Na ação os promotores
detalham a quase infinita lista de
bens e empresas, espalhadas pela capital e
interior de São
Paulo, que Rayel passou a controlar, em apenas quatro anos
de
função, controlando os pagamentos da Secom de Quércia.
Entre as empresas
controladas pela família Rayel estão a
Rede Oeste Paulista de Comunicação,
responsável por uma
emissora de rádio em São José do Rio Preto, a Mídia Brasil
Publicidade e Comunicações, com sedes em S. Paulo e no
Rio, a Distribuidora de
Bebidas Espírito Santo, a CSR
Planejamento e Promoções, com sede em Barueri, e
a Verde
Brasil Editorial, que funciona no Brooklin, em São Paulo, na
qual três
filhos de Rayel – Carolina, Douglas e Alexandre –
aparecem como sócio do
empresário Domingos Alzugaray, da
revista Istoé.
O “estonteante”
enriquecimento de Rayel, identificado pelo
promotor Marcelo Duarte Daneluzzi,
foi ratificado em
parecer do Centro de Apoio Operacional à Execução, do MP
de
S. Paulo, através da assistente técnica da Promotoria I,
Mônica Semerato,
datada de junho de 2011. O parecer teve
como base dados levantados pela Receita
Federal em duas
execuções fiscais que a União move, paralelamente ao
processo
do MPE-SP, contra Rayel, para cobrar a
identificação da evolução patrimonial
injustificada e garantir
o ressarcimento, ao erário, de tudo que teria sido
sonegado
no período em que trabalhava para o governo paulista.

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