28 de fevereiro de 2013

1º DE MARÇO DIA FELIZ PARA OS PEQUENOS JORNAIS

Dia primeiro de Março de 2013, dia em que reassume a Secom da Assembléia Legislativa do Estado de Mato Grosso, o competente e amigo de todos Jornalista Osmar de Carvalho, o mesmo que o senhor Elpídio que atende na Secom do governo, chamou de secretario solidário.
Osmar volta com a responsabilidade de recuperar a imagem dos deputados em especial a imagem do presidente da AL deputado José Riva, imagem essa desgastada pela irresponsabilidade do ex-secretario Fabio Monteiro, um secretario que adentra seu gabinete as 10:30 da manhã e quando procurado por um pequeno dono de jornal, manda avisar que está em reunião e que só tem 10 minutinhos para ir embora, cometendo assim uma total e irrestrita discriminação contra os pequenos jornais, por que quando se trata de atender os grandes donos de grandes veículos, ele está sempre a disposição. Para mim e na minha opinião de jornalista e proprietário de pequeno jornal ( Correio dos Municipios), ele nunca foi e nem será um secretario de comunicação de fato, pois teve um dia este moço a coragem de me desautorizar a escrever qualquer matéria que levasse o nome do deputado Riva, cortando também o meu jornal do recebimento de mídias da AL. Uma vergonha para nossa classe que espera sempre de um secretario, uma parceria no sentido de divulgar seu trabalho por todo interior do estado e isso ele não foi capaz de fazer.
Que venha então o novo secretario Osmar de Carvalho, este sim um secretario que entende os pequenos, trabalha ao lado dos pequenos e sabe das reais necessidades de cada um.
Um secretario que sabe ser amigo e que não atende os pequenos proprietários de pequenos jornais no corredor, como o senhor Fabio fazia, deixando seu gabinete somente para os peixes grandes.
Felicidades Osmar e que Deus o ajude a reparar todos os erros cometidos pelo seu antecessor e valorizar realmente aqueles que em época difíceis, sempre estiveram ao seu lado e ao lado do deputado Riva.
Feliz retorno meu amigo e que Deus  nos ajude.

EDITORIAL - QUE GOVERNO É ESSE II


Quando a imprensa regional olha para o lado
Por Alberto Dines em 10/04/2012 na edição 689


Atenção, atenção: estamos nos transformando num “Estado policial” ou “policializado”. Estado democrático, de direito, mas um Estado onde o interesse social só tem a proteção do Ministério Público, da Polícia Federal, da Receita Federal e dos magistrados que autorizam devassas. O resto – Executivo, Legislativo, imprensa e sociedade civil – está paralisado, entorpecido, inerte diante de um formidável lodaçal que se espalha, se infiltra e se aprofunda irremediavelmente. Nenhum desses poderes quer se comprometer, enredar-se. Todos, sem exceção, têm medo de respingos.
A sociedade brasileira está perdendo a capacidade de se defender, sabe apenas chamar a polícia. E depois entrega os malfeitores a um Judiciário atravancado, aturdido, lerdo, muitas vezes venal. Se o diagnóstico está correto estamos à beira de uma decomposição institucional.
Tudo começa numa imprensa desfibrada, burocratizada e mundana que já não sabe qual o seu papel. A imprensa regional mimetiza aquela que se apresenta como nacional e o resultado deste conluio de equívocos é que não temos vigilância na esquina nem nos grandes espaços.
Vício perigoso
Carlos Augusto Ramos, vulgo Carlinhos Cachoeira, começou na esquina, opera a sua rede de contravenções há pelo menos duas décadas num estado rico, próximo dos grandes centros e onde existe uma mídia regional bem implantada. A Organização Jaime Câmara, estabelecida logo em seguida à fundação de Goiânia (1935), edita o diário O Popular, um dos melhores do país, tem um sistema de rádio e outro de TV com onze emissoras e repetidoras.
Este complexo midiático, porém, não foi capaz de perceber a intensa e ousada movimentação do contraventor-mor, mesmo depois do seu envolvimento com Waldomiro Diniz, assessor do então todo-poderoso ministro-chefe da Casa Civil, José Dirceu, no primeiro mandato do presidente Lula da Silva.
Este observador não pretende lançar suspeições sobre o grupo midiático; está, sim, radiografando os sintomas da inércia jornalística que hoje domina grande parte da mídia regional brasileira. O poder da grande imprensa americana veio de uma brava imprensa regional treinada nas trincheiras jornalísticas locais. A interdependência dessas esferas gera uma comunidade atenta, ágil, que só recorre à instância policial na hora do desfecho.
Para não parecer provinciana nossa mídia regional adota um glamour desbotado, cerca-se de colunistas sociais e veste Prada, esquecida de que o seu pedigree ou virá da dedicação ao interesse público ou de nada valerá.
O Estado policializado, dependente do poder de polícia, incapaz de detectar ameaças e denunciá-las, é em última análise fruto de uma imprensa – grande, média ou pequena – viciada no perigoso jogo de olhar para o lado.

 

EDITORIAL- QUE GOVERNO É ESSE I


Por: Weller Marcos 

Especial para o jornal Correio dos Municipios


A esse crápula foi dado o poder de maltratar os proprietários de pequenos jornais. Reparem que nem, o cachorrinho ai da foto gosta dele


De nada adianta investir em infra-estrutura na construção de espaço, prédio, elevadores, corredores, se o corpo técnico de alguns setores da Assembléia Legislativa de Mato Grosso é da Era pré histórica. Mão de obra sem qualificação alguma!

Outro nicho de enrolação 
É a Secretaria de Comunicação do Governo do Estado. Ninguém atende ninguém, e nunca se sabe se o secretário está ou não naquela Casa. Assim que assumiu o cargo em março de 2012, a primeira providência que tomou foi mandar separar a recepção de todo o espaço da Secretaria, fechando o mesmo como uma redoma onde nada é visto do lado externo. Mas, os que estão na parte interna vêem tudo e ouvem tudo, já que o tal secretário mandou implantar câmeras e (possivelmente) gravadores de conversa para gravar o que estão falando os visitantes “pacientes”. Quem procura aquela senzala burocrática é porque precisa resolver alguma coisa lá. Ninguém vai lá pra ficar esperando a boa vontade dos “funcionários” que muitas vezes nem olham para a cara do “paciente” ,Algumas pessoas que encontramos por lá chegaram a comentar que se sentiam um “lixo” com o tratamento.

Não vamos citar nomes pois quem já procurou o atendimento público e o serviço dessas serviçais, provavelmente, sabem de quem estamos falando.

Jornais regionais são lidos por quase metade da população
“Não vamos bater boca, vamos para a Conferência da Imprensa Regional” 
Aplausos:
Para todos os veículos de comunicação que se comportam com imparcialidade ou aqueles que dão opiniões sérias e corretas, respeitando o contraditório e sem interesses financeiros por trás. Criticam quando têm que criticar, elogiam quando têm que elogiar; buscam sempre a verdade e, acima de tudo, lutam e contribuem por um mundo melhor.

MAQUIAGEM 
Manifestámos nossa preocupação relativamente à existência de diversos veículos de comunicação que são pagos com dinheiro público e, pertencem a políticos, parentes de políticos, amigos de políticos; muitos formando verdadeiros cartéis e conglomerados. Dada a falta de transparência na liberação da mídia estadual, a idéia que se têm é que em 2013, novamente, o Orçamento Público só contemplará, com representativa injecção de dinheiro de contribuintes, os órgãos de comunicação desses apaniguados.

CRISE NA DISTRIBUIÇÃO DA MÍDIA OFICIAL EM MATO GROSSO 

Cerca de 130 jornais da imprensa regional de Mato Grosso estão com o seu futuro sob ameaça em função das manobras seletivas do Secretário de Comunicação do Estado. Veículos como a CRITICA que circula há mais de 20 anos na Capital e em diversas cidades do interior, não estão mais sendo incluídos no “Plano de Mídia” – ou seja vêem sendo preteridos em função da prioridade dada aos “grandes” veículos como as televisões, os sites carimbados e revistas e jornais de pessoas influentes no Governo. Isso, sem contar o atendimento péssimo dados aos preteridos, pois com eles não falam nem o Secretário e menos ainda os funcionários de primeiro, segundo e terceiros escalões. O titular daquela Pasta, não recebe e não agenda com ninguém que venha representando jornais da Imprensa regional. 

Poucos dias atrás, um diretor de veículo que está na fila há mais de seis meses comentou: “Fomos colocados na mesma vala dos corruptos e dos ‘propineiros’. Essa não é a primeira, nem segunda ou terceira empresa a reclamar da SECOM MT. foi falado em propina e corrupção.

26 de fevereiro de 2013

CÂMARA MUNICIPAL DOS HORRORES



A CASA DOS HORRORES CONTINUA SENDO A CASA DOS HORRORES

MUDANÇA SÓ NO SALÁRIO DOS VEREADORES.

QUANTA MUDANÇA HEIN???????

Tem Vereador que pensa que a população é boba e que a imprensa inteira é comprada ou anulada por causa de favores.  Os Vereadores que compõe a Câmara Municipal  de Cuiabá vem ao longo dos tempos aprontando tanto que passou a ser chamada de “Casa dos Horrores”, isso pelo fato dos graves ne escandalosos acontecimentos gerados pelos ex-presidentes.

Primeiro a Presidente Chica Nunes que foi denunciada por improbidade administrativa, ou seja gastou e não justificou, parece que caiu no esquecimento, ninguém mais falou ou apontou seus erros.Depois dela veio então o Lutero Ponce que também gastou em demasia os recursos destinados para pagamento de funcionários e fornecedores, entre pagamentos atrasados aos funcionários da casa e aos fornecedores, o montante do rombo chegou a casa dos 10 milhões.Veio então o Deucimar que ensaiou uma reforma no prédio da Câmara com essa reforma gastou-se uma quantia enorme para pouco trabalho, tanto é que depois da malfadada reforma, na primeira chuva, os gabinetes ficaram cheios de água, em especial o gabinete do ver. Domingos Savio que passou então a despachar no corredor em protesto contra o gastou abusivo e sem resultado.

Bem... depois de toda essa bagunça causada pelos ex-presidentes, chegou-se então a conclusão que era a hora de parar, dar um basta e mudar o visual da casa, entra então no cargo de Presidente do Legislativo o polêmico e trapalhão Julio Pinheiro, esse aprontou na Câmara e em casa, não na casa dos horrores, mais na casa dele e foi notícia no programa Cadeia Neles por agredir sua esposa e ameaça-la com um espeto de churrasco o que lhe causou também um Boletim de Ocorrência na policia, configurando assim uma Maria da Penha. Dá para entender, um homem que faz leis, vota projetos e aprova tais leis e projetos...não respeita as leis. Na TV ele deu uma declaração, mais ou menos nesse tom: “Bem, meu caro repórter, todos sabem do meu problema com o alcool, nunca neguei para ninguém que sou alcoolatra”, essas palavras partiram da boca dele em um canal de TV e depois de toda as cagadas que ele aprontou, depois das extripulias que fez, ainda teve a sorte de assumir a cargo de prefeito, dizem as más línguas que o prefeito Galindo teve mais trabalho na sua volta do que quando assumiu, tendo em vista as trapalhadas do Prefeito sem exercício, Pinheiro.

Começa então a aparecer as facetas de novos vereadores, mais quando pensávamos que iriam apontar com grandes projetos, grandes atos que viessem a beneficiar a população, a frustração foi total, alguns deles repetiam os mesmos projetos e um tal de Pop, projetou o fechamento da Chapada, ou seja, alguns lugares antes frequentados por turistas e cuiabanos em geral, como cachoeiras e pequenos lagos. Veio então o grande golpe,  Galindo manda para a Câmara um projeto que dava a ele poder para vender a Sanecap, ao tomar conhecimento do projeto todos foram contra e chegaram a ensaiar uma verdadeira luta contra tal ato, mais em uma noite sombria e cheia de negociata, eis que ao findar dela, Cuiabá acorda com a venda da Sanecap autorizada pela Câmara. Autoridades em geral, a mídia escrita, falada e televisionada, mostra ao vivo e a cores o ato assinado por todos os vereadores, mais espera ai um pouco, teve um que não assinou, ou assinou e depois não assinou. Não, vamos por parte, ele assinou e depois que viu a cagada que fez, voltou atrás e disse para todos que assinou sem ler, é isso mesmo ele assinou sem saber o que estava assinando. Já viram isso, a pessoa assinar sem ver o que está assinando? Seria como assinar um cheque sem olhar o valor ou a data. Ou assinar a sua própria renúncia sem saber do que se tratava. Sabem o nome desse vereandróide, TONINHO DE SOUZA, apresentador de TV, jornalista e por ironia do destino, veio a ser vereador. Pois é o moço assinou com todas as letras a venda da Sanecap e depois voltou atrás, mais uma vez eu repito ele veio a publico e disse que não sabia o que estava assinando. Um cara de pau, sem vergonha e mentiroso, sem falar da falta de compromisso dele com aqueles que lhe deram seu voto.

Nas eleições passadas, tivemos uma campanha acirrada, e um desses candidatos, colocou como promessas de campanha uma mudança geral na Câmara, mudar a cara, perfil, os atos e acabar com a bagunça existente naquela casa de leis, dizendo que mudaria o nome de Casa dos Horrores para um bom nome. O moço então se elegeu em primeiro lugar com mais de 4 mil votos e para surpresa de todos se elege não só para vereador como ganhou a disputa para a presidência da Câmara. Com indícios de traição e compra de alguns vereadores do outro lado, ele assumiu prometendo mais uma vez que mudaria as coisa ali. Temos que dar as mãos a palmatória, ele mudou e mudou muito, podemos ver isso no seu contracheque, hoje com um salário que era de 9 mil, passou então para 15 mil...que mudança ele promoveu e o moço não parou por ai não, aumentou o salario dos vereadores e não aprovou o aumento dos funcionários, depois disso ele pegou sua esposa e viajou para Paris para um pequeno repouso, resta saber que pagou essa viagenzinha. Que mudança. Há... mais uma mudança e esta vista a olhos nus, se ele tinha palavra, caráter e hombridade antes de se eleger, agora já não podemos dizer o mesmo. Chegamos então a conclusão que o que mudou ali foi só o nome do carrasco o chicote continua sendo o mesmo, o nome desse novo carrasco JOÃO EMANOEL, isso por si só já nos dá a clara certeza que a CASA DOS HORRORES vai continuar sem dúvida com o mesmo nome, CÃMARA MUNICIPAL DE VEREADORES?...não  CASA DOS HORRORES  e ponto final.

Lembra do Julio Pinheiro, confira abai\xo matéria que foi publicada no dia seguinte:

Pinheiro ameaça esposa com espeto de churrasco e vai preso

O presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereador Júlio Pinheiro (PTB), ameaçou a esposa, Gysele Carolina Lacerda Pinheiro, com um garfo de churrasco, na madrugada dessa sexta-feira (06).Segundo o Boletim de Ocorrência, a esposa não permitiu a entrada do vereador em casa por estar embriagado, por volta das 3h30 da manhã. Júlio Pinheiro teria jogado pedras, quebrando vidraças da casa.  Então ela abriu a porta da casa, ele a ameaçou e correu atrás da mulher com um garfo de churrasco.A esposa se trancou no quarto e acionou a PM. Ele  foi detido, prestou depoimento e foi liberado no início dessa manhã, após pagamento de fiança.


25 de fevereiro de 2013

ALERTA GERAL NO FUTEBOL

VAMOS ACABAR COM A VIOLÊNCIA NO FUTEBOL...
NÃO SEJA UM CORINTIANO!

PRAINHA UMA AVENIDA SEM POSTURA


Numa das vias mais movimentadas das cidade, há o total desrespeito e falta de fiscalização do Código de Posturas; pedestres correm o risco de serem atropelados e calçadas provacam constantes acidades, principalmente em  idosos.

Cuiabá, capital Mato-grossense, surgiu às margens de um córrego onde hoje é a atual avenida Tenente-Coronel Duarte, popularmente chamada de “Prainha”. Mas, mesmo com toda essa importância, a avenida deixou de ser cuidada principalmente no que diz respeito aos “Passeios Públicos” (calçadas) de alguns trechos. Quem precisa trafegar pelas calçadas da Prainha encontra muitas dificuldades, entre elas, o grande número de buracos.  Durante a visita, a equipe do Centro Oeste Popular ouviu muitas reclamações. Idosos, jovens e adultos contam que já torceram o pé em um dos buracos. Rosimeire Silva trabalha em uma das lojas ali há mais de três anos. Ela disse que as calçadas nunca foram planas ou sem buracos. “Já vi muitas senhoras caírem aqui na frente da loja, eu sempre ajudo”, contou. “A prefeitura tem que resolver isso aqui, as pessoas estão correndo risco de vida”, pediu.  Além dos diversos buracos, carros são estacionados em frente aos comércios. ‘Quem estaciona na prainha trabalha no calçadão’. Isso é o que reclama uma vendedora que trabalha no local, ela não quis se identificar. “Um dia eu e meu colega ficamos sondando um cara que estacionou o carro aqui. Ele trabalha pra lá da Bispo e estacionou aqui, tão longe. Ai nossos clientes não podem parar pra comprar porque não há vagas” reclamou. Pessoas com deficiência também não conseguem trafegar no local. Um cadeirante, por exemplo, pode cair com a inclinação inadequada, com os buracos ou pode até mesmo ser impedido de passar devido aos carros estacionados nas calçadas.   “Aqui calçada não existe, virou tudo estacionamento”, reclama o aposentado Jose Sidney Amorim, 68, que possui uma deficiência em sua perna esquerda e anda com bengala. Segundo José, ele já torceu os pés várias vezes e quase foi atropelado porque não havia como passar na calçada e ele teve que passar “beirando a rua”.

O que diz o Código 
O Código de Posturas de Cuiabá atualizado em 2010, na gestão do então prefeito Wilson Santos, prevê que “Os passeios serão construídos de acordo com a largura projetada com o meio-fio a 0,20m (vinte centímetros) de altura”. Mas a reportagem do site Copopular constatou que essas e outras normas não estão sendo cumpridas. Exemplo disso é a inclinação correta, que deveria ser “de 0,2% a 0,3% do lote para o meio fio”.   Os passeios estão irregulares por falta de profissionais especializados na área. Isso é o que diz o Coordenador da Comissão de Acessibilidade do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-MT), Givaldo Dias Campos. “A prefeitura tinha que divulgar essas normas, seja com um jornalzinho, folheto ou livro. Como as pessoas saberão que essas regras existem, se elas não são divulgadas à população”, questiono. De acordo com Campos, os proprietários dos lotes não costumam contratar profissionais de engenharia ou arquitetura para construir calçadas. “Quem está fazendo esse tipo de obra são os pedreiros e por isso acontece tanta irregularidade. Mas não é culpa deles, é falta de informação”. Lamentou. Givaldo disse que é muito difícil encontrar calçadas regulares na cidade. “Pra você ter uma ideia, nem o prédio da prefeitura tem as calçadas regulares, ou seja, eles estão descumprindo suas próprias normas” observou Givaldo.   Ainda segundo o Código de Posturas “é de responsabilidade dos proprietários de lote a construção e manutenção do passeio em toda a testada dos terrenos localizados em logradouros públicos providos de meio-fio e asfalto.” Mas, o dever de fiscalizar é da Prefeitura através da Secretaria do Meio Ambiente. O que não vem acontecendo há muito tempo.

Soluções paliativas e constantes acidentes
Antônio Carlos de Oliveira é coordenador de fiscalização na Secretaria do Meio Ambiente e disse que a fiscalização é feita, porém, naquela região não está acontecendo nesses últimos meses devido as mudanças que ocorrerão no local para as adequações da Copa do Mundo Fifa 2014. Devido aos acidentes e riscos que a equipe do Centro Oeste Popular contou ao coordenador, ele providenciou uma fiscalização no local. “Vou mandar fiscalizar lá e quem estiver irregular será notificado”, disse. Apesar da reação, Antonio Carlos não apontou nenhum projeto (força tarefa) que obriguem os proprietários dos lotes regularizarem a situação.  No dia seguinte o coordenador deu um retorno à reportagem, dizendo que as providências haviam sido tomadas. “Nós fomos lá e, já haviam tapado os buracos e não foi necessária a notificação”, salientou. Mas, os problemas não se restringem aos buracos, as calçadas estão fora de todas as normas do Código de Posturas de Cuiabá. 
Na semana passada a costureira Sueli Garcia, 52, presenciou uma cena que segundo ela não é um caso isolado. Um deficiente físico não tinha por onde passar e teve que ir pela via. “O cadeirante estava andando no meio da avenida porque as calçadas estavam cheias de carros, isso é um absurdo”, desabafou. A situação é realmente precária. O pior é que as pessoas não exageram em seus depoimentos e reclamações. Durante as observações da reportagem, a equipe do site Copopular flagrou por várias vezes pessoas tendo que passar na rua para chegar ao ponto de ônibus, passando muito perto dos carros em movimento, correndo risco de serem atropelados. Para um deficiente visual, por exemplo, é impossível transitar nas calçadas da Prainha. São muitos obstáculos que não o deixaria chegar ao destino final.

VLT da Prainha- A Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa) divulgou o início das obras na avenida Tenente-Coronel Duarte para construção do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos). A obra tem previsão para começar no início de março. O desejo da população agora é que as obras para Copa iniciem logo no local, para que os problemas sejam resolvidos. “Espero que a prefeitura resolva isso logo, porque a Copa está bem aí”, disse o senhor Sidney esperançoso de melhorias.
Da Redação, Ana Sampaio

Governo faz pagamentos suspeitos


Parece que a coisa está virando moda no governo de Mato Grosso.
Depois da Secretaria de Cultura, agora é a Secom-MT que fez pagamentos de cartão de crédito de um banco que foi liquidado no final de 2012 pelo Banco Central. 
Trata-se do Banco Cruzeiro do Sul S/A liquidado após a Polícia Federal apurar um rombo da ordem de R$ 3,1 bilhões e indiciar 17 pessoas.
Pois bem, somente no mês de fevereiro de 2013 a Secom pagou o montante de R$ 9.213,84 referente a  cartões de crédito.
As informações estão disponíveis no portal Transparência/Fiplan.
Veja abaixo os lançamentos registrados:

08/02/13
Banco Cruzeiro do Sul S/A - Cartão MT Fomento R$ 371,53
Banco Cruzeiro do Sul S/A R$ 1.184,30

14/02/13 
Banco Cruzeiro do Sul S/A - CARTAO DE CREDITO R$ 371,53
Banco Cruzeiro do Sul S/A - Consignação R$ 4.737,20
Banco Cruzeiro do Sul S/A - Consignação R$ 1.184,30
Banco Cruzeiro do Sul S/A - CARTAO DE CREDITO R$ 1.384,98

A CASA DOS HORRORES CONTINUA SENDO A CASA DOS HORRORES


Enquete do Midia News
"Casa dos Horrores"
Crise de imagem "cola" na Câmara de Cuiabá
Mesmo com o noticiário relativamente positivo, o presidente da Câmara de Cuiabá, vereadorJoão Emanuel (PSD), terá que gastar mais saliva e sola de sapato para reverter o desgaste do Poder. É o que indica a enquete doMidiaNews encerrada hoje (25).

Diante da pergunta "A partir de agora, a Câmara de Cuiabá vai sair da crise de imagem?", as respostas dos 1433 leitores que votaram foram as seguintes:

A "Casa dos Horrores" não tem solução 
(46.69% - 669 votos)

Dificilmente 
(20.66% - 296 votos)

Não 
(18.35% - 263 votos)

Sim 
(14.31% - 205 votos)

Após gastar R$ 579 mil, Governo abandona o teleférico


Secopa e Sedtur não têm previsão para 

retomada; polêmicas marcaram projeto


O Governo do Estado de Mato Grosso abandonou o projeto do teleférico, que seria construído no mirante em Chapada dos Guimarães (67 km ao Norte de Cuiabá) e que foi lançado no ano de 2009 pela Secretaria de Desenvolvimento do Turismo (Sedtur).
O teleférico é considerado um dos projetos essenciais para impulsionar o turismo na região e foi idealizado com o objetivo de ser um dos atrativos para turistas que irão visitar Cuiabá, durante a Copa do Mundo de 2014.
Por esse motivo, o projeto foi repassado para a extinta Agência Estadual de Projetos da Copa do Pantanal (Agecopa, hoje Secopa), que não deu prosseguimento devido a falhas na licitação, detectadas pela Auditoria Geral do Estado (AGE).
A principal falha seria que o teleférico foi licitado como compra de um equipamento, e não como uma obra de construção civil. Além disso, a AGE detectou "uma série de vícios no contrato firmado com a empresa vencedora do processo".
A licitação foi vencida pela Zucchetto Máquinas e Equipamentos Industriais Ltda. O contrato, no valor de R$ 6 milhões, foi firmado em 2009 e desfeito, unilateralmente, em janeiro de 2012.
Mesmo com o cancelamento, a Zucchetto Máquinas recebeu R$ 579.550,00 do Governo do Estado.
Nesse período, a Agecopa já havia sido substituída pela Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo (Secopa), e era comandada pelo ex-secretário extraordinário Éder Moraes.
À época, Éder afirmou que, mesmo com os problemas administrativos, a obra seria concluída em tempo hábil para ser um dos atrativos para a Copa do Mundo. “Não há dúvida alguma a respeito disso", afirmou. A empresa Zucchetto Máquinas entrou com uma ação de reparação por danos materiais contra o Estado de Mato Grosso. A indenização pedida é de R$5.360.450,00, que seriam correspondentes ao tempo de contrato e gastos que a empresa supostamente teve. 


Jogo de Empurra
Por meio de assessoria, a Secopa informou que o projeto foi devolvido para a Sedtur. A alegação é de que, como o projeto “nasceu” na Sedtur, os problemas na licitação deveriam ser sanados no local de origem.
A Secopa garante que não há nenhum projeto para construção do teleférico entre as obras que serão viabilizadas pela pasta, com vistas ao Mundial de Futebol.
A secretária de Turismo, deputada estadual licenciada Teté Bezerra (PMDB) garantiu que não há nenhuma programação para retomar o projeto do teleférico.
“Temos muitos projetos em andamento, muitos em Chapada dos Guimarães. Mas, nenhum referente ao teleférico. Pelo que sei, a obra seria tocada pela Secopa. Não temos nada previsto na Sedtur”, disse.

Polêmicas
O projeto do teleférico em Chapada dos Guimarães acumulou problemas desde sua fase inicial.
Em novembro de 2009, a Sema concedeu uma licença ambiental prévia, reconhecendo o local onde seria implantado o teleférico.

Em 2010, o Ministério Público Estadual (MPE) ingressou com ação civil pública na Justiça reivindicando a anulação do projeto, porque houve dispensa de licenciamento ambiental. A liminar foi deferida pela Justiça.
Os estudos ambientais são as peças-chaves para o projeto sair do papel, porém, a Sedtur alegou que não tinha dinheiro em caixa para contratação do serviço.
Somente em abril de 2011, foram aprovados o Estudo e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-Rima) e a licença de instalação para a obra do teleférico em Chapada. 
Outra polêmica se deu por duas ações de indenização por danos morais movidas pelo ex-diretor da extinta Agecopa, Yuri Bastos Jorge, contra o promotor Jaime Romaquelli.
Quando era secretário de Turismo na gestão Blairo Maggi, Bastos apresentou o projeto de construir o teleférico, em área pertencente a um advogado, apontado como um dos financiadores da campanha do próprio Yuri Bastos a deputado estadual.
O promotor Romaquelli citou, em ação civil pública, que a Secretaria de Turismo "pretendia construir obras para implantação num aparente conluio com o requerido".
Assim, Yuri Bastos moveu processo, alegando ser vítima de calúnia e difamação.
Em setembro de 2011, a juíza da 9ª Vara Cível da Capital, Gleide Bispo Santos, extinguiu a ação, sem oferecer julgamento de mérito.
Yuri Bastos ainda foi condenado a pagar despesas processuais e honorárias de
advogados, avaliadas em R$ 5 mil.

Teleférico 
O teleférico é composto por dois cabos de aço, que se estendem por 1.500 metros, por onde correm 30 bondes, com capacidade para duas pessoas cada.
O trajeto do passeio envolveria o mirante da região da Pousada Penhasco à Serra do Atimã, na Chapada dos Guimarães. 

21 de fevereiro de 2013

GOVERNO DE MATO GROSSO...MUITO MAIS POR VO...NÃO MUITO MAIS PELA COPA!


O Alto custo de quem não faz nada!

Por: Samuel Levy
Muito se gastou durante as campanhas para governadores em Mato Grosso e em todo Brasil, alguns estados chegaram a custear grandes shows e eventos caríssimos no sentido de levar o maior numero de pessoas a prestigiar não só os cantores, bailarinas ou quem foi ali fazer o espetáculo, mais para prestigiar o candidato em foco, para ouvir e anotar suas propostas e gravar na cabeça suas promessas de campanha, isso no sentido de cobrar providências se o candidato que estava lá em cima, chegasse a tão esperada e cara vitoria.
Muito bem, passada as eleições vieram então as novas gestões e o que tinha sido feito pelo seu antecessor, teria que passar por sérias mudanças, a começar pela foto nas antes salas dos secretários e gabinete do governador.
Podemos então ver ao longo dos tempos que certas mudanças não surtiram o efeito que todos esperavam, os todos a quem me refiro são aqueles que acreditaram e depositaram nas urnas seus votos de confiança, pensando que talvez sua escolha seria a mais acertada possível.
Ledo engano ou engano total, aquele voto, aquela confiança e a credibilidade depositada no cidadão que vestiu a camisa nº1, a de governador do estado, foi por água abaixo, as coisas não aconteceram como foram ditas em campanha. As promessas que foram feitas antes da vitória, agora não eram mais importantes politicamente e isso fez com que muitos setores não funcionassem com uma boa engrenagem, faltou então a velha e tão esperada vontade política, vontade de trabalhar e a vontade de atender a todos com dignidade e com trabalhos que viessem de certa forma atender as reais necessidades de todos.
O setor mais atingido hoje em nosso estado sem dúvida é o que gera a nossa maior riqueza, ou seja, as nossas estradas, onde por elas fazemos o transporte das safras e trazemos para a cidade os produtos hortifrutigrangeiros para serem comercializados em nossas feiras livres.  Não ficamos só nisso não, por essas estradas também passam todos os dias ônibus com estudantes que enfrentam horas de estradas para chegar até seu destino, ou seja as faculdades e universidades, isso sem falar dos alunos de escolas públicas que muitas vezes não conseguem chegar na sala de aula por falta de estradas, por que ônibus tem, ainda que sejam velhos, caindo aos pedaços, sem freios e  as vezes com motoristas irresponsáveis, mais sempre tem um ônibus, o que falta na realidade, é a boa e velha amiga, “A Estrada”.
Outro grave fator que gera desconforto, mau estar e vem causando a morte de quem espera longas horas nas longas filas de Caminhões é o destino de nossas ambulâncias, quando muitas vezes tentam a todos os dias trazer para a cidade os doentes que por falta de uma boa conservação nas estradas morrem no meio do caminho, sem conseguir ao menos chegar ao seu destino, o HOSPITAL.
As condições hoje em nossas estradas são as mais desumanas possíveis e com as chuvas passam de criticas a aterrorizantes para quem vai e para quem vem.
As viagens chegam a ser uma aventura travada por quem anseia chegar ao seu destino e cumprir com seu compromisso de entregar a carga no lugar combinado, até por que ele foi pago para isso, recebeu para pegar e entregar a carga, mais sua frustração é grande quando uma viagem que duraria um dia ou mais, chega a durar até 3 ou 4 dias por causa da longa espera e isso no caso de cargas perecíveis causam prejuízos que geram um pagamento que sempre acabam nos bolsos dos motoristas.

Hoje em Mato Grosso, se visa muito as obras da Copa do Mundo, onde para pagamento de todos estas obras, teremos aqui cerca de 3 a 4 jogos e pasmem senhores leitores, as seleções que irão jogar aqui, serão aquelas que nunca tiveram e não tem expressão alguma, mais para isso bilhões estão sendo gastos.
Quanto as nossas escolas, nossos hospitais, nossa segurança, nossa gente, um povo ordeiro, humilde, trabalhador e hospitaleiro, ficam olhando a tudo sem poder fazer nada, sem poder ao menos opinar ser ou não ser bom ou mau o que esta sendo feito na atualidade.
E pensar que todos esses problemas poderiam ser resolvidos com o dinheiro que vem sendo arrecadado pelo Fethab e que por direito tem que ser destinado a conservação das nossas estradas e as obras de manutenção das mesmas.
É um crime o que vem fazendo o senhor Silval Barbosa que por sinal é o governador de Mato Grosso com relação as nossas rodovias, desviar recursos do FETHAB para as obras da copa.
Quer ter uma visão geral das nossas estradas? Basta ele deixar o avião de lado e andar de carro por todo estado para ver de perto a nossa malha viária, temos trechos em que o asfalto já não existe mais, os buracos e a lama já tomaram conta do tapete preto que deveria ser o principal personagem em nossas rodovias e com isso os acidentes são inevitáveis e as vidas se vão em meio aos destroços dos veículos estraçalhados pela violência causada pela irresponsabilidade de um governo que deveria cuidar de sua gente, mais não cuida.  
Vidas estão sendo trocadas pela Copa.
Na ânsia de ver as coisas andarem de acordo com as suas necessidades, o governo tenta a todo custo mostra um lado obscuro da copa do mundo
Pessoas estão vendo seus negócios, suas empresas e vendo seus sonhos sendo estraçalhados pelas obras da Copa.
Ruas e avenidas bem movimentadas estão sofrendo interdições e causando com isso grandes transtornos a quem faz uso delas para chegar até seu trabalho, escolas ou até mesmo suas casas, depois de um dia fatigante de trabalho, hoje se cansa mais esperar no transito para voltar para casa do que os trabalhos que fazem durante o dia, tudo pelas obras da Copa.
Resta a todos nós agora esperar, esperar e esperar que tudo isso acabe logo, e que essas obras sejam concluídas e que sejam destinadas depois da copa para elevar nosso estado ao desenvolvimento e conforto para sua gente. Que não sejam o grande elefante branco que estão falando aos quatro cantos e que não sejam abandonadas depois da Copa.
Quanto ao senhor Silval, governador deste estado que ele venha a publico mostrar que tem amor por este estado.  Que ama governar esse estado.
  Caso isso não aconteça, veremos então o que acontece com o auto custo de quem não faz nada.  

Samuel Levy
Jornalista em MT – DRT1500

18 de fevereiro de 2013

Deputados vão discutir reestruturação do MT Saúde e Lei da Pesca


Para Riva, o governo falhou por não realizar os investimentos necessários nos setores essenciais.



ANDRÉA HADDAD

As discussões sobre o plano de saúde dos servidores, o MT Saúde, e a Lei da Pesca estão na pauta do Colégio de Líderes da Assembleia Legislativa, em reunião marcada para esta terça (19), às 16h. Presidente da Casa, José Riva (PSD) vai defender a revitalização do plano de saúde. “Vamos discutir nesta semana (MT Saúde), assim como a Lei da Pesca. Queremos que a lei atenda ao pescador e o meio ambiente”, declarou.

Riva quer adequar a lei da pesca com foco no meio ambiente. Em entrevista nesta segunda (18) a uma rádio de Várzea Grande, o presidente da Assembleia também garantiu que a Casa vai concentrar esforços para que os municípios recebam os repasses do Governo do Estado, inclusive, de maneira emergencial. Tanto que os parlamentares devem elaborar um relatório sobre as prioridades de cada cidade. “Temos conversado com Silval, sobre o atendimento emergencial para os municípios. A questão da área de Saúde e a situação precária das estradas nos preocupam muito”.

Para Riva, o governo falhou por não realizar os investimentos necessários nos setores essenciais. Agora, segundo o parlamentar, precisa ‘atacar’ de forma clara principalmente as áreas de saúde e estradas. Entre outros desafios dos parlamentares está a criação da Lei de Eficiência Pública, que provavelmente vai funcionar nos mesmos moldes da Lei de Responsabilidade Fiscal para garantir o cumprimento dos serviços essenciais aos moradores.

Sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Riva acredita que Várzea Grande pode conquistar os recursos. Ele lembrou a atuação firme durante a gestão do ex-prefeito Tião da Zaeli, quando recorreram ao ex-prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (PSD), que prontamente fez a interlocução junto à presidente Dilma Rousseff (PT) para garantir os recursos.

“Agora cabe ao prefeito Walace Guimarães a usar a força que o seu partido tem. O PMDB é um dos partidos mais fortes do Brasil. Michel Temer é o vice-presidente da República e tem também o governador Silval Barbosa. Por isso, acho difícil a perda desses recursos se a cidade estiver organizada”, disse, ao garantir o apoio da AL.

Segundo Riva, Cuiabá perdeu por falta de habilidade e de uma boa articulação política. Ele espera que em Várzea Grande seja diferente, levando-se em consideração a necessidade de se ter água com qualidade, rede de esgoto e asfalto.

PROIBIDO PESCAR...MAIS PASSAR FOME PODE!

POR QUE PESCAR...POR QUE NÃO PESCAR?

Por: Samuel Levy  
Jornal Correio dos Municipios
Quem vive no campo e sabe das necessidades, das adversidades, das precariedades e dos muitos problemas causados pela mau conservação do solo, do meio ambiente e da falta de uma política protetora ao homem do campo, chega a ficar desesperado. Por falar em política, conversando certa vez com um amigo professor, ele me relatou que devemos ser mais audaciosos e entendidos no quesito real de ver a política com outros olhos, veja o relato dele abaixo:

“a política e o campo tem uma grande diferença, quando por exemplo se quer medir a temperatura de uma vaca, o veterinário ou o próprio agropecuarista pegam um termômetro apropriado para o campo e se dirigem até o curral, lá chegando começam com um processo de afetividade coma vaca, eles alisam a cabeça da vaca, seu pescoço, passam as mãos pelo seu dorso, passam pelo rabo e ao final levantam cuidadosamente o rabo da vaca e introduzem o termômetro no anus e depois de alguns minutos, é então medida a temperatura da mesma.

No caso dos políticos em geral, a coisa é bem diferente, o termômetro é introduzido diretamente, sem carinhos e sem afetividade alguma” concluiu o professor.

No caso da Lei da Pesca que foi aprovada pelos deputados estaduais e sancionada pelo governador Silval Barbosa não é diferente, pegaram sem dó nem piedade um termômetro ( leiam-se Lei 9.794 aprovada pela Assembléia Legislativa de MT e sancionada pelo governo de Mato Grosso.), bem grande e introduziram diretamente em quem sobrevive da pesca e em lojas que vendem os materiais necessários para os pescadores e tanto faz ser eles amadores como profissionais, na realidade o respeito nesse caso é maior por parte dos amadores, pois não dependem necessariamente do peixe como alimento diário, mais tratam sua pesca como um passatempo ou até mesmo como uma terapia e como falar do setor comercial, que investiram e acreditaram nesse setor e a mais de 20,30 ou 40 anos vinham sobrevivendo das vendas dos seus produtos.

O senador Blairo Maggi certa vez, declarou em um canal de TV (e isso repercutiu mau nas rodas de pescadores e proprietários de lojas de pesca), que essa lei deveria se estender e ao invés 3 anos de proibição da pesca, deveria esse prazo se estender para 5 anos.
Veja um trecho da matéria- Um projeto de lei do Senado, que propõe a proibição total da pesca profissional e amadora durante cinco anos no Pantanal dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, tem preocupado pescadores e empresários. A moratória da pesca, proposta pelo senador Blairo Maggi (PR-MT), busca estimular o repovoamento natural dos rios..

Se por um lado o senador afirma que essa medida ou esse projeto burro, visa estimular o repovoamento nos rios, ele também visa matar de fome quem sobrevive da pesca e  aqui citamos todos, pescadores amadores, profissionais e os comerciantes de artigos pesqueiros.

Os irmãos Nelio Pedro da Silva, 39, e Natalino Jorge da Silva, 41, receberam a notícia de que a lei foi aprovada quando estavam pescando na região do Pantanal. Oriundos de família ribeirinha, os 2 aprenderam a profissão com o pai. É dela que tiram o sustento da família. “Eu tenho 6 filhos. Não sei fazer outra coisa, não tenho estudo para procurar outro emprego.

Agora esta lei é impraticável, não teremos mais como pescar”, desabafa Nelio. Amador - A restrição é maior para pescadores amadores, que por um período de 3 anos poderão praticar apenas a modalidade pesque e solte, que é questionada por especialistas.

Pergunto então ao brilhante senador se ele deixaria de plantar soja por 1 ano, tenho certeza que não, pois sua riqueza vem do plantio da soja.
Mais não conheço um pescador  ou proprietário de lojas de pesca, que tenham ficado milionários pescando em nossos rios, se alguém conhecer quero ser apresentado a eles. Isso nunca irá acontecer, pois posso afirmar que nenhum pescador detém grande fortuna pelo simples ato de pescar, pois são vetados a todo momento. 

No caso dos plantadores de soja, algodão, milho ou seja lá do que for, ninguém até hoje lançou uma lei que os proibisse de plantar.  Ou seja nunca ninguém criou uma lei que mostrasse o perigo dos agrotóxicos para a saúde dos seres humanos e que o veneno jogado no plantio e no solo prejudicam tanto o meio ambiente, o solo e as pessoas em todos os sentidos.

Conhecendo alguns pescadores e donos de lojas de pesca como eu conheço, vejo diariamente as suas necessidades e muitos que moram na beira do rio, pasmem senhores leitores, chegam a passar fome, tendo o seu alimento bem próximo, mais são proibidos de pega-los por causa de uma lei arcaica e dura demais para uns enquanto existem leis que beneficiam outros, como o salário mínimo do trabalhador que subiu para 680 reais, mais para nossa surpresa um presidiário recebe mensalmente 954 reais por ter cometido crimes.


O ecólogo da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) Francisco de Arruda Machado, conhecido como Chico Peixe, explica que, ao ser devolvida ao rio, a maioria dos peixes sobrevive por no máximo 15 dias. Isso porque o anzol provoca ferimentos irreparáveis. “Eles precisam limitar a quantidade de peixes e fiscalizar, não determinar medidas. Um peixe quando é pego e depois solto dificilmente sobrevive. Os argumentos da lei não têm fundamento”. Na opinião dele, a nova lei é socialmente injusta e equivocada economicamente, pois limita uma atividade profissional que é legalizada. Audiência - Todos os questionamentos do setor serão apresentados em uma audiência na Assembleia Legislativa, nesta segunda-feira. Além dos pescadores profissionais, trabalhadores autônomos e empresas devem participar. São pensões, casas de gelo, vendedores de isca viva, locadoras de barcos, que já preveem uma estagnação por conta das restrições

Então meus amigos, estão nervosos... não vão pescar, a Lei proíbe e o governo aceita.
Eita governinho bão sô ...