa a máquina do Estado para reforçar a candidatura.


Esse moço é mais conhecido como papai noel dos Barbosa, já articulou dezenas de negociatas com veículos de comunicação em todo estado em nome da Continental Comunicação e não estranharia ninguem se o que ele está fazendo agora é mais algumas compras para a Continental. Mais como nesse governo pode-se tudo e os resto que se exploda, eles vão continuar comprando, até que toda imprensa fique nas mãos do senhor Rodrigo Barbosa ou seria ele o Rei Midas que tudo que tocava virava ouro, no caso dele ( Rodrigo), tudo que toca vira empresa de comunicação. 
É uma vergonha!!!!
Há só mais uma pergunta: "Quem vai pagar essas viagens do seu Aroldo?" Advinha contribuinte, adivinha...

22 de janeiro de 2013

Enriquecimento ilícito pode virar crime






A ideia é incluir na legislação penal brasileira para punir servidores públicos que acumulem patrimônio em padrão incompatível, como em que Carlos Rayel está sendo investigado.
Da Redação, com Agência Senado
Uma péssima noticia para Carlos Rayel e seus advogados: o crime de enriquecimento ilícito poderá ser incluído na legislação penal brasileira para punir servidores públicos que acumulem patrimônio em padrão incompatível com sua remuneração ou outras fontes lícitas de renda. Depois de intenso, a Comissão Especial de Juristas instituída pela Presidência do Senado para apresentar um anteprojeto de novo Código Penal decidiu tipificar o delito e sugerir a aplicação de pena de reclusão de um a cinco anos, além do confisco dos bens e valores.
“É um momento histórico na luta contra a corrupção no Brasil: criminalizamos a conduta do funcionário público que enrique sem que se saiba como, aquele que entra pobre e sai rico. Agora temos um tipo penal esperando por ele”, comemorou ao fim da reunião o relator da comissão, procurador Luiz Carlos Gonçalves.
Na opinião do relator, o país necessita da previsão do crime de enriquecimento ilícito para avançar no combate à corrupção com efetividade, atendendo um “clamor social”. Conforme disse, é uma forma de alcançar o servidor com patrimônio incompatível com o que ganha licitamente, quando o crime anterior – normalmente a corrupção – ficou de fora do alcance da lei.
“A corrupção é um crime que acontece às escondidas, nos corredores mal iluminados. Quem compra um funcionário público e quem se deixa comprar não quer contar para ninguém. O que nos fizemos foi alcançar a conseqüência desta compra ilícita”, argumentou.
Nos crimes contra administração, a legislação adota conceito abrangente de funcionário público. O conceito serve a pessoa que exerça qualquer cargo, emprego ou função pública, em qualquer nível ou Poder, inclusive para quem exerce atividade de forma temporária ou cargo eletivo.
Laranja
Como previsto pela comissão, a pena para enriquecimento ilícito ainda será aumentada, da metade do tempo até dois terços, quando o autor do crime usar nome de terceira pessoa para esconder os bens ou valores obtidos de forma criminosa. Ou seja, pegará pena maior quem usar o popular ‘laranja’ para ocultar patrimônio obtido de forma ilícita.
No processo, o ônus da prova ou demonstração de incompatibilidade entre renda e patrimônio será da acusação e denúncia deverá ser feita via representação Ministério Público. Manter inalterado o ônus da prova foi ponto defendido por alguns debatedores como garantia para evitar acusações infundadas. A redação para definir o novo tipo também exigiu cuidadosa negociação, para evitar situações arbitrárias.

Rayel não fala, Rayel não atende, Rayel não se comunica. Ou seja Rayel não existe, dessa forma, o governo do Estado de Mato Grosso está sem secretario de comunicação.




Desde o inicio da semana, nossa reportagem entrou em 

contato com o gabinete do secretário Carlos Rayel, no Palácio 

Paiaguás, para entrevistá-lo sobre estes inquéritos e 

processos que lhe são movidos pelo MP e pela Receita 

Federal. Apesar da insistência do contato, Rayel não nos deu 

retorno.  Tenho como testemunha as secretarias que me 

atendem e passam para ele, mais ele como sempre 

desconversa e se descomunica.


Alguém precisa colocar um ponto final nessa patifaria que 

virou a Secom do Governo de Mato Grosso.


Nossa imprensa nunca foi tratada assim como um lixo, sempre fomos respeitados por todos os secretários que passarão pela Secom.


Portanto nesse momento peço aos meus companheiros donos 

de pequenos jornais, que assinem junto comigo uma nota de 

repúdio e que elaboremos uma carta aberta ao governador, 

deixando ele apar de toda essa situação. Em momento algum 

somos contra o governo Silval, mais sim contra as 

irresponsabilidades que estão sendo cometidas dentro da 

Secom e que sem dúvida poderão prejudica-lo futuramente, 

pois ninguém mais va por a cara a tapa para defende-lo se 

não pudermos ser defendidos pelo senhor.

AQUI ALGUMAS EMPRESAS CONTROLADAS POR RAYEL EM SÃO PAULO E SEUS MUNICIPIOS




Na ação os promotores detalham a quase infinita lista de 

bens e empresas, espalhadas pela capital e interior de São 

Paulo, que Rayel passou a controlar, em apenas quatro anos 

de função, controlando os pagamentos da Secom de Quércia. 

Entre as empresas controladas pela família Rayel estão a 

Rede Oeste Paulista de Comunicação, responsável por uma 

emissora de rádio em São José do Rio Preto, a Mídia Brasil 

Publicidade e Comunicações, com sedes em S. Paulo e no 

Rio, a Distribuidora de Bebidas Espírito Santo, a CSR 

Planejamento e Promoções, com sede em Barueri, e a Verde 

Brasil Editorial, que funciona no Brooklin, em São Paulo, na 

qual três filhos de Rayel – Carolina, Douglas e Alexandre – 

aparecem como sócio do empresário Domingos Alzugaray, da 

revista Istoé.

O “estonteante” enriquecimento de Rayel, identificado pelo 

promotor Marcelo Duarte Daneluzzi, foi ratificado em 

parecer do Centro de Apoio Operacional à Execução, do MP 

de S. Paulo, através da assistente técnica da Promotoria I, 

Mônica Semerato, datada de junho de 2011. O parecer teve 

como base dados levantados pela Receita Federal em duas 

execuções fiscais que a União move, paralelamente ao 

processo do MPE-SP, contra Rayel, para cobrar a 

identificação da evolução patrimonial injustificada e garantir 

o ressarcimento, ao erário, de tudo que teria sido sonegado 

no período em que trabalhava para o governo paulista.

RECEITA FEDERAL IDENTIFICA AÇÃO DE ENRIQUECIMENTO ILICITO


O significativo excesso do patrimônio dos réus fica exteriorizado pelos próprios imóveis adquiridos. Com efeito, colhe-se do laudo de folhas 2271/22300, que os réus adquiriram à época verdadeira mansão, contendo quatro suítes, piscina, quadra poliesportiva, sala de lareira, sauna, salão de festas, salão de jogos, dois dormitórios de empregados, etc. Referida casa apresenta mais de 866 m² de área construída, erigida em um terreno de aproximadamente 4.000m², e se encontra situada em espécie de condomínio de poucas chácaras de lazer ou moradia, onde anos atrás foi avaliada em R$ 456 mil. O incremento imobiliário pode ser percebido, ainda, pelos três imóveis adquiridos no interior de São Paulo, cuja avaliação girava em torno de 200 a 300 mil dólares. Afora os imóveis, adquiriram, em 1990, veiculo que, à época, era top de linha, um Monza Classic, SE 2.0, zero quilometro. Diversificaram a riqueza adquirindo cotas sociais de três empresas e investindo em aplicações financeiras. Sobre a movimentação bancária, a prova contábil concluiu que somente os depósitos no Banespa, um dos bancos em que operavam, correspondia ao dobro dos vencimentos recebidos pelo agente público sendo certo que mesmo os rendimentos das aplicações financeiras não explicariam a desproporção. A Receita Federal, por meio do devido processo administrativo (processo 13808.000945/93-79), identificou, no ano de 1987, acréscimo patrimonial dos réus, sem origem justificada, no valor de Cz$ 5.273.362,00. A mesma Receita Federal, também por meio do devido processo administrativo (processo 10880.067831/93-11, referente aos anos de 1988, 1989, 1990, 1991, identificou novos acréscimos patrimoniais dos réus. Todos estes valores, sem origem identificada, em nome de Carlos Eduardo Tadeu Rayel, atualizados monetariamente para o mês de julho de 2011, totalizam o estonteante valor de R$ 10.136.425,94 ( dez milhões, cento e trinta e seis mil, quatrocentos e vinte e cinco reais e noventa centavos). Cumpre assinalar que os referidos processos administrativos da Receita já estão findos e não foram objeto de qualquer decisão judicial tendente a desconstitui-los. Demonstrada a disparidade entre a renda legítima e o patrimônio, aflora o enriquecimento ilícito.”

RAYEL E ESPOSA ERAM POBRES...ATÉ SEREM ADMITIDOS NOS GOVERNOS QUÉRCIA EM SÃO PAULO E ATHONY GAROTINHO NO RIO DE JANEIRO


Carlos Eduardo Tadeu Rayel foi admitido no serviço público durante a gestão do governo Quércia. Ele e sua mulher, Silvia Helena Silva Rayel, possuíam parcos recursos, sendo certo que todo o patrimônio do casal se resumia a um imóvel de 70 metros quadrados, no bairro Capela do Socorro, financiado junto ao Sistema Financeiro da Habitação. Haviam quitado apenas 12% do empréstimo. Ao fim do período em que desempenhara o cargo, o réu apresentou considerável fortuna, sem qualquer correspondência com os vencimentos recebidos, a traduzir, pois, enriquecimento ilícito.

16 de janeiro de 2013

BOMBA DO DIA PARTE 2


Parte "legalizada" e atuante na Gestão Barbosa

O maior investimento na campanha de Silval Barbosa em prestação de contas à Justiça Eleitoral, foi feito pelo Grupo Todimo Materiais para Construção Ltda., no valor de R$ 1,5 milhão 
(COINCIDENTEMENTE - agora - NA JUSTIÇA CONTRA O GOVERNO SILVAL BARBOSA PARA NÃO PAGAR MULTAS MILIONÁRIAS APLICADAS PELO FISCO ESTADUAL POR CONTA DE DÍVIDA MILIONÁRIA DE ICMS EM ATRASO DESDE 2009).
Em seguida, aparece o frigorífico Guaporé Carne S/A, localizado no município de Colíder (650 km ao Norte de Cuiabá), que doou R$ 1.337.824,00. Vencedoras de licitações no Governo do Estado, as construtoras Sanches Tripolini Ltda., Dinamo Construtora Ltda. e Cavalca Construções e Mineração Ltda. fizeram doações que, somadas, correspondem a R$ 2,1 milhões. A Tripolini doou R$ 1,2 milhão ao candidato; a Dinamo doou R$ 800 mil e a Cavalca R$ 100 mil. As usinas Itamarati S/A e Barraalcool S/A fizeram doações expressivas, e contribuíram com R$ 700 mil e R$ 636 mil, respectivamente.
Na prestação de contas do chefe do Executivo estadual chamam a atenção também os valores acima de R$ 500.000 doados por empresários ou instituições bancárias: BMG, Bonsucesso, Cruzeiro do Sul e Rural. A BPV Promotora de Vendas e Cobrança doou quantia igual, de R$ 500.000, para colaborar na campanha do governador.
A Cooperativa Agrícola Produtora de Cana de Campo Novo do Parecis também se destaca entre as maiores doadoras de campanha do peemedebista.
Através de quatro remessas, a empresa ajudou as ações de campanha com a quantia de R$ 596.000,00. Muitos dos grupos empresariais aqui citados, segundo fonte do Cacetão, somados a outras grandes empresas que "mamam" no Governo de Barbosa (incluindo Delta e outras construtoras) e aparecem timidamente na lista entregue ao TSE com "doações mínimas", também contribuiram (e muito!) para a "ENGORDA" do CAIXA II usado na campanha de reeleição de Silval Barbosa, do qual Eder Moraes foi atuante articulador. ( E HOJE SOFRE AMEAÇAS DE MORTE POR SER UM PRECIOSO ARQUIVO (AINDA) VIVO)!

HOMEM BOMBA
COM RABOS DE SILVAL BARBOSA E FIGURÕES QUE PASSEIAM IMPOLUTOS POR CORREDORES E GABINETES DO PALÁCIO PAIAGUÁS, EDER MORAES PROMETE DAR O TROCO E DETONAR GOVERNO A QUALQUER MOMENTO

Eder Moraes, ex-titular da SECOPA, chorou ao ser demitido pelo governador Silval Barbosa no transcorrer da semana. POR TELEFONE!... Um choro de ressentimento, mágoas, decepção e traição, ao se sentir ludibriado pelo governador Silval Barbosa, que antes de viajar para Brasília chegou a pedir que o acompanhasse na viagem, garantindo que não cederia às pressões de políticos da sua base, nem mesmo às ameaças do TCE e AL MT de rejeitar suas contas caso a cabeça de Eder não fosse "decepada". Fonte do Cacetão Cuiabano informou que a conversa entre os dois foi rápida, ríspida e brusca. O ex-secretário não quiz ouvir as desculpas de Barbosa e desligou o celular na cara do ex-chefe. Horas depois, sem clima de velório, o governador anunciou para todo Estado não apenas a demissão do Eder como a liberação da primeira parcela de R$ 423,7 milhões , de um total de R$ 1,2 bilhão liberado pela Caixa Econômica Federal para as obras do VLT em Cuiabá e VG.  Muito dinheiro, muita grana em jogo, confirmando suspeitas do próprio Eder Moraes, ainda na terça (17) de que tinha a cabeça a prêmio não por simples materiazinhas veiculadas num semanário cuiabano, de pouco destaque e leitores, mas por conta de interesses espúrios em cima dos milhões que a partir deste mês (ABRIL/2011) passariam a jorrar para as obras da Copa em Cuiabá. Furioso, minutos antes de ser demitido por telefone, Moraes descarregou sua ira no capo do Grupo Gazeta, Dorilêo Leal, pré-candidato a prefeito de Cuiabá pelo PMDB de Silval Barbosa, que desde a segunda quinzena de Março, ao lado dos "titulares" da SECOM, Carlos Rayel e ElpídioSpiezzi, mantiveram seguidas reuniões na sede do órgão, no bairro Goiabeiras, buscando formas de aumentar ainda mais a fatia do "bolo" das empresas ligadas ao Grupo Gazeta, incluindo duas construtoras, na grana da Secopa. E o Eder foi duro: Acusou o empresário Dorileo Leal de agir por “interesses políticos e econômicos”. Eder acusou ainda Dorileo de estar “sacaneando com a Copa do Pantanal”. “É sacanagem dele. Mas quem tem telhado de vidro não pode se oferecer às pedras. Não escolho inimigo para a guerra. Podem me detonar para todos os lados; também tenho munição para atacar”, garantiu, complementando... “O Dorileo tem uma relação estreita com o governador Silval Barbosa e com o secretário de Comunicação Carlos Rayel".Eder Moraes, se ouvido pela PF, MPF ou MPE, pode esclarecer o sumiço de R$ 2,8 milhões no financeiro da SECOM, sob gestão do secretário DE FATO, ElpídioSpiezzi, dias após a posse de Carlos Rayel como "titular" da Pasta. O ex-secretário, Osmar Carvalho, deixou tudo agendado, empenhado e praticamente liberado para a quitação de débitos do Governo Barbosa para com dezenas de veículos que divulgaram ações do Palácio ao longo de 6 meses (em sua maior parte)e foram NOTIFICADOS sobre um CALOTE GIGANTESCO que acabou recaindo nas costas do honesto e leal Carvalho. Há informações de que "para turbinar a pré-campanha de Dorilêo Leal" parte dos recursos foram DESVIADOS para o GRUPO GAZETA e a outra restante ENCAMINHADA para as empresas que integram o GRUPO CONTINENTAL DE COMUNICAÇÃO, já com mais de 80 veículos na "FOLHA" (conforme revelação do Elpídio) e outro tanto querendo parte no "BOCÃO". Rodrigo Cunha Barbosa e a mãe, Roseli Barbosa, administram (no caso da primeira dama, "nas horas vagas") com "mãos de ferro" o conglomerado, que ainda inclui várias outras empresas no ramo de mineração, combustível, alimentos e materiais de construção, entre outros.


Nos corredores da Secretaria de Comunicação de MT, o novo secretário Carlos Rayel ganhou o apelido de “publicitário forasteiro”. Herança deixada por Orestes Quércia ao PMDB de Mato Grosso, o marqueteiro político assumiu o cargo em março com a missão de melhorar a cada vez mais desgastada imagem do governo e do governador Silval Barbosa, de quem ele fez a campanha política. Além, claro, de engordar as próprias contas bancárias, visto que entre os vários processos que responde na Justiça de São Paulo e Rio de Janeiro, alguns foram por CALOTE em donos de imóveis.AS FAMOSAS "ÓRDENS DE DESPEJO"... Mas sua cobiça vem despertando a ira tanto dos servidores (60 por cento do quadro vigente na gestão Osmar já na Rua da Amargura, demitidos) quanto dos assessores mais próximos ao governador. Tachado de arrogante por alguns, Rayel além de lotar a secretaria com "profissionais" (diplomados na Faculdade de Nhapolândia!) que ele traz de fora (Rio e São Paulo), há a denúncia de que mantém parentes em funções estratégicas no governo. De outro lado, a briga entre Rayel e Eder Moraes tem (ou tinha) como foco a extinção de uma SECOM PARALELA (não incomodada nas gestões José Carlos Dias e Osmar Carvalho), mantida com recursos da SEFAZ e Secopa. Rayel batalhava para que a "sangria" fluisse para a SECOM, aumentando ainda mais seu poder de fogo e "NHAPAÇÃO". Mas se enganam os que não acreditam em revide por parte do Eder Moraes. Nem mesmo a manutenção da sua equipe na Secopa e Sefaz, a garantia de que terá "os rendimentos garantidos", podem tranquilizar Silval Barbosa, familiares e "apadrinhados" que efetuam "polimento" diário nos cofres estaduais. Moraes tem mandado recados... Já tem as CAPIVARAS do governador, de José Riva, Sérgio Ricardo, Carlos Bezerra, do pré-candidato Dorilêo Leal, Carlos Rayel, Teodoro Lopes, Pedro Nadaf, ElpídioSpiezzi, Zé Lacerda, Nico Baracat e de outras figuras ilustres que passeiam impolutas pelos corredores e gabinetes do Palácio Paiaguás. Tudo questão de tempo e hora certa! Sabe-se até que, em 2011, Moraes teve uma proveitosa reunião com agentes da Polícia Federal, após ter equipamentos de escuta, filmagem (entre eles um sofisticado GUARDIÃO)e outras parafernálias do gênero apreendidos - mas liberados a seguir - num elegante escritório de "consultoria", em prédio localizado na Avenida CPA. Sem autorização judicial, da PF ou do Papa, "agentes" contratados e mantidos de forma secreta pelo precavido Eder, gravavam, filmavam e, quando necessário, faziam uso do material para "intimidar" desafetos... E "mora" nesse episódio a grande preocupação de Silval Barbosa e apaniguados. Ocorre que, após flagra e sequentes "explicações", Eder passou a manter um relacionamento bastante cordial com a Polícia federal de Mato Grosso (tanto que optou por pedir proteção dos federais para si e familiares por conta das ameaças de morte que tem sofrido, dispensando "guardas" enviados por Barbosa até o seu condomínio, na saída para Chapada), sendo até condecorado pela PF em Brasília - representada por associação da classe, no início deste mês (abril) com a medalha DEFERÊNCIA POLÍCIA FEDERAL, concedida unicamente a "personalidades cujas ações servem de exemplo para gerações futuras, orgulho da cidadania e interesse pela Segurança Pública Nacional".


TEMENDO PELA CHEGADA DOS CARRASCOS!
ARQUIVOS (AINDA) VIVOS E CAPAZES DE DETONAR O GOVERNO SILVAL BARBOSA E MÁFIA (INCLUINDO A FAMILIAR) QUE ASSALTA DIARIAMENTE OS COFRES PÚBLICOS, OS EX-SECRETÁRIOS EDER MORAES (SECOPA) E OSMAR CARVALHO (SECOM) TEMEM A POSSIBILIDADE DE SEREM "CALADOS" A QUALQUER MOMENTO, E "SOMEM DO MAPA"... EDER, PRECAVIDO, BUSCOU PROTEÇÃO JUNTO AO MPF E POLÍCIA FEDERAL!
 Moraes afirmou que "pela primeira vez" temia por sua vida, da sua família e responsabilizou o governador Silval Barbosa por algo de trágico que possa ocorrer a si e seus familiares: " Posso até morrer, mas o Estado será responsável a partir de hoje por minha vida e pela vida de meus filhos e de minha mulher"Antes de deixar a SECOPA, o ainda secretário extraordinário da Copa do Mundo de 2014, Eder Moraes Dias afirmou à imprensa cuiabana que ele e sua família corriam sério risco de vida" e confirmou que iria pedir pedirpreoteção ao secretário de Segurança Pública, Diógenes Curado. "Há cerca de duas horas e meia, ou melhor, por volta das 21h, fui abordado na entrada do condomínio onde moro (Florais, na rodovia Cuiabá-Guia), por um motoqueiro, cuja moto não tinha placas, que me confirmou que corro sério risco de vida. Não temo ameaças, mas depois de conversar com minha esposa, decidi tornar público o recado, porque posso estar no centro de uma situação política delicada", declarou Moraes Dias. Segundo relato do então secretário, ele estava chegando no condomínio quando o motociclista fez a abordagem alertando-o sobre os riscos que passaria a correr a partir do momento em que se transformasse num ex-secretário, um "arquivo vivo". Sem pestanejar, Moraes afirmou que "pela primeira vez" temia por sua vida e da sua família. E responsabilizou o governador Silval Barbosa por algo de trágico que possa ocorrer a si e seus familiares: " Posso até morrer, mas o Estado será responsável a partir de hoje por minha vida e pela vida de meus filhos e de minha mulher". E foi além ao informar que tinha procurado o titular da Segurança Pública, Diógenes Curado, em busca de proteção policial: "Ele [Curado] me pediu calma, mas estou com meu filho aqui ao meu lado, na sacada, e estou muito preocupado, porque Mato Grosso tem um histórico de queima de arquivo, e essa é uma realidade inegável. Mas eu não vou ficar calado, isso eu garanto", concluiu Eder Moraes.  Após ser exonerado da SECOPA, desconfiado de que policiais do Estado não lhe dariam proteção suficiente, Eder Moraes procurou ajuda do Ministério Público Federal e da Polícia Federal. Com o RABO da família Barbosa em mãos, o ex-secretário pode a qualquer momento detonar a gestão de Silval Barbosa, não apenas mostrando o envolvimento do "PC Farias de Mato Grosso", Rodrigo da Cunha Barbosa, em negociatas de arrepiar crina de macaco, como também expor ao MPF, PF, MPE e Justiça Eleitoral as "engordas" dos Caixas PARALELOS usados na campanha da reeleição, em 2010. Já na sexta-feira (20) circularam rumores de que o ex-titular da Secopa, Eder Moraes tinha aceitado convite para se reunir com membros do Ministério Público Federal (MPF), de forma "descompromissada", num escritório na Av. CPA.

EDER, NA VERDADE, ESTAVA BUSCANDO PROTEÇÃO DOS ÓRGÃOS FEDERAIS PELA PRESERVAÇÃO DA SUA VIDA E DE SEUS FAMILIARES.
A informação teria causado um reboliço pelas bandas do Palácio Governamental, com inúmeras (e infrutíferas) tentativas de contactaro Eder pelo celular. Em vão, o aparelho permaneceu desligado até por volta das 11:58hs, quando voltou a dar sinal de vida. consta, segundo fonte do Cacetão Cuiabano, que o principal medo dos "mamadores" da VACONA DO BARBOSA é de que o Eder venha a dar com a língua nos dentes, não resistindo às tentadoras ofertas de uma DELAÇÃO PREMIADA... Humilhado, enxotado, menosprezado pelo governador Silval Barbosa, tudo indica que o Moraes não resistirá aos apelos do MPF e acabe entregando as negociatadas do "PC FARIAS de Mato Grosso" e as "engordas" dos Caixas II, III, IV e V usados na campanha de 2010, que reelegeu Silval Barbosa ao governo de MT. (Negociatas envolvendo verbas federais e formação de caixas paralelos com "nó milionário" na Receita Federal).
Supostamente refugiado numa chácara desde que foi mandado embora da SECOM MT, depois de infrutífera tentativa de convencer o governador Silval Barbosa a estancar roubalheiras nos cofres públicos, pondo freio no ímpeto familiar, o ex-titular da SECOM-MT, Osmar Carvalho, transformado em "Bode Expiatório" depois que Carlos Rayel e ElpídioSpiezzi (titulares da pasta) sumiram com cerca de 3 milhões (R$ 2,8 mi) destinados a pagamentos de débitos do governo para com a imprensa da Capital e Interior (alguns veículos há mais de 6 meses sem nada receber!... CALOTE SEM PRECEDENTES!!!) foi visto por alguns minutos no interior do Hiper Modelo, na Miguel Sutil, fazendo compras de generos alimentícios... Barbudo, de óculos, vestindo short surrado e uma camisa regata. Só de chinelos, empurrando um carrinho com pacotes de arrôs, carnes, feijão (estoque para longa temporada). Nem de longe lembrava o elegante Osmar, sempre de terno e gravata, acompanhando o governador Silval Babosa em todos os eventos. Osmar Carvalho também é um valioso e preocupante arquivo (ainda) vivo, que incomoda bastante a MÁFIA FAMILIAR, intimamente ligada ao governador Barbosa, que em em 2011 faturou R$ 15,4 milhões de diferentes fontes governamentais, apenas com o uso das empresas pertencentes ou "associadas" ao Grupo Continental de Comunicação, comandado por Rodrigo da Cunha Barbosa, "testa" da mãe e do pai nos negócios familiares, que vão de mineradoras (de ouro) no Norte MT e no Pará (usadas para "esquentar" a BUFUNFA) até as empresas fornecedoras de combustíveis, alimentos, passagens, materiais de informática e construção civil. Um conglomerado que engloba ainda fazendas de gado e de soja no Araguaia e no Nortão de MT. Crescendo assustadoramente a cada ano de Governo