15 de fevereiro de 2013

ABANDONO TOTAL NAS ESTRADAS DE MATO GROSSO...É O GOVERNO DA COPA


EMERGÊNCIA NAS ESTRADAS? 
SÓ SE AS OBRAS DA COPA DEIXAREM!

Precisou a imprensa noticiar aos quatros quantos do estado que as estradas estavam acabadas, deterioradas, danificadas e sem a mínima condição de trafegabilidade.
Fotos foram publicadas, vídeos foram postados em redes como facebook, blogs, sites e outros e o que se viu foi uma total omissão por parte do governador Silval Barbosa e sua valorosa equipe de trabalho, que diga-se de passagem, devem ser chamados só de equipe, por que de trabalho eles não tem nada.
Muito bem, na região Norte do Estado a situação é grave, chegando quase aos desespero.
O caos levado aos motoristas que ali passam, é desgastante, com as chuvas a situação fica ainda mais critica.
Na MT 208 que liga Alta Floresta a Carlinda, no final de 2012, foram feitas operações tapas buracos, mas o serviço foi de péssima qualidade e logo nas primeiras chuvas os buracos já estavam todos abertos novamente.
Se não for tomada nenhuma providência, o Norte do estado, mais precisamente os municípios da região de Alta Floresta, poderão ficar completamente isolados.
as fortes chuvas que caíram no último final de semana deixaram, além de Aripuanã, outros quatro municípios que sofrem com alagamentos de rios e atoleiros nas estradas. Castanheira foi o primeiro a decretar situação de emergência, Colniza, Cotriguaçu e Juruena, também podem decretar.
De acordo com o comerciante Isaques da Rosa, que ficou por mais de 3 horas isolado, sem acesso por via terrestre, o Rio Vermelho, que dá acesso a dois municípios, pela MT 183, ligando Juína a Aripuanã, teve seu nível elevado em 5m devido à chuva do final de semana, deixando o trecho intransitável.
“Após varias horas de espera, consegui passar com a água na cintura, porque do outro lado tinha um amigo meu, e trocamos de carro, ele foi resolver uns negócios em Juína e tenho uns aqui em Aripuanã. Espero que essas chuvas não sejam tão intensas, da forma que estão, corremos sério risco de isolamento ou até mesmo de acidentes nessas estradas” desabafou Isaques.

Um outro grave problema enfrentado é que os caminhões que levam produtos perecíveis acabam ficando na (estrada ?) com a sua carga totalmente podre e com isso o prejuízo é do caminhoneiro que leva a carga, de quem enviou a carga e de quem iria receber a carga, no geral o prejuízo terá que ser divido em 3.
Pela BR 174, trecho que liga Aripuanã ao município de Juruena, a situação também é bastante crítica, devido aos atoleiros que acabam causando o congestionamento de diversos caminhões carregados.
Diante de todos esses probelmas citados em diversos municípios, o senhor Silval Barbosa que por sinal é também governador do Estado de Mato Grosso, determinou uma plano de emergência nas estradas, como já dito acima, depois de receber varias criticas por parte dos remanecentes veículos de comunicação que ainda na foram comprados pela Continental Comuniquetion.  
Que fique bem claro para todos que essa ordem do governador para a realização manutenção emergencial de 22 mil quilômetros de rodovias sem pavimentação e mais 2 mil quilômetros de rodovias asfaltadas é bem vinda, mas tardia.


As rodovias em Mato Grosso matam de todos os jeitos. Um motorista de uma carreta morreu enquanto viajava para a entrega de mercadoria na cidade de Colniza, no extremo Norte de Mato Grosso.  Valteni Augusto Ferreira, 49, sofreu um infarto fulminante. Ele estava parado com o veículo na comunidade AR2, na MT 208, cerca de 72 quilômetros de Aripuanã, por conta de um atoleiro que tinha próximo a pequena vila. A esposa de Valteni, Noeli Ferreira, contou que ele estava nervoso por causa das condições da estrada. Ela revelou que tinha pedido demissão do emprego para viajar com o marido e cuidar dele, já que ele era portador de diabetes e deveria tomar remédios controlados. “Mas ele estava muito nervoso com a situação da estrada” – acrescentou a mulher.


Amigos de Valteni estão indignados com o descaso e as situações das estradas. Dizem que sofrem a mesma situação todos os anos e o Governo nem se quer disponibiliza maquinas para ajudar na manutenção das rodovias nesse período. O caos acontece em todas as regiões do Estado.
“A região que nós rodamos de Castanheira a Colniza ou a Aripuanã é péssima. Não tem assistência por parte dos governantes. O município não pode mexer nas estradas, e nós que movimentamos o Brasil com o transporte de alimentos e madeira temos que ficar 3,4 ou 5 dias parado, não temos assistência nenhuma. Hoje um amigo nosso morreu, de infarto fulminante por que passou raiva de mais. Isso aqui mata qualquer um de raiva mesmo!” – disse Antônio Renato Carneiro.
Valteni Augusto Ferreira deixou um casal de filhos e a esposa que o acompanhavam. Motorista a 23 anos prestava serviços para Essencial Transportes Rio Preto.
Isso deveria constar nas propagandas que o senhor Carlos Rayel vem fazendo, mostrando estradas bem arrumadas, pelo photoshop é claro.
Duas semanas atrás, deputados estaduais cobraram providências do governador Silval e por sinal, dois deles chegaram a propor a remodelagem do Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab), que arrecadou nos últimos três anos R$ 1,71 bilhão.  
E mais uma vez a resposta que tiveram foi a mesma de sempre, parte desses recursos foram remanejados para as obras da Copa 2014 e o interior que se dane, os produtores que se danem, as produções que se danem e as tantas pessoas que moram e dependem dessas estradas para sobreviverem, ficam a deriva, reféns de uma estrada esquecida pelo governo do estado que só tem olhos para a maldita copa do mundo.
Já os famosos maquinários do programa MT 100% Equipado, 705 unidades, cedidos em comodato aos municípios, estão sem condições de uso por falta de manutenção e até mesmo pela inércia e a irresponsabilidade causada pelo período de transição administrativa. Ou seja, estão jogados, se deteriorando com o tempo, para ser mais franco, estão todos enferrujados mesmo.  
Dois dos municípios mais procurados por aqueles ávidos por diversão no Carnaval enfrentam problemas em suas principais vias de acesso. As rodovias MT-251, que liga Cuiabá à Chapada dos Guimarães, e MT-040, que vai da Capital a Santo Antônio de Leverger, colecionam buracos, crateras e falta de sinalização, colocando em risco a vida de milhares de pessoas. “Por mais que eu já esteja acostumado com a estrada, não deixo de sentir um pouco de receio toda vez que tenho que passar por ela”, afirma o estudante Thiago Corrêa, 25 anos. Aluno do Instituto Federal de Mato Grosso, ele mora em uma chácara que fica nas proximidades da rodovia e todo o dia vem para Cuiabá para estudar. 
Por meio da assessoria, a Secretaria de Estado de Trânsito e Transporte Urbano (Setpu) se limitou a dizer que a pasta “está realizando operação tapa buracos nas MT's 251 e 040”
Quando? eu, esse humilde jornalista, me pergunto, o senhor Silval vai acordar e olhar para as necessidades do povo mato-grossense e parar de olhar só para a copa do mundo, pessoas estão morrendo sem atendimento médico e sem estradas para se locomoverem até um hospital ou até mesmo para a capital na ânsia de receber um atendimento médico. Médico? Isso é coisa de granfino, médicos não existem nem mesmo na capital, muito menos no interior, esse e mais um setor onde o governador não dá a mínima atenção, mais certamente não deve faltar para sua família, a família dos outros que se dane, não é mesmo senhor Silval?
Outro setor onde além da copa ele dá muito valor é nas empresas de comunicação, as que a Continental Comunicação comprou é claro, e temos que ressaltar que cuidar e zelar das mais de 80 empresas entre elas sites, jornais, televisões e rádios, é muito difícil, mais ele arruma um tempinho para junto com seu filho Rodrigo Espertinho Barbosa, analisar as contas dessas empresas e o povo que se dane.
Vamos esperar agora para ver até onde vai esse plano de emergência nas estradas, vai que falta recurso para a Copa, terá o senhor Silval mais uma vez que parar com a emergência nas estradas para levar tais recursos para as emergências da copa.
Eta governinho bão sô.

GOVERNO DE MATO GROSSO...TUDO PELA COPA III


VLT entra na mira do próximo relatório do TCE sobre obras da Copa 2014 em Cuiabá

Da Redação/Darwin Júnior
Dez dias após a publicação do relatório bombástico que apontou atraso em 22 das 24 obras da Copa do Mundo em Cuiabá, uma equipe do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) segue trabalhando na elaboração do segundo relatório.

De acordo com a assessoria do TCE, a novidade deve ser a inclusão do Veículo Leve sobre Trilhos na avaliação da auditoria da Secretaria de Controle Externo (Secex) de Obras e Serviços de Engenharia.

Os trabalhos serão divulgados no dia 15 de março no auditório do tribunal, a exemplo do que foi a primeira exposição. O primeiro relatório, publicado no dia 4 deste mês, causou polêmica. Na ocasião, o tribunal apontou que 22 obras apresentaram atrasos de 30 a 240 dias.

Apenas duas construções – Arena Pantanal e aeroporto Marechal Rondon estão dentro do cronograma – de acordo com a publicação do TCE. Consta o relatório que somente 10,81% dos contratos tinham sido executados, até então. As obras com cronograma mais atrasado são as trincheiras do Santa Rosa e Verdão, em Cuiabá e a duplicação da estrada da Guarita, em Várzea Grande. 

Na divulgação deste primeiro relatório, a obra de implantação do VLT ficou fora, já que até a conclusão do estudo técnico, em 31 de dezembro, o contrato ainda não tinha começado a ser executado. O documento foi encaminhado para os chefes dos poderes Executivo e Legislativo, além do secretário da Secopa. Agora o VLT

O conselheiro do TCE e relator das contas da Secopa, Antonio Joaquim, destacou que o VLT entra na mira do tribunal nos trabalhos que acontecem entre os meses de fevereiro e março. “Já estamos vendo pela cidade obras relacionadas ao VLT, porém sobre o cumprimento de prazo, só poderemos afirmar se está sendo cumprido no próximo relatório”, destacou.

De acordo com a Secretaria Extraordinária da Copa, as obras do VLT estão 22% concluídas (números de janeiro), incluindo a fase de projeto. Notadamente, parece haver grandes diferenças entre os números divulgados pela Secopa e pelo TCE.

Para se ter uma ideia, a projeção da Secopa aponta que as obras da Arena Pantanal chegaram ao final de janeiro com 62% da conclusão. Esse número foi desmentido no relatório do TCE que apontou o novo estádio em apenas 37% pronto.

Praticamente todos os dados divulgados pelo TCE foram rechaçados pelo secretário da Secopa, Maurício Guimarães e pelo governador Silval Barbosa que discordaram da avaliação, assegurando que houveram avanços significativos. Contudo, a Secopa afirmou que recebeu o relatório como alerta e que já está elaborando um Plano de Providências.

Polêmica
O ponto que causou mais polêmica no relatório publicado pelo TCE foi o apontamento de irregularidade nos repasses feitos pela Secopa ao consórcio construtor da Arena Pantanal. O Governo pagou, antecipadamente, R$ 35 milhões à empreiteira por estruturas metálicas, que ainda não foram adquiridas. A Secopa justificou que a prática ocorre em todas as obras de arenas pelo país.

O conselheiro Antônio Joaquim afirmou que os atrasos preocupam. “É grave, mas não é alarmante. Existe, sim, o risco de algumas obras não ficarem prontas no prazo determinado. Por isso, é preciso que o governo adote algumas medidas para evitar atrasos que venham atrapalhar a realização da Copa, que tem data certa para acontecer, julho de 2014”, concluiu Antonio Joaquim, durante entrevista coletiva concedida à imprensa.

Argumentando preocupação com os prazos das obras, o TCE decidiu que a partir de agora, a equipe da secretaria de Controle Externo fará um novo relatório a cada 45 dias. Depois do relatório do dia 15 de março, o calendário do TCE prevê novas projeções em 30 de abril e 15 de junho.

GOVERNO DE MATO GROSSO...TUDO PELA COPA II


VLT e Arena Pantanal estão por um fio

Falência da Santa Bárbara Engenharia emperra projeto e revela fragilidade de processo licitatório

Fonte: Circuito Mato Grosso
O polêmico projeto do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) e a Arena Pantanal passaram a correr risco iminente de não serem concluídos diante da falência anunciada da Santa Bárbara Engenharia.

Apesar de a crise da construtora se arrastar há alguns anos, a empresa teve seu nome avalizado pelo Governo do Estado no processo licitatório não só da obra do VLT como da Arena Pantanal, revelando a fragilidade do certame em que pese as obras representarem gastos vultosos para os cofres públicos: Arena Pantanal R$518,9 milhões e VLT R$1,5 milhão. A Arena Pantanal começou a ser construída em maio de 2010, com a previsão inicial de que ela estivesse concluída em dezembro de 2012.

O prazo não foi cumprido e em julho do ano passado o estádio tinha 46% de suas obras concluídas. Naquele mês, o governo de Mato Grosso assinou um aditivo ao contrato e estendeu o prazo de entrega até outubro deste ano. Considerando esse novo prazo e as execuções financeiras do contrato, o Tribunal de Contas do Estado (TCE) divulgou um relatório sobre o andamento das obras da Copa. 

O relatório apresentado também mostra que um acórdão firmado entre o TCE e a Secopa não foi cumprido. Antonio Joaquim explicou que a Secopa repassou antecipadamente ao consórcio Santa Bárbara/Mendes Júnior – que executa as obras da Arena Pantanal – pouco mais de R$35 milhões, situação em desacordo com o referido órgão.

O TCE também contesta o cronograma de andamento da Arena Pantanal apresentado pela Secretaria da Copa. “A Secopa tem divulgado em seu site na internet a execução de 55% da obra. Essa informação não corresponde ao percentual de execução da obra levantado neste relatório, que é de 37,41%”, diz trecho do documento.
 
De outro lado, o Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) também segue com o projeto na corda bamba, visto que uma das empresas responsáveis por 10% da obra é a Santa Bárbara.

E em que pese o prazo para entrega do sistema funcionando seja março de 2014, somente há 45 dias o Conselho Estadual de Desenvolvimento Empresarial (CEDEM) aprovou a importação de elementos fundamentais para a implantação do VLT, como chapas metálicas e trilhos.

De acordo com cálculos do Consórcio VLT Cuiabá, as obras de implantação do sistema já estão 22% concluídas, incluindo a fase de projetos.

A parte física construída já ultrapassaria 10%. No entanto, a apenas 13 meses para a conclusão da obra, praticamente nenhum passo foi dado para a compra dos materiais importados, a não ser a aprovação da transação pelo Cedem.

O gerente de logística do Porto Seco de Mato Grosso, Elton Ertal, disse ao Circuito Mato Grosso que não tem conhecimento de qual empresa estrangeira está vendendo os trilhos para o Consórcio VLT Cuiabá e por isso não teria como adiantar se haverá atraso na compra do produto por conta da demora na aprovação da transação junto ao Cedem. “Se eles estão fazendo a compra direta do fornecedor, pode ser que não haja demora”.

O projeto
Com dois eixos, CPA-Aeroporto e Coxipó-Centro, o modal será implantado no canteiro central das avenidas Historiador Rubens de Mendonça, FEB, 15 de Novembro, Tenente-Coronel Duarte (Prainha), Coronel Escolástico e Fernando Corrêa da Costa. Serão três terminais de integração e 33 estações, que terão uma distância média de 500 a 600 metros entre um ponto e outro.

Sandra Carvalho – Da Editoria
Fotos: Pedro Alves

GOVERNO DE MATO GROSSO...TUDO PELA COPA

Seis municípios de MT estão em situação de emergência
Seis municípios do interior de Mato Grosso estão em situação de emergência por conta do período de chuvas intensas no Estado. A principal preocupação tem sido com relação às estradas que dão acesso às cidades, já que trechos das rodovias estão sendo interditados sob o risco de acidentes graves entre veículos.
Segundo o agente da Defesa Civil, Benedito de Araújo Gomes, os municípios de Alta Floresta, Castanheira, Cotriguaçu, Guiratinga, Nova Brasilândia e Nova Nazaré já enviaram comunicados ao órgão sobre a situação de emergência causada nas cidades nas últimas semanas.
"Por enquanto, não temos nenhum município em estado de emergência. As cidades solicitaram vistorias da Defesa Civil para apurar os prejuízos e riscos para a população. Essas informações estão sendo coletadas para que as medidas cabíveis possam ser estabelecidas".
Para o secretário de Infraestrutura de Cotriguaçu, Gilmar Prange, o volume de chuvas registrados desde o começo do ano na cidade está muito acima do normal dos últimos anos. Segundo ele, a última vez que choveu tanto assim foi no final dos anos 80. "Temos três trechos das rodovias MT-170 e MT-208 interditados porque a pista já foi parcialmente ou totalmente destruída. Além disso, ao longo das estradas estaduais e vicinais, pontes e bueiros atrapalham o tráfego de veículos e barreiras desmoronaram".
Também no noroeste de Mato Grosso, o município de Castanheira vive em situação de emergência há algumas semanas. O ponto mais crítico tem sido a MT-170 que liga a cidade à Juruena (região Noroeste). De acordo com o chefe de gabinete da prefeitura, Júnior Rios, há cerca de dez dias, famílias estão isoladas em atoleiros na rodovia. Ele afirma ainda que já foi encaminhado à Defesa Civil um pedido para que a situação da cidade seja analisada.
"O município não tem condições de prestar toda a ajuda necessária para aquelas famílias isoladas. É preciso um maquinário pesado para retirar as carretas e caminhões atolados e consertar as pontes caídas durante as chuvas. O que vem sendo feito até o momento é o envio de alimentos e assistência médica a eles".
A MT-110 que liga a cidade de Guiratinga à Tesouro (região Sul) também tem trechos interditados por conta das chuvas. Segundo o presidente da comissão municipal da Defesa Civil de Guiratinga, Ari Bonilha, os motoristas têm tido que cortar 250km em Alto Araguaia (região Sul) para voltarem à rodovia onde ainda é possível trafegar.

Fonte: Fonte: A Gazeta 

14 de fevereiro de 2013

INCOMPETENCIA PURA


Crea dispara críticas contra Secopa



“Quando o governo diz em suas propagandas ‘desculpe pelo transtorno, estamos em obras’ deveria acrescentar a frase: ‘desculpe pela nossa incompetência, já que estamos mexendo em todos os cômodos de sua casa de uma única vez’”. É dessa forma que o Conselho Regional de Arquitetura e Agronomia (Crea-MT) avalia o estágio e a situação das obras em Cuiabá e Várzea Grande. O Conselho vê com muita preocupação a forma como os projetos das obras da Copa de 2014 estão sendo conduzidos pelo Governo do Estado. Para o coordenador de acessibilidade da entidade, Givaldo Campos, o caos instalado na cidade é fruto da incapacidade do Estado de realizar um calendário de execução de projetos adequado. “O pedestre está sofrendo, a cidade está sofrendo por conta da incapacidade de quem fez cronogramas que estão sendo executados ao mesmo tempo, travando a cidade por completo”, pontua Campos. O coordenador argumenta que o despreparo do governo gera não somente uma série de transtornos à população como também prejuízos financeiros à cidade. “Cuiabá perde com o deslocamento de mercadorias, o socorro às pessoas é prejudicado, o atendimento da polícia é afetado, enfim, a cidade é dinâmica, não pode ser paralisada de uma vez só”. No entendimento do Crea, o cidadão acaba tendo que se submeter a essa situação por conta da incompetência do Estado.

Os problemas, contudo, não param por aí. O Crea apresenta uma série de apontamentos que põem em xeque a capacidade do Estado e das autoridades em receber o maior evento esportivo do mundo.
    
“Mobilidade pra inglês ver”


Givaldo Campos afirma que as obras que estão sendo realizadas nas duas maiores cidades de Mato Grosso nem de longe podem ser classificadas como “obras de mobilidade urbana”. “Essas obras são, no máximo, obras de adequação viária, não de mobilidade urbana. Não existe respeito ao pedestre, não existe sinalização adequada, é tudo improvisado”, critica o coordenador.

Campos ainda completa dizendo que chamar o projeto do VLT de “Projeto de Mobilidade do Vale do Rio Cuiabá” é um tapa na cara dos profissionais. Para ele, “é apenas um projeto de BRT que mudou para VLT, um projeto bom, mas somente isso”. O Crea argumenta que mobilidade urbana, no caso do VLT, por exemplo, engloba questões como a integração tarifária e física com outros meios de transporte, entre outros pontos, que até o momento não estão sendo colocados em pauta.

Arena “meia-boca”

Alvo de contestações por parte de órgãos fiscalizadores – nos quesitos prazos de execução e repasses indevidos –, a obra da Arena Pantanal também é “suspeita” quando o assunto é acessibilidade. Acontece que o estádio terá apenas 1% da quantidade total de assentos reservados a pessoas com deficiência física/visual ou com mobilidade reduzida, quando na verdade o decreto federal 5296/04 determina a destinação de 2% de assentos a pessoas nessas condições.

Em tese, a obra estaria “irregular”, levando em consideração o fato de que o decreto é de 2004 e o projeto da arena foi aprovado em 2009, ou seja, o alvará da obra foi liberado mesmo ela não estando em conformidade com a lei. “Não se dá alvará de obra que não cumpre a lei; se não cumpre, o alvará não deveria ter sido liberado. Contudo, a Prefeitura de Cuiabá liberou mesmo a arena estando em descumprimento com o decreto”, afirmou Campos.

Ele revela ainda que uma manobra do governo federal editou a Lei de Serviços Estrangeiros no Brasil para as Obras da Copa, alterando de 2% para 1% a quantidade de assentos reservados a deficientes físicos. “Os estádios previstos para a Copa não atendiam ao que estava previsto no decreto 5.296, quando os Creas do país começaram a “espernear” e já não dava mais para derrubar o que está concretado, aí o governo editou uma lei que nada tem a ver com acessibilidade e lá no meio dos artigos fizeram essa alteração. Então a arena pode ser considerada ‘meia-boca’ quando se analisa a quantidade de assentos reservados”.

Camila Ribeiro – Da Redação
Fotos: Pedro Alves

13 de fevereiro de 2013

PAGOT ESTÁ DE VOLTA


Com críticas a Silval, Pagot desconversa candidatura de Maggi e lança “MT Pró-Ativo”

Izabela Andrade e Valdemir Roberto | Redação 24 Horas News - Redação Correio dos Municipios



O  ex-diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (DNIT), Luiz Antônio Pagot (sem partido), segue afiado quando  o assunto é pólítica. Começa desconversando sobre coordenação um grupo em apoio a uma eventual candidatura do senador Blairo Maggi (PR) ao Governo do Estado em 2014. Segundo Pagot, o movimento “MT Pró-Ativo” – que reúne líderes do PPS, PDT e PR - não tem o cunho eleitoral. Garante o homem forte de Maggi que a idéia é discutir melhorias para vários setores abandonados pelo governo de Silval Barbosa (PMDB). 
Braço forte do Governo do atual senador republicano, Pagot que também é conhecido como trator, tem desenvolvido articulações junto às bases do interior do Estado, e busca estreitar o diálogo com partidos que tiveram um destaque razoável nas eleições passadas. Em verdade, é preciso alicerçar o grupo para futuramente, o nome do sucessor de Silval Barbosa seja indicado - defendem líderes do grupo. Mas por enquanto, segundo Pagot,  o nome de Maggi está fora de cogitação. 

“Primeiro preciso saber qual é a intenção do senador Blairo Maggi se realmente vai sair como candidato em 2014. Mas, independente do nome dele há outros nomes de políticos que podem ser conversados como José Riva e Pedro Taques”, disse.  

Dentre as lideranças com quem Pagot tem mantido agenda permanente dentro do “MT Pró-Ativo” estão os prefeitos de Rondonópolis e Lucas do Rio Verde, Percival Muniz (PPS) e Otaviano Pivetta (PDT) – respectivamente. Também participam das discussões o ex-prefeito do município de Água Boa, Maurição Tonhá (PR), Adilton Sachetti (PDT) e Marino Franz, hoje filiado ao PPS, mas cortejado pelo PSDB. Políticos, que segundo Pagot, querem o “bem” de Mato Grosso e trabalham com o intuito de resgatar o compromisso efetivo com o cidadão.  

Pagot reforça a tese de que o grupo está disposto a discutir o futuro do Estado e pontua setores deficitários e que não receberam a devida atenção ao longo do Governo do PMDB, como a educação e pecuária. Para ele está claro que todo o trabalho desenvolvido pelo então governador Blairo Maggi sequer foi continuado por Silval Barbosa. 

“Não podemos ficar só nas promessas de campanha. Veja: o governo não deu um passo em prol da pecuária. Mato Grosso tem um grande potencial que não é e não foi explorado. Já educação é catastrófica. Querem introduzir o Estado no terceiro milênio, mas a educação parou no tempo. Nossas escolas e Universidades não oferecem nada aos nossos jovens”, disparou.  

GOVERNADOR DA COPA...E AS ESTRADAS...

Caminhoneiros estão há mais de 10 dias parados em atoleiro em MT

]Carreteiros e caminhoneiros copletaram nesta terça-feira de Carnaval, nada mais nada menos, que 10 dias parados em atoleiros na MT-170, na região Noroeste, entre Juruena e Aripuanã. As constantes chuvas e a falta de manutenção na via resultaram no surgimento de pontos muitos críticos onde só passam puxados por tratores.

Além dos prejuízos, os motoristas sofrem com cansaço e dificuldades enquanto o problema não é resolvido. E seus familiares estão preocupados. Vera Lucia Brugnago, esposa de um caminhoneiro, disse hoje, à Tv Centro América, que há "mais 50 caminhões no local onde estão parados". A preocupação é também com o fim da comida que os caminhoneiros levam.

Continua chovendo na região e a Defesa Civil garante que está monitorando e prestando apoio às pessoas.

7 de fevereiro de 2013

ALGUEM ESTÁ VENDO O GOVERNADOR DE MATO GROSSO AI...NÃO! COITADO ELE ESTA CUIDANDO DAS OBRAS ATRAZADAS DA COPA


Redução do ICMS

Estados do Sul e do Sudeste fecham acordo para acabar com a guerra fiscal
Os estados do Sul e Sudeste do país fecharam acordo para reduzir de forma gradativa a alíquota do ICMS, até chegar a 4%, e acabar com a guerra fiscal. O governo federal defende um prazo de 12 anos para a redução, como trata a Medida Provisória 599/12. Os estados convergiam para o prazo de quatro anos, mas concordaram que o tempo seja estendido no máximo em oito anos.
Para o Coordenador da Administração Tributária do Estado de São Paulo, José Clóvis Cabrera, o prazo longo acirra a guerra fiscal entre os estados. Segundo ele, a única forma de eliminar o problema é fazer uma transição rápida. “Além do mais, esse prazo implica em aplicação de recursos da União, por meio do Fundo de Compensação de Perdas, para a solução da guerra fiscal. E esse custo para a União fica muito elevado. Nossa preocupação é trazer essa emenda para um prazo razoável”, afirmou.
Cabrera espera que a previsão de 12 anos seja reduzida e a alíquota do ICMS chegue a 4% em um prazo mais curto. “A nossa intenção é ter brevidade nessa solução. E que possamos encontrar a melhor saída para todo esse problema”, ressaltou.
O representante da Comissão Técnica Permanente do ICMS (Cotepe) no Paraná, Gilberto Calixto, disse que o governo paranaense também deseja que o período de unificação seja curto. “A nossa defesa é de uma redução mais rápida das alíquotas. Não só da uniformidade entre as alíquotas tanto dos estados do Sul e Sudeste para os estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, quanto nas operações entre esses estados”, argumentou.
Para Calixto, é preciso reduzir o prazo de 12 anos em todo o país e acabar de vez com a guerra fiscal. “Hoje os estados estão brigando por uma empresa. Então você tem três, quatro estados querendo tirar empresa de um terceiro estado. Hoje não é mais questão de trazer uma empresa nova ou investimento do outro. É tirar um investimento do outro. E aí você cada vez mais vai diminuindo a arrecadação do imposto por conta disso”, finalizou. Termina na próxima quarta-feira (13) o prazo para que os parlamentares apresentem emendas à MP responsável pela redução gradativa do ICMS interestadual.
(Reportagem: Artur Filho/ Foto: Alexssandro Loyola/ Áudio: Elyvio Blower)

6 de fevereiro de 2013

COOMENTANDO COM PRECISÃO


DE VOLTA
AO PASSADO
Por: Samuel Levy
Jornalista sob a DRT-MT/1500

Na posse do atual Secretário  de Des-comunicação do governo Silval Barbosa, Senhor Carlos Rayel, recebemos vários comentários a respeito desse moço. Abaixo apenas alguns, e olha que eu tentei achar algum que fosse de boas palavras, mais foi difícil, não achei e resolvi postar então os que estavam mais amenos, agora uma coisa é certa, se esses ai foram os mais amenos, imaginem os mais agressivos.

Marcel | 17/04/2012 19:45
Cuiabá  - Isso é que dá colocar marketeiro como secretário de comunicação. Não tenho nada contra importação de jornalistas ou outros profissionais, mas esse pessoal não entende nada de Cuiabá, Mato Grosso, que tipo de comunicação vai dar isso? vai ser que nem Galindo falando que os prefeitos do interior só falam, falam e nada fazem? A verdade é que a galera faz, faz, faz e a gente não fala nada. Governador, bota um cara de comunicação na secretaria, deixa a marketagem pra campanha.

Marcela | 17/04/2012 16:33
Rondonópolis  -  Há tempo já ouço falar desse Carlos Rayel. Ele é desses que se acha. E o que é pior: pensa que aqui em Mato Grosso só tem idiotas e tem que trazer gente de fora. Mais idiota é quem contrata esse tipo de gente.

Adalberto Ferreira Da Silva | 17/04/2012 14:23
Cuiabá  - Se o cara é contra o livro "Privataria Tucana", que denuncia o entreguismo do patrimônio público nacional, não precisa mais de carta de apresentação. Já entendemos tudo...

Aparecido Nunes | 17/04/2012 09:13
Ah que bom, como se não tivéssemos profissionais competentes! O mercado de jornalismo está péssimo e o secretário de Comunicação que entra ainda faz o favor de trazer gente de fora! É por isso que MT anda como está. O povo que trabalha aqui não dá valor no povo daqui! Sempre foi assim e pelo jeito, não tem previsão de mudar. Dizem que Liu Arruda ajudou a reduzir o preconceito com o cuiabano. Mas, pelo que se vê isso é pura balela. Tem gente que ainda acha que aqui não tem profissionais de verdade. Um pena que o novo secretário já entre "desfazendo" o que deveria fazer, que é estruturar a comunicação no Estado.

Renata | 17/04/2012 09:10
Cuiabá - Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

Cuiabano Xápa E +. | 17/04/2012 09:09
Cuiabá  - Cuiabá, 293 anos. Está tão atrasada que não tem nenhuma instituição de Ensino Superior para formar jornalistas/Mkt???? Precisa "importar" de outros estados? Óóó governador, por favor Vossa Excelencia conhece e sabe que aki temos de sobra e que moram aki. Esse que veio de fora tem que pagar salário, hospedagem,...... não conhece nadica de nossa cidade/estado. VÃO TRABALHAR POR ELE. KKKKKK

Léo Kuiabano | 16/04/2012 10:57
Muito bom, na hora de pedir voto os eleitores são de Mato Grosso, mas na hora de mamar nas frondosas tetas importa profissionais de outros estados. Parabéns governador isso é que se chama de valorizar os pratas da casa!!

Artur Rocha Oliveira | 16/04/2012 10:56
Cuiabá  - Ok. Muito bom. Isso significa que em todo nosso imenso estado de Mato Grosso não há um profissional sequer com capacidade para ocupar o posto? Puxa, não sabia que estávamos tão mal de profissionais de comunicação! Lamentável!

BRINCANDO DE ESCONDE...ESCONDE!!!


CALOTE NO APOSENTADO 
Aposentado de Barueri briga na Justiça para receber prêmio enquanto a Justiça caça uma forma de executar dívida de “homem de ouro” de Silval Barbosa
Carlos Rayel aplicou golpe de R$ 282 mil contra velhinho em São Paulo

ENOCK CAVALCANTI
CENTRO OESTE POPULAR
CORREIO DOS MUNICIPIOS




O marqueteiro Carlos Rayel, a julgar pelos processos em que figura como réu, na Justiça de São Paulo, parece ser um homem de muitas caras. Em processos movidos pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, Carlos Rayel aparece como personagem de um “enriquecimento estonteante”, faturando muito além do que seria possível, dados os limites de seus rendimentos na administração do então governador Orestes Quércia.
Só que existem outras pessoas na captura de Rayel e nossa reportagem encontrou, na cidade de Osasco, o aposentado Jovino Dantas Barbosa, de 71 anos, que acabou de sair de um tratamento de câncer no pulmão e se angustia tentando receber, desde 1995, um prêmio que uma das muitas e variadas empresas comandadas por Rayel  sorteou através de um bingo promovido na cidade de Osaco.
‘Seo’ Jovino ganhou mas não levou um carro Volks, uma casa popular e uma linha telefônica, dentro de um sorteio do qual participaram milhares de pessoas. O processo aberto pelo aposentado contra o atual secretário de Comunicação de Mato Grosso já está em fase de execução mas “seo” Jovino não consegue receber sua grana porque a Justiça não consegue localizar o esquivo Rayel que parece ocupar uma parte de sua vida em se esconder dos oficiais de Justiça.
Bingão da Cesta Milionária
A empresa SCR Planejamento e Promoções, comandada por Rayel, deu o nome de “Bingão da Cesta Milionária” ao sorteio que promoveu, na Grande São Paulo, em 1995, e através do qual faturou prestigio e muito dinheiro, vendendo cartelas em todo estado,  em uma época em que sorteios como esse eram legalizados, contando inclusive com cobertura da televisão. Os sorteios organizados por Carlos Rayel, antes de se transformar em marqueteiro de Garotinho, Carlos Bezerra e Silval Barbosa, eram transmitidos pela extinta TV Manchete, para todo o Brasil.
Em entrevista exclusiva, gravada em vídeo,  “seo” Jovino Dantas Barbosa queixou-se que a empresa de Rayel tinha um prazo de 180 dias para fazer a entrega dos prêmios que ele ganhara no dia 28 de maio de 1995, através da cartela  de número 4864233-40 – só que a enrolação se estende até este ano de 2012. O aposentado ainda esperou e negociou, na maior boa fé, por dois anos com a empresa de Rayel, sem jamais lograr êxito no acesso à premiação. Em 1997, dentro desse processo de empurrar o problema com a barriga, Rayel e a SCR, depois de diversas cobranças infrutíferas por parte do ganhador do Bingão, firmaram um contrato garantindo que, por ocasionais dificuldades de caixa, pagariam o prêmio parceladamente – só que também não cumpriram este acordo.
Restou, então, ao “seo” Jovino o caminho da Justiça. Com seus parcos recursos, teve que recorrer à Defensoria Pública de São Paulo que  impetrou uma ação de execução do contrato, na 2º Vara Cível do Fórum Regional de Santo Amaro, na capital paulista, sob número 0684/1997. O reclamante teve ganho de causa através de decisão do juiz  Francisco Jianquito, em janeiro de 2003. Na ocasião o magistrado determinou o bloqueio de  dois carros, bem como notificou o Banco Central para efetuar penhora on-line nas contas bancárias  de Carlos Rayel, onde  quer que fossem localizadas. Só que, a  julgar pelo teor das ações judiciais em que figura como réu, depois de refestelar-se nas funções que exercia no governo de Quércia, Rayel partiu para outros voos pelo Brasil afora, sem deixar pista do seu paradeiro, já agora posando de marqueteiro, e sendo acolhido, entre outros, pelo então cacique do PMDB do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho e sua esposa Rosinha. Em Mato Grosso, Rayel tem atuado como marqueteiro de Carlos Bezerra, José Carlos do Pátio e Silval Barbosa, todos figuras proeminentes do PMDB mato-grossense que parecem não se incomodar com as cobranças que pairam sobre a biografia de Carlos Rayel.
A dívida de Rayel para com “seo” Jovino, feitos os devidos ajustes monetários, hoje está avaliada em R$ 282 mil e o aposentado só conseguiu penhorar R$ 3 mil reais em uma das contas do marqueteiro, porém até agora a Justiça paulista não logrou sequer notificar Rayel para que o aposentado possa fazer o levantamento dessa mixaria inicial. Rayel se mandou de São Paulo sem preocupação em informar seu rumo para o Judiciário e as tentativas dos oficiais de Justiça do Fórum de Santo Amaro para citá-lo a apresentar bens à penhora, depois da decisão do juiz Jianquito, tem sido em vão. Enquanto ‘seo’ Jovino sofre com as sequelas do seu câncer, residindo em humilde residência, ao lado da esposa e de uma filha, sobrevivendo com apenas um salário mínimo mensal da aposentadoria pelo INSS, Carlos Rayel agora vive em Cuiabá, recebe polpudo salário de secretário de Estado, em Mato Grosso e voltou a ter sob seu controle, tal como nos tempos de Quércia, um orçamento nababesco.
Outro lado
Rayel  não se manifesta
O secretario Carlos Rayel não respondeu às inúmeras tentativas do COP para ouvir sua vesão no caso do velhinho lesado no bingo paulista. Rayel se mantém alheio e as revelações sobre as ações judiciais em que figura como réu, na Justiça paulista, parece não tê-lo incomodado muito. Nem a ele nem a ninguém da administração do governador Silval Barbosa, alvo de tantos questionamentos. Para quem há anos foge de suas responsabilidades para com um velho aposentado de Osasco, não é de estranhar esse silencio constrangedor.