13 de março de 2013

APANHANDO GERAL - MAIS NOTICIAS DO GOVERNO DE MATO GROSSO


DENÚNCIA GRAVÍSSIMA
Consórcio Familiar  "MAMANDO" na obras da Copa em Cuiabá!
(Parte I)

Todas as  denúncias feitas no Cacetão Cuiabano acabam sendo confirmadas no transcorrer dos dias, meses ou anos. Com ou sem nenhuma repercursão, tem sido assim há muito tempo. E esta que chegou nesta segunda-feira (11), via email, é aterradora.
Atesta que há um complô grupal, um verdadeiro "Consórcio Familiar" por trás da escolha e permanência da Construtora Santa Bárbara, empresa  às portas da falência, com dívidas expostas de R$ 543 milhões, numa agonia que já se prolonga há 6 anos, portanto, bem antes de Cuiabá virar sede da Copa. Não apenas dela, mas de outras construtoras que tocam obras de trincheiras, pontes, viadutos e avenidas que cortam a Capital e VG desde 2009. Saiu Blairo Maggi com sua Gang (passaram quase 8 anos "nhapando", dilapidando os cofres do Estado),  e entrou Silval Barbosa com sua gestão dependente da "boa vontade" do eterno  presidente regional do PMDB, deputado Carlos Bezerra, muito, muito mais "gulosos".
O aterrador nesta denúncia enviada por um grande e famoso empresário do ramo da construção civil no Estado, é a parte referente aos verdadeiros interessados (e principais beneficiados) no ganho das licitações em Cuiabá para as obras da Copa 2014, entre elas a Arena Pantanal e o VLT cuiabano pela Construtora Santa Bárbara Engenharia e outras "coleguinhas camaradas", mesmo tendo conhecimento(no caso da citada) das dificuldades financeiras vividas pela empresa. E daí a razão principal dos custo do estádio ter passado dos R$ 300 milhões ainda na gestão Blairo Maggi  para R$ 520 milhões  na de Silval Barbosa(podendo subir ainda mais se não tivesse pipocado série de denúncias sobre o "apronto").
Mais tetrificante foi tomar conhecimento através do EMAIL do envolvimento na "trama diabólica e nociva aos cofres públicos de Mato Grosso" de parentes do deputado federal Carlos Bezerra e até do governador Silval Barbosa.
Apontados como "sócios lobistas das empreiteiras", entre eles um filho e  um irmão do governador Silval Barbosa e um filho e um sobrinho  do deputado federal Carlos Bezerra, além de outros personagens estreitamente ligados a ambos os políticos, e que desde 2010 vinham sendo monitorados por escutas da Polícia Federal, a pedido do Ministério Público Federal, com autorização da Justiça Federal, por conta da suspeita  de desvios  em recursos da União. Com riscos de "operação policial" e prisões.

Segundo o mega construtor responsável pela revelação bombástica, até  novembro de 2012, mais de R$ 120 milhões já tinham sido  desviados das obras da Arena Pantanal, do VLT e outras em execução na Capital e Várzea Grande, também atinentes às "melhorias" para a Copa 2014.
"Como  98 por cento dos R$ 120 milhões desviados  havia sido consumado com recursos oriundos do Estado, mais precisamente do FETHAB, tanto o MPF com a PF acharam por bem não agir em 2012", segundo a fonte denunciante.
"A conivência das empreiteiras, entre elas a Santa Bárbara, redunda-se no fato de que sem PROPINA não há contratos e nem obras aqui em Mato Grosso", destacou o denunciante no EMAIL.
 Ely Santantonio

CORRERIA NO PALÁCIO PAIAGUÁS 
Com exoneração sumária de Maurício Magalhães (SECOPA) na gaveta, governador Silval Barbosa teve que conter a fúria, morder a língua e recuar covardemente após telefonema do "Homem Bomba" EDER MORAES!!!
 Quando a imprensa nacional bate duro o governo Silval Barbosa vira pandemônio, com os "cabeças pensantes" articulando alternativas e estratégia para "DESMENTIR" a realidade. Nesta segunda-feira, após divulgação da denúncia pelo Grupo Folha de São Paulo (via Portal de Notícias UOL), de que Cuiabá poderá ficar sem os quatro jogos da Copa 2014 por atraso nas obras da Arena Pantanal (e ainda nem tocou no assunto VLT, que deverá ficar pronto em 2016), foi violenta a correria no Palácio Paiaguás. Alguns "puxas" tentando acalmar o governador Silval Barbosa, que já tinha a exoneração do "laranja" de Eder Moraes na gaveta. 

Até comunicou a decisão a alguns secretários mais próximos, dois deles o da Fazenda, Marcel Cursi e Carlos Rayel, da SECOM...  Às 13:30, um misterioso telefonema do "Homem Bomba" fez o governante mudar de idéia, aplicando apenas um "puxão de orelha" no camaleônico auxiliar Maurício Magalhães, secretário (de direito) da SECOPA.

Para não ficar mal perante a opinião pública, toda culpa do atraso (apenas 42% da Arena está concluido - O RESTO É MENTIRA!) foi jogado nas costas da empreiteira Santa Bárbara, também uma das responsáveis pela construção do VLT cuiabano. Um outro "pepinão" na vida de Barbosa. O contrato foi "quebrado", cabendo, a partir de então, somente à  Construtora Mendes Júnior tocar em frente o "Elefante Branco".
Só que, também por trás das cortinas, a Santa Bárbara continuará presente no Arena Pantanal, pois tanto os maquinários com os funcionários da construtora "PREGADA NA CRUZ" continuarão a trabalhar na obra, sob ordens da Mendes Júnior... E ela, "bobinha", ficará sem receber nada? ACREDITE SE QUISER! 

Consta que, de tão furioso com a péssima repercursão nacional, Barbosa desligou seus três celulares e determinou às secretárias interditar qualquer "ligação inconveniente" para o seu gabinete. Já mais tranquilo à tarde, espantado o risco de exoneração sumária, Maurício Magalhães reuniu a imprensa "baba ovo" por volta das 16 horas  no canteiro de obras da Arena Pantanal, com direito a salgadinhos e refrigerantes, para anunciar (ou melhor, impor novas mentiras) que doravante 3 turnos serão aplicados na agilização dos serviços, que a Santa Bárbara está fora do Consórcio, que Cuiabá terá estádio para a Copa, etc., etc....

O mais importante nisto tudo é que caiu a máscara... As obras do estádio, orçadas em projeto inicial  por R$ 300 milhões, com aumentos galopantes nas mãos do governo Barbosa para quase o dobro, ou R$ 520 milhões, baixou de hora para outra para "somente" R$ 420 milhões. Tudo num piscar de olhos, numa afronta à "rígida fiscalização" do MPE, MPF, Polícia Federal, Justiça Federal e TCU.

Quanto aos pagamentos da obra, o secretário Maurício Magalhães GARANTIU que não haverá mais calotes.  Revelou que a partir de agora será  efetuado para a  Mendes Júnior: “Mediu, construiu e entregou, é pago” – garantiu. Ele ainda assegura que não haverá nenhum aditivo contratual mediante a nova condição estabelecida, mantendo-se o custo do estádio em R$ 420 milhões.
 Ely Santantonio



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