Da Redação
O PSDB vê afundar sua imagem perante outros partidos que ele próprio acusa de corruptos por supostos crimes no Poder Público. Quem afunda os tucanos é Paulo Preto, ou melhor dizendo, Paulo Vieira de Souza, que foi diretor do Departamento Estadual de Rodovias S.A do Governo de São Paulo (Dersa) que é administrado pelo PSDB nas últimas duas décadas.
Vieira de Souza foi diretor de engenharia do Dersa, assessor da Casa Civil no governo Serra, amigo de Aloysio Nunes (eleito senador) e de Fernando Henrique Cardoso. Ele é apontado por tucanos como quem teria arrecadado recursos para a campanha tucana e supostamente não teria entregue todo o volume arrecadado, ou seja, do total, R$ 4 milhões teriam se desviado não se sabe para onde, nem para que.
Pior de tudo é que a presidenciável do PT, Dilma Rousseff (PT), relatou o fato no último debate, o que deixou José Serra sem reação e negando que soubesse dos fatos. Na mesma toada em que negou, Serra se viu obrigado no dia seguinte a dizer que conhecia Paulo Preto, mas não tinha conhecimento de qualquer história envolvendo questões financeiras. Serra teria inclusive sido grosseiro ao responder que a candidata petista não deveria medir seus companheiros pela régua do PT.
Fora isto, informações extras publicadas pela Folha de São Paulo dão conta de que o PSDB teria um rombo em suas finanças de R$ 20 milhões e precisaria de R$ 50 milhões no total, inclusive, para fechar sua contabilidade em relação às eleições do 2º turno, o que deixa em suspense se Paulo Preto teve ou não envolvimento e se houve ou não o desvio dos recursos apontados pela candidata petista e que não obteve uma resposta plausível dos tucanos para responderem o que Paulo Preto tem ou não de interesse nas administrações tucanas.
Em tempo, Paulo Preto admitiu amizade com o senador eleito por São Paulo, Aloysio Nunes, que enquanto ministro de FHC teve o mesmo como assessor direto. Aliás, a amizade é tanta que Paulo Preto, emprestou R$ 300 mil (Trezentos Mil Reais) para que o futuro senador por São Paulo com 11 milhões de votos comprasse um apartamento. Aloysio Nunes reconheceu o empréstimo, mas disse que pagou tudinho.
Inconformado por ter sido retirado da direção do Dersa, segundo diz, por ex-colegas do governo de São Paulo, ele manda um recado para antigos companheiros: "Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada. Não cometam esse erro". Autodeclarado arrogante, Preto nega ter arrecadado recursos para o partido, mas diz que criou as melhores condições para que houvesse aporte de recursos em campanhas. 16 de outubro de 2010
“Homem-bomba” é pedra no sapato de Serra no segundo turno
Da Redação
O PSDB vê afundar sua imagem perante outros partidos que ele próprio acusa de corruptos por supostos crimes no Poder Público. Quem afunda os tucanos é Paulo Preto, ou melhor dizendo, Paulo Vieira de Souza, que foi diretor do Departamento Estadual de Rodovias S.A do Governo de São Paulo (Dersa) que é administrado pelo PSDB nas últimas duas décadas.
Vieira de Souza foi diretor de engenharia do Dersa, assessor da Casa Civil no governo Serra, amigo de Aloysio Nunes (eleito senador) e de Fernando Henrique Cardoso. Ele é apontado por tucanos como quem teria arrecadado recursos para a campanha tucana e supostamente não teria entregue todo o volume arrecadado, ou seja, do total, R$ 4 milhões teriam se desviado não se sabe para onde, nem para que.
Pior de tudo é que a presidenciável do PT, Dilma Rousseff (PT), relatou o fato no último debate, o que deixou José Serra sem reação e negando que soubesse dos fatos. Na mesma toada em que negou, Serra se viu obrigado no dia seguinte a dizer que conhecia Paulo Preto, mas não tinha conhecimento de qualquer história envolvendo questões financeiras. Serra teria inclusive sido grosseiro ao responder que a candidata petista não deveria medir seus companheiros pela régua do PT.
Fora isto, informações extras publicadas pela Folha de São Paulo dão conta de que o PSDB teria um rombo em suas finanças de R$ 20 milhões e precisaria de R$ 50 milhões no total, inclusive, para fechar sua contabilidade em relação às eleições do 2º turno, o que deixa em suspense se Paulo Preto teve ou não envolvimento e se houve ou não o desvio dos recursos apontados pela candidata petista e que não obteve uma resposta plausível dos tucanos para responderem o que Paulo Preto tem ou não de interesse nas administrações tucanas.
Em tempo, Paulo Preto admitiu amizade com o senador eleito por São Paulo, Aloysio Nunes, que enquanto ministro de FHC teve o mesmo como assessor direto. Aliás, a amizade é tanta que Paulo Preto, emprestou R$ 300 mil (Trezentos Mil Reais) para que o futuro senador por São Paulo com 11 milhões de votos comprasse um apartamento. Aloysio Nunes reconheceu o empréstimo, mas disse que pagou tudinho.
Inconformado por ter sido retirado da direção do Dersa, segundo diz, por ex-colegas do governo de São Paulo, ele manda um recado para antigos companheiros: "Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada. Não cometam esse erro". Autodeclarado arrogante, Preto nega ter arrecadado recursos para o partido, mas diz que criou as melhores condições para que houvesse aporte de recursos em campanhas.
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