13 de fevereiro de 2013

GOVERNADOR DA COPA...E AS ESTRADAS...

Caminhoneiros estão há mais de 10 dias parados em atoleiro em MT

]Carreteiros e caminhoneiros copletaram nesta terça-feira de Carnaval, nada mais nada menos, que 10 dias parados em atoleiros na MT-170, na região Noroeste, entre Juruena e Aripuanã. As constantes chuvas e a falta de manutenção na via resultaram no surgimento de pontos muitos críticos onde só passam puxados por tratores.

Além dos prejuízos, os motoristas sofrem com cansaço e dificuldades enquanto o problema não é resolvido. E seus familiares estão preocupados. Vera Lucia Brugnago, esposa de um caminhoneiro, disse hoje, à Tv Centro América, que há "mais 50 caminhões no local onde estão parados". A preocupação é também com o fim da comida que os caminhoneiros levam.

Continua chovendo na região e a Defesa Civil garante que está monitorando e prestando apoio às pessoas.

7 de fevereiro de 2013

ALGUEM ESTÁ VENDO O GOVERNADOR DE MATO GROSSO AI...NÃO! COITADO ELE ESTA CUIDANDO DAS OBRAS ATRAZADAS DA COPA


Redução do ICMS

Estados do Sul e do Sudeste fecham acordo para acabar com a guerra fiscal
Os estados do Sul e Sudeste do país fecharam acordo para reduzir de forma gradativa a alíquota do ICMS, até chegar a 4%, e acabar com a guerra fiscal. O governo federal defende um prazo de 12 anos para a redução, como trata a Medida Provisória 599/12. Os estados convergiam para o prazo de quatro anos, mas concordaram que o tempo seja estendido no máximo em oito anos.
Para o Coordenador da Administração Tributária do Estado de São Paulo, José Clóvis Cabrera, o prazo longo acirra a guerra fiscal entre os estados. Segundo ele, a única forma de eliminar o problema é fazer uma transição rápida. “Além do mais, esse prazo implica em aplicação de recursos da União, por meio do Fundo de Compensação de Perdas, para a solução da guerra fiscal. E esse custo para a União fica muito elevado. Nossa preocupação é trazer essa emenda para um prazo razoável”, afirmou.
Cabrera espera que a previsão de 12 anos seja reduzida e a alíquota do ICMS chegue a 4% em um prazo mais curto. “A nossa intenção é ter brevidade nessa solução. E que possamos encontrar a melhor saída para todo esse problema”, ressaltou.
O representante da Comissão Técnica Permanente do ICMS (Cotepe) no Paraná, Gilberto Calixto, disse que o governo paranaense também deseja que o período de unificação seja curto. “A nossa defesa é de uma redução mais rápida das alíquotas. Não só da uniformidade entre as alíquotas tanto dos estados do Sul e Sudeste para os estados do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, quanto nas operações entre esses estados”, argumentou.
Para Calixto, é preciso reduzir o prazo de 12 anos em todo o país e acabar de vez com a guerra fiscal. “Hoje os estados estão brigando por uma empresa. Então você tem três, quatro estados querendo tirar empresa de um terceiro estado. Hoje não é mais questão de trazer uma empresa nova ou investimento do outro. É tirar um investimento do outro. E aí você cada vez mais vai diminuindo a arrecadação do imposto por conta disso”, finalizou. Termina na próxima quarta-feira (13) o prazo para que os parlamentares apresentem emendas à MP responsável pela redução gradativa do ICMS interestadual.
(Reportagem: Artur Filho/ Foto: Alexssandro Loyola/ Áudio: Elyvio Blower)

6 de fevereiro de 2013

COOMENTANDO COM PRECISÃO


DE VOLTA
AO PASSADO
Por: Samuel Levy
Jornalista sob a DRT-MT/1500

Na posse do atual Secretário  de Des-comunicação do governo Silval Barbosa, Senhor Carlos Rayel, recebemos vários comentários a respeito desse moço. Abaixo apenas alguns, e olha que eu tentei achar algum que fosse de boas palavras, mais foi difícil, não achei e resolvi postar então os que estavam mais amenos, agora uma coisa é certa, se esses ai foram os mais amenos, imaginem os mais agressivos.

Marcel | 17/04/2012 19:45
Cuiabá  - Isso é que dá colocar marketeiro como secretário de comunicação. Não tenho nada contra importação de jornalistas ou outros profissionais, mas esse pessoal não entende nada de Cuiabá, Mato Grosso, que tipo de comunicação vai dar isso? vai ser que nem Galindo falando que os prefeitos do interior só falam, falam e nada fazem? A verdade é que a galera faz, faz, faz e a gente não fala nada. Governador, bota um cara de comunicação na secretaria, deixa a marketagem pra campanha.

Marcela | 17/04/2012 16:33
Rondonópolis  -  Há tempo já ouço falar desse Carlos Rayel. Ele é desses que se acha. E o que é pior: pensa que aqui em Mato Grosso só tem idiotas e tem que trazer gente de fora. Mais idiota é quem contrata esse tipo de gente.

Adalberto Ferreira Da Silva | 17/04/2012 14:23
Cuiabá  - Se o cara é contra o livro "Privataria Tucana", que denuncia o entreguismo do patrimônio público nacional, não precisa mais de carta de apresentação. Já entendemos tudo...

Aparecido Nunes | 17/04/2012 09:13
Ah que bom, como se não tivéssemos profissionais competentes! O mercado de jornalismo está péssimo e o secretário de Comunicação que entra ainda faz o favor de trazer gente de fora! É por isso que MT anda como está. O povo que trabalha aqui não dá valor no povo daqui! Sempre foi assim e pelo jeito, não tem previsão de mudar. Dizem que Liu Arruda ajudou a reduzir o preconceito com o cuiabano. Mas, pelo que se vê isso é pura balela. Tem gente que ainda acha que aqui não tem profissionais de verdade. Um pena que o novo secretário já entre "desfazendo" o que deveria fazer, que é estruturar a comunicação no Estado.

Renata | 17/04/2012 09:10
Cuiabá - Há expressões agressivas, ofensas e/ou denúncias sem provas. Queira, por gentileza, refazer o seu comentário

Cuiabano Xápa E +. | 17/04/2012 09:09
Cuiabá  - Cuiabá, 293 anos. Está tão atrasada que não tem nenhuma instituição de Ensino Superior para formar jornalistas/Mkt???? Precisa "importar" de outros estados? Óóó governador, por favor Vossa Excelencia conhece e sabe que aki temos de sobra e que moram aki. Esse que veio de fora tem que pagar salário, hospedagem,...... não conhece nadica de nossa cidade/estado. VÃO TRABALHAR POR ELE. KKKKKK

Léo Kuiabano | 16/04/2012 10:57
Muito bom, na hora de pedir voto os eleitores são de Mato Grosso, mas na hora de mamar nas frondosas tetas importa profissionais de outros estados. Parabéns governador isso é que se chama de valorizar os pratas da casa!!

Artur Rocha Oliveira | 16/04/2012 10:56
Cuiabá  - Ok. Muito bom. Isso significa que em todo nosso imenso estado de Mato Grosso não há um profissional sequer com capacidade para ocupar o posto? Puxa, não sabia que estávamos tão mal de profissionais de comunicação! Lamentável!

BRINCANDO DE ESCONDE...ESCONDE!!!


CALOTE NO APOSENTADO 
Aposentado de Barueri briga na Justiça para receber prêmio enquanto a Justiça caça uma forma de executar dívida de “homem de ouro” de Silval Barbosa
Carlos Rayel aplicou golpe de R$ 282 mil contra velhinho em São Paulo

ENOCK CAVALCANTI
CENTRO OESTE POPULAR
CORREIO DOS MUNICIPIOS




O marqueteiro Carlos Rayel, a julgar pelos processos em que figura como réu, na Justiça de São Paulo, parece ser um homem de muitas caras. Em processos movidos pelo Ministério Público do Estado de São Paulo, Carlos Rayel aparece como personagem de um “enriquecimento estonteante”, faturando muito além do que seria possível, dados os limites de seus rendimentos na administração do então governador Orestes Quércia.
Só que existem outras pessoas na captura de Rayel e nossa reportagem encontrou, na cidade de Osasco, o aposentado Jovino Dantas Barbosa, de 71 anos, que acabou de sair de um tratamento de câncer no pulmão e se angustia tentando receber, desde 1995, um prêmio que uma das muitas e variadas empresas comandadas por Rayel  sorteou através de um bingo promovido na cidade de Osaco.
‘Seo’ Jovino ganhou mas não levou um carro Volks, uma casa popular e uma linha telefônica, dentro de um sorteio do qual participaram milhares de pessoas. O processo aberto pelo aposentado contra o atual secretário de Comunicação de Mato Grosso já está em fase de execução mas “seo” Jovino não consegue receber sua grana porque a Justiça não consegue localizar o esquivo Rayel que parece ocupar uma parte de sua vida em se esconder dos oficiais de Justiça.
Bingão da Cesta Milionária
A empresa SCR Planejamento e Promoções, comandada por Rayel, deu o nome de “Bingão da Cesta Milionária” ao sorteio que promoveu, na Grande São Paulo, em 1995, e através do qual faturou prestigio e muito dinheiro, vendendo cartelas em todo estado,  em uma época em que sorteios como esse eram legalizados, contando inclusive com cobertura da televisão. Os sorteios organizados por Carlos Rayel, antes de se transformar em marqueteiro de Garotinho, Carlos Bezerra e Silval Barbosa, eram transmitidos pela extinta TV Manchete, para todo o Brasil.
Em entrevista exclusiva, gravada em vídeo,  “seo” Jovino Dantas Barbosa queixou-se que a empresa de Rayel tinha um prazo de 180 dias para fazer a entrega dos prêmios que ele ganhara no dia 28 de maio de 1995, através da cartela  de número 4864233-40 – só que a enrolação se estende até este ano de 2012. O aposentado ainda esperou e negociou, na maior boa fé, por dois anos com a empresa de Rayel, sem jamais lograr êxito no acesso à premiação. Em 1997, dentro desse processo de empurrar o problema com a barriga, Rayel e a SCR, depois de diversas cobranças infrutíferas por parte do ganhador do Bingão, firmaram um contrato garantindo que, por ocasionais dificuldades de caixa, pagariam o prêmio parceladamente – só que também não cumpriram este acordo.
Restou, então, ao “seo” Jovino o caminho da Justiça. Com seus parcos recursos, teve que recorrer à Defensoria Pública de São Paulo que  impetrou uma ação de execução do contrato, na 2º Vara Cível do Fórum Regional de Santo Amaro, na capital paulista, sob número 0684/1997. O reclamante teve ganho de causa através de decisão do juiz  Francisco Jianquito, em janeiro de 2003. Na ocasião o magistrado determinou o bloqueio de  dois carros, bem como notificou o Banco Central para efetuar penhora on-line nas contas bancárias  de Carlos Rayel, onde  quer que fossem localizadas. Só que, a  julgar pelo teor das ações judiciais em que figura como réu, depois de refestelar-se nas funções que exercia no governo de Quércia, Rayel partiu para outros voos pelo Brasil afora, sem deixar pista do seu paradeiro, já agora posando de marqueteiro, e sendo acolhido, entre outros, pelo então cacique do PMDB do Rio de Janeiro, Anthony Garotinho e sua esposa Rosinha. Em Mato Grosso, Rayel tem atuado como marqueteiro de Carlos Bezerra, José Carlos do Pátio e Silval Barbosa, todos figuras proeminentes do PMDB mato-grossense que parecem não se incomodar com as cobranças que pairam sobre a biografia de Carlos Rayel.
A dívida de Rayel para com “seo” Jovino, feitos os devidos ajustes monetários, hoje está avaliada em R$ 282 mil e o aposentado só conseguiu penhorar R$ 3 mil reais em uma das contas do marqueteiro, porém até agora a Justiça paulista não logrou sequer notificar Rayel para que o aposentado possa fazer o levantamento dessa mixaria inicial. Rayel se mandou de São Paulo sem preocupação em informar seu rumo para o Judiciário e as tentativas dos oficiais de Justiça do Fórum de Santo Amaro para citá-lo a apresentar bens à penhora, depois da decisão do juiz Jianquito, tem sido em vão. Enquanto ‘seo’ Jovino sofre com as sequelas do seu câncer, residindo em humilde residência, ao lado da esposa e de uma filha, sobrevivendo com apenas um salário mínimo mensal da aposentadoria pelo INSS, Carlos Rayel agora vive em Cuiabá, recebe polpudo salário de secretário de Estado, em Mato Grosso e voltou a ter sob seu controle, tal como nos tempos de Quércia, um orçamento nababesco.
Outro lado
Rayel  não se manifesta
O secretario Carlos Rayel não respondeu às inúmeras tentativas do COP para ouvir sua vesão no caso do velhinho lesado no bingo paulista. Rayel se mantém alheio e as revelações sobre as ações judiciais em que figura como réu, na Justiça paulista, parece não tê-lo incomodado muito. Nem a ele nem a ninguém da administração do governador Silval Barbosa, alvo de tantos questionamentos. Para quem há anos foge de suas responsabilidades para com um velho aposentado de Osasco, não é de estranhar esse silencio constrangedor.

MORTE ANUNCIADA


Motorista irritado morre de infarto em atoleiro de rodovia em MT: “Ele estava muito nervoso”

Ivan Marcondes | Revista Super

As rodovias em Mato Grosso matam de todos os jeitos. Um motorista de uma carreta morreu enquanto viajava para a entrega de mercadoria na cidade de Colniza, no extremo Norte de Mato Grosso.  Valteni Augusto Ferreira, 49, sofreu um infarto fulminante. Ele estava parado com o veículo na comunidade AR2, na MT 208, cerca de 72 quilômetros de Aripuanã, por conta de um atoleiro que tinha próximo a pequena vila. A esposa de Valteni, Noeli Ferreira, contou que ele estava nervoso por causa das condições da estrada.

Ela revelou que tinha pedido demissão do emprego para viajar com o marido e cuidar dele, já que ele era portador de diabetes e deveria tomar remédios controlados. “Mas ele estava muito nervoso com a situação da estrada” – acrescentou a mulher.

O casal estava semanas na estrada. Os dois saíram de de São José do Rio Preto (SP) levando uma carga de cimento com destino a Colniza. Ela relata que o trecho que mais demoraram para andar foi entre a cidade de Castanheira a Juruena e em seguida a comunidade onde pararam e aconteceu a tragédia. Nesse pedaço da estrada já estavam parados a três dias e percorreram apenas 140 quilômetros.

Amigos de Valteni estão indignados com o descaso e as situações das estradas. Dizem que sofrem a mesma situação todos os anos e o Governo nem se quer disponibiliza maquinas para ajudar na manutenção das rodovias nesse período. O caos acontece em todas as regiões do Estado.

“A região que nós rodamos de Castanheira a Colniza ou a Aripuanã é péssima. Não tem assistência por parte dos governantes. O município não pode mexer nas estradas, e nós que movimentamos o Brasil com o transporte de alimentos e madeira temos que ficar 3,4 ou 5 dias parado, não temos assistência nenhuma. Hoje um amigo nosso morreu, de infarto fulminante por que passou raiva de mais. Isso aqui mata qualquer um de raiva mesmo!” – disse Antônio Renato Carneiro.

Ele conta que só nos 40 quilômetros de Juruena a AR2 gastou três dias atolando e sendo arrastado pelos companheiros. Resignado, protestou: “Mas fazer o que, nós temos que continuar por que temos que levar a comida para a nossa família que nos espera”.

Valteni Augusto Ferreira deixou um casal de filhos e a esposa que o acompanhavam. Motorista a 23 anos prestava serviços para Essencial Transportes Rio Preto.

4 de fevereiro de 2013

OLHA COMO ESTÁ A SECOPA


REALIDADE DA VIDA

NA TERRA DA COPA ESSA IMAGEM PASSA DESPERCEBIDA POR NOSSAS AUTORIDADES, PRINCIPALMENTE PELO GOVERNADOR QUE SÓ CONSEGUE VISUALIZAR A COPA DO MUNDO.

GOVERNO DE MATO GROSSO: CAIU A MASCARA!


TCE aponta atraso em 22 das 24 obras da 

Copa em Cuiabá

Relatório diz que percentual de execução 


da Arena Pantanal é de 37,41%, e não 55%


DA REDAÇÃO
Um relatório divulgado na tarde desta segunda-feira (4) pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso aponta que, das 24 obras em execução em Cuiabá e Várzea Grande para a Copa do Mundo, 22 estão atrasadas. Algumas delas, com mais de sete meses de atraso. O documento foi divulgado pelo conselheiro Antônio Joaquim.

O relatório, que reflete a situação em 31 de dezembro do ano passado, revela ainda que o percentual de execução da Arena Pantanal, palco de quatro jogos da Copa do Mundo em junho de 2014, é de 37,41%, e não 55%, como divulgado pela Secretaria Extraordinária da Copa (Secopa) no mesmo mês. Nesta semana, a pasta divulgou que as mesmas obras já estão 62% concluídas.
Entre as situações consideradas mais preocupantes, estão os das trincheiras dos bairros Santa Rosa e Santa Isabel, e a duplicação da estarda da Guarita. O atraso dessas obras está entre 210 e 240 dias, de acordo com o TCE-MT. 

Apenas a contratação de empresa para as obras no Aeroporto Marechal Rondon e a construção, duplicação e reforço da ponte de concreto sobre o Rio Pari, na Estrada da Guarita, em Várzea Grande, não estão atrasadas. 

Em setembro do ano passado, a execução das obras da Copa estava em 8,48%, conforme o TCE. Agora, ficou constatada a execução de 10,81% dos contratos. E, com exceção da obra de implantação do VLT, o percentual de contratos em andamento é de 31,64%.

Para o Tribunal, isso mostra que o ritmo dos serviços está aquém do necessário, e que as medidas tomadas para acelerar as obras não foram efetivas, sendo necessária a adoção de novas ações para acelerar o andamento das obras, para que sejam concluídas a tempo do Mundial.

O relatório ressalta ainda que algumas ações essenciais para a realização da Copa do Mundo, como a construção dos Centros de Treinamento e do Fan Park, estão apenas começando, ou sequer foram licitadas.

E recomenda, ainda, que a Secopa deve apresentar um plano de providências para compensar os atrasos e também para evitar novos atrasos. 


Relatório mostra que obras e projetos da Copa só tem 10% concluído e Cuiabá corre risco de virar vexame 


Maurício Curvinel 
Redação 24 Horas News

O quadro é preocupante e as conclusões devastadoras. Apenas 10% do cronograma de obras da matriz de responsabilidade de Mato Grosso para a Copa do Mundo de 2014 está concluído. Isso mesmo:  10%, incluindo as obras do Veículo Leve sobre Trilhos, o VLT. Excluído esse empreendimento – considerado a principal obra da mobilidade urbana – o percentual de conclusão sobe para 31,64%. Os dados são da auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE), divulgados nesta segunda-feira, 4. E a julgar pelos números, Cuiabá corre sérios riscos de um grande vexame.

O relatório é claro em seu alerta: “Se o ritmo de execução das obras não for intensificado, muitas obras não serão finalizadas tempestivamente. É importante destacar que não bastam os prazos de execução das obras serem aditivados, por que a realização da Copa do Mundo de Futebol FIFA 2014 com início marcado para junho de 2014, não será adiada”.

Cinco obras, de acordo com o TCE, apresentaram atraso inferior a 30 dias – o que não chega a preocupar. Sete delas, no entanto, estão com atrasos entre 30 e 60 dias, passíveis de serem recuperados. Três, segundo o relatório, apresentam atraso entre 60 e 90 dias e sete estão com atraso superiores a 120 dias, ou seja, seis meses.  Das 24 obras analisadas, apenas duas não apresentaram atrasos.

Comparado ao relatório de setembro, o relatório mostrou que o ritmo dos serviços “foi aquém do necessário” e evidencia que “as medidas tomadas para agilizar as obras não se mostraram efetivas”.

“Urge a adoção de novas medidas e o acompanhamento de sua implementação sob pena de não se conseguir concluir as obras no prazo necessário” – define o relatório da auditoria do TCE. Os números  evidenciam as dificuldades que a Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo, a Secop, “terá que enfrentar até a Copa do Mundo”.

E para complicar um pouco mais, a Secopa ainda não obteve os benefícios da isenção tributária do programa Recopa referente às obras dos estádios para a Copa do Mundo. Esse atraso está trazendo prejuízo aos cofres públicos, já que os benefícios não retroagem.

O relatório mostrou ainda que existem ainda quatro obras licitadas e não iniciadas. São elas: complementação da pavimentação da Av. Jurumirim e entorno, restauração e duplicação da Avenida Arquimedes Pereira Lima, Construção da Avenida. Parque do Barbado e restauração do Córrego Mané Pinto, restauração da Avenida  8 de Abril e implantação do coletor tronco – que formam uma espécie de “arco da vergonha” de Cuiabá.

Uma obra, a construção do Centro Oficial de Treinamento da Universidade Federal de Mato Grtosso, está em fase de licitação. Há ainda outras seis obras ainda a serem licitadas. Dentre as quais, está a conclusão da pavimentação da Avenida Mário Palma, construção do Centro Oficial de Treinamento do CPA, o  COT-CPA, a construção do Fan Park, construção da Avenida Parque do Barbado, e implantação da Avenida Hélio Ponce de Arruda interligando Avenida Rubens de Mendonça à Rodovia Emanuel Pinheiro.

1 de fevereiro de 2013

DISCURSO DE POSSE DO PRESIDENTE DA AL DEPUTADO JOSÉ RIVA


O dia de hoje marca o início de meu sexto mandato como presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso. Mas, apesar de toda experiência que os anos emprestam, tenho a mesma sensação, e também a mesma disposição, de como se fosse a primeira vez. É como diz a música coração de estudante, do Milton Nascimento: “Mas renova se a esperança, nova aurora, cada dia, e há que se cuidar do broto pra que a vida nos dê flor e o fruto”.

Os desafios dos tempos atuais são muito diferentes daqueles de Mato Grosso no meu primeiro mandato. Desde a deficiência energética crônica, sobretudo no interior do Estado, a uma telefonia arcaica e estradas ainda piores que as de hoje, a década de 90 do século passado guarda muitos problemas já superados, muitos dos quais com ajuda dessa Assembleia.

Agora são outros os desafios. E vejo o ponto central que deve mover a atuação dessa casa, como sendo: a busca de uma harmonia e cooperação entre o governo (o poder público) com o ritmo de crescimento de Mato Grosso, ditado pela iniciativa privada.

Com as possibilidades de expansão da economia de Mato Grosso, seja no agronegócio ou com a mineração, turismo, serviços e até com as indústrias, não podemos mais conviver com um Estado pesado, que não consegue ser um indutor do desenvolvimento econômico, tampouco do desenvolvimento social.

Na busca da sintonia entre o Público e o Privado, a ideia de uma lei que limite o crescimento do gasto público ao patamar do crescimento de suas receitas, é o que estamos chamando de Lei da Eficiência. Elaborar um texto, com o espírito da Lei de Responsabilidade Fiscal, mas ainda mais rigoroso no sentido de coibir o avanço dos gastos com a máquina estatal, é um grande desafio que a Assembleia Legislativa de Mato Grosso vai enfrentar entre 2013 e 2014.

Vejamos: segundo um estudo realizado pelo ilustre economista Paulo Rabelo de Castro e a Associação Matogrossense dos Municípios, os gastos com pessoal em MT, evoluiu 18% ao ano, entre 2005 a 2012. Por outro lado, a receita do ICMS, a principal fonte de renda do Estado, não cresceu sequer a metade disso. Esta distorção, a LRF não consegue conter em curto prazo, mas se houver uma lei, como a que chamamos de Lei da Eficiência, em nenhum ano os gastos podem superar as receitas.

Além dessa relação de contribuição com o poder executivo, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso também assumirá como desafio, ampliar a fiscalização nesse novo mandato da mesa diretora.


Já iniciamos o processo de reaparelhamento da casa, através de contratar os serviços de empresas especializadas, que acompanharão diversos programas do governo estadual, desde o nascedouro, na elaboração de projetos, na licitação até as entregas das obras, como no MT Integrado, no programa de pontes, Pró-Investe e outros, assim como vamos intensificar o acompanhamento e fiscalização das obras da copa do mundo em Cuiabá.
Com iniciativas como essas, entendo que estamos contribuindo para o amadurecimento do conceito de planejamento público, que é tão levado a sério na iniciativa privada, mas que por vezes vemos que é ignorado na vida pública.

Através dessa evolução, acredito que teremos um Estado enxuto, que gaste menos com as atividades meio, e tenha mais fôlego para poder investir em infraestrutura, serviços e melhoria da qualidade de vida da população, e que tenha em práticas como o orçamento impositivo, seu modo habitual de promover o gasto público.

Mas enquanto não evoluímos tanto assim, eu chamo a atenção sr. governador, para práticas de gestão, que por parecerem tão simples, as vezes até são menosprezadas, como a presença dos secretários de Estado no interior. Sobretudo nas cidades menores, a ausência do Estado é percebida em vários sentidos. Com a presença física dos secretários, a população pode expressar melhor suas demandas e os gestores terão maior capacidade para ajudar, já que reconhecem a realidade em loco.

Afinal de contas, governar não é só fazer obras. É importante que o gestor conheça o espaço físico onde ele atua e também perceba que há conceitos importantes na cidadania que, apesar de abstratos, contribuem para a formação de homens e mulheres melhor preparados para obter uma vida digna.
Nesse contexto, que eu poderia enaltecer a importância da educação de qualidade, assim como da saúde pública, destaco a importância da melhoria na estrutura de todos os poderes constituídos na federação.

Quando a justiça é melhor aparelhada, ela chega com mais facilidade ao cidadão mais carente. E ter acesso ao poder judiciário para assegurar seus direitos, é um ingrediente fundamental para uma vida digna.

Quando eu me referia a década de 90 do século passado, e dizia que o Mato Grosso sofria com a falta de estradas, energia, telefonia, etc, faltou dizer que o Estado também carecia da presença da justiça. Em poucas cidades havia o fórum, e o cidadão estava muito mais desprotegido do que vemos hoje. No entanto, esperamos ainda ver mais comarcas, mais fóruns, mais varas e entrâncias, assim como juízes servindo a população de Mato Grosso.

E se a justiça deve ampliar sua atuação, o ministério público também deve ter sua estrutura adequada e melhorada. A presença e eficiência do ministério público é uma peça necessária na segurança jurídica das pessoas e das instituições, assim como os quadros e parte física da defensoria pública deve estar cada vez mais a disposição daquele cidadão que não suporta pagar um advogado.

E quando falo em poderes e serviços ao cidadão, sempre faço questão de incluir o tribunal de contas de Mato Grosso, já que se trata de um órgão essencial no controle e na conquista da eficiência do gasto público, e que deve ter sua constante capacidade de renovação tecnológica e de pessoal garantida pelo Estado, mantendo os avanços importantes que tem conquistado nos últimos anos, o transformando em um órgão respeitado e com inovações tecnológicas fundamentais para a melhoria da gestão pública.

Sem dúvida, sr. Governador, ao Estado cabem muitas atribuições, e se não cuidarmos em gastar bem, o “cobertor é bastante curto”, mas não podemos andar para trás ou ficarmos estagnados, sob pena de perpetuarmos a noção de Mato Grosso como um estado rico e de povo pobre. Pensando assim, lembro a importância da Unemat, como formadora de uma geração de mato-grossenses com um preparo intelectual e profissional que os faça participar cada vez mais no modelo de produção de riquezas do Estado e do país.

Quero registrar, em primeira mão, aquilo que considero um dos maiores avanços para a Unemat e a sociedade mato-grossense. Já tramita nessa casa uma emenda constitucional que amplia os recursos da Unemat, progressivamente, passando o orçamento da universidade dos atuais 1,8% aproximadamente com relação a receita corrente liquida do estado, para 2,0% em 2013, 2,1% em 2014, 2,2% em 2015, 2,3% em 2016, 2,4% em 2017, chegando a 2,8% em 2018. Com essa decisão, é permitido a Unemat ter fôlego, investir em pesquisas e planejar sua expansão. Obrigado governador por essa decisão, que vai dar a possibilidade da Unemat, finalmente, chegar até a Baixada Cuiabana.

E para prepararmos um Estado com uma melhor e mais diversificada produção de riquezas, precisamos voltar os olhos, atenção e dinheiro para órgãos como a Empaer, que deve ser um mecanismo essencial no desenvolvimento da agricultura familiar, mas que hoje se encontra em estado que chamamos de decadente, ou sem qualquer estrutura para mudar a realidade existente.

Da mesma forma, o Indea e a Sema, que ao invés de serem indutores do desenvolvimento de culturas como a pecuária e o extrativismo, com a falta de investimentos nesses órgãos, continuam sendo apenas barreiras para o crescimento de diversas atividades econômicas no Estado.

Na realidade, se todos que prestam atenção no que digo agora pararem pra pensar, dirão que vivemos em um Estado que cresce muito, mas é impulsionado apenas por poucos segmentos econômicos e culturas, como a soja, o algodão e a pecuária. Se desenvolvermos outras tantas atividades que existem em Mato Grosso, cresceremos nos próximos dez anos, mais que o dobro do que crescemos até agora, desde a formação do Estado.

Algumas dessas atividades não são, isoladamente, grandiosas, como a agricultura familiar, mas se anexarmos a essa produção, novas fases, como a agroindústria, já temos mais geração de renda e emprego. Por isso, acredito que um grande programa de agroindústria em Mato Grosso tem a capacidade de revolucionar o Estado, de uma maneira silenciosa, mas de grande impacto na vida da população, sobretudo a mais carente.

A mineração, por outro lado, tem potencial grandioso. Segundo diversos estudos, a extração mineral tem grande e diversificado leque de riquezas repousando em solos de Mato Grosso. Só esse setor, se explorado adequadamente, pode dobrar o PIB de Mato Grosso.

O turismo também tem o poder de alavancar a produção de riquezas do Estado de uma forma grandiosa, mas hoje, é um setor que não tem participação relevante na nossa matriz econômica. Menos de 1% do PIB de Mato Grosso tem origem no turismo.

Porém, o Estado para receber novos investimentos para exploração de atividades econômicas, precisa investir em infraestrura. Claro, falei algo que todos já estão carecas de saber, por isso temos que ter a capacidade de enxergar meios para transformar isso em algo real.

A relação de harmonia entre os poderes tem apresentado algumas soluções que já estão em andamento, como o programa MT Integrado, que foi uma promessa de campanha do governador Silval, e que vai integrar por asfalto os 141 municípios de Mato Grosso, lembrando que hoje ainda temos 44 cidades sem vias asfaltadas para se chegar nelas.

Outros programas como o MT Invest e o programa de pontes de concreto, que foram concebidos pelo poder executivo mas encontrou o respaldo imediato dos demais poderes, e, sobretudo, a existência da Secopa, que tem transformado as cidades de Cuiabá e Várzea Grande em verdadeiros canteiros de obras, são demonstrações de que as boas ideias, podem se transformar em solução para a logística para Mato Grosso, ainda tão carente de uma evolução, e que o governador Silval tem conseguido realizar muito nesse sentido, e que se ainda Mato Grosso não está tão bem atendido é por causa de sua grande extensão territorial e de suas deficiências históricas, por isso o governo federal deve dar mais respaldo para esse esforço de nossa classe produtiva e do governador Silval.

Faço uma comparação: Se pegarmos os 27 Estados brasileiros, e o compararmos com empresas, eu diria que Mato Grosso é o com o maior potencial para se tornar a melhor empresa, mas também é o que mais precisa de investimentos.

E através da parceria público privada, PPP, temos outro meio, ainda pouco explorado, para tornarmos Mato Grosso em um espaço de caminhos seguros e que barateiem nosso custo de produção.

A EPL, que é a empresa de planejamento e logística, através do seu presidente Bernardo Figueiredo, prevê investimentos para 2013 em diversos eixos de transporte em Mato Grosso, como a ferrovia Fico, que passa por Uruaçu, Água Boa e Lucas do Rio Verde, assim como na Ferronorte que de Rondonópolis passa por Cuiabá até Santarém.

Com essa perspectiva, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso não abre mão de discutir com a comissão de viação de obras da câmara federal, técnicos da EPL, ministério dos transportes, BNDES, e toda sociedade de Mato Grosso o traçado, as estações de transbordo, os entroncamentos ferroviários e rodoferroviários, não só pensando na carga originária de Mato Grosso mas, principalmente, nas cargas do polo industrial de Manaus.

Vamos continuar lutando para melhorar a logística do Estado, e das cidades, como fizemos com o VLT, que sofreu um combate nos termos mais ralés da política, mas que vai ajudar a solucionar o tráfego em Cuiabá e Várzea Grande. Nessa briga, embora nem todos tenham se dado conta, o apoio popular foi fundamental para que a Assembleia e o governador Silval prosseguissem com o projeto, e com essa conquista. No ano que vem, quando o VLT estiver em operação, todos verão que os que foram contra não se preocuparam com a modernidade mas apenas em pronunciar discursos políticos.

Governador Silval, uso desse espaço agora para fazer minhas as palavras do povo mato-grossense que pede uma atenção maior e com mais carinho a saúde pública. O senhor tem o apoio dessa Assembleia nas inovações que se propor a fazer, desde que eleja o cidadão como prioridade.
Por isso, não podemos abrir mão de uma conquista tão importante para a saúde do servidor público, que é o MT Saúde. Vamos fazer o MT Saúde dar certo, governador.

Enfim, quero dizer que trabalharei incansavelmente nestes próximos anos para que o parlamento cresça ainda mais. Vamos aperfeiçoar nossas ferramentas de trabalho e de transparência que tornaram a Assembleia Legislativa em um poder forte e respeitado em nossa sociedade.

Vamos fortalecer os instrumentos que possibilitem o pleno exercício da cidadania, como levando o sinal da TV Assembleia para o interior do Estado, e colocando o sinal digital, ampliando a escola do legislativo, as câmeras temáticas, as audiências públicas, os seminários, entre outras ferramentas que aproximam o cidadão, como o programa “por dentro do parlamento”.

Para o fortalecimento dessas ferramentas conto com as pessoas que mais devemos valorizar nesta casa, que são seus servidores. Aqui agradeço a cada um pelo respeito e amizade. Também agradeço a presença da imprensa, com a qual reafirmo meu compromisso de manter sempre aberto os espaços nessa casa.

Parabenizo ao Chiquinho do Posto por sua eleição na AMM, que foi realizada ontem, e que contou com a presença maciça de prefeitos, o que confirma a força dessa entidade, e de seu caráter municipalista. Por isso, também parabenizo o prefeito Aldair, pela sua participação democrática nesse pleito.

Quando alguém questiona meu envolvimento no processo eleitoral da AMM, faço questão de lembrar que na vida política sou um prefeito que estou deputado, ou seja, como fui prefeito não posso deixar de ser municipalista, e se a AMM é a casa dos prefeitos, estou sempre disposto a contribuir para o seu crescimento. Acredito que a AMM cresceu muito na gestão do atual secretario da Sedraf, Meraldo de Sá, sobretudo com a criação da Central de Projetos, que é um instrumento efetivo, pratico e decisivo na vida dos prefeitos e, consequentemente, do cidadão, que contou com o respaldo do governador Silval.

E falando em prefeituras, aproveito essa ocasião para reforçar minha torcida e entusiasmo com essa nova geração de prefeitos em Mato Grosso, alias o mesmo sentimento que tenho para com Cuiabá. Espero que o Mauro Mendes seja o melhor prefeito da história de nossa capital, e que a relação dele com a câmara de vereadores, em especial com o presidente João Emanuel encontre a mesma harmonia que sempre me esforço para que a Assembleia tenha com o governo estadual, porque sei bem que o contrário disso é sempre algo que a população é quem mais sofre. Portanto, sei da capacidade gerencial e de relação humana do João Emanuel e quero encerrar essa ideia, esse mito, que vou pessoalmente intervir para que o Mauro seja atrapalhado pelo poder legislativo municipal.

Agradeço muito aos meus pares. Os 24 deputados que formam a Assembleia Legislativa, que realizam, diariamente, um trabalho tipo formiguinha, percorrendo o Estado ou em atividades nas dependências da casa, mas sempre voltado ao interesse público. Em especial quero agradecer meu amigo deputado Romualdo Junior, tão dedicado e responsável na condução de suas atribuições na vice-presidência da Assembleia Legislativa de Mato Grosso e na liderança do governo.

E, para finalizar, agradeço minha família, meus filhos, genros e nora, as minhas netas Sophia e Ana Maria, ainda vindoura, ao meu pai, que já não está entre nós mas que é sempre minha fonte de superação , a minha mãe por sempre me apoiar, a Janete, minha companheira e amiga que sempre esteve ao meu lado, me dando forças para lutar em toda minha caminhada, e que me entende como ser humano que sou, mesmo diante de minhas imperfeições e erros. A cada dia me convenço e agradeço por a ter escolhido como minha esposa e companheira.

Assim, obrigado a todos os cidadãos e cidadãs deste Estado, que me confiaram o voto, e que são os responsáveis por esse momento de responsabilidade e de renovação na minha vida e na vida política de Mato Grosso.

José Riva - PSD

ESTRADAS ? NÃO! VAMOS CHAMA-LAS DE QUEIJO SUÍÇO MATOGROSSENSE

É incrível pegar um carro e viajar até Sinop, passando por Jangada, Rosario Oeste, Nobres, Posto Gil, Nova Mutum, Lucas do Rio Verde, Sorriso e finalmente a bela cidade de Sinop. Na viagem o seu carro mais parece um copo de liquidificador, você sai daqui bem disposto e no fatídico trajeto você vai se sentindo uma vitamina de abacate, mamão ou seja lá do que você quiser. Mas comecei essa matéria assim por que queria antes dar um toque de sarcasmo, mais a coisa é mais triste do que se imagina. A nosso rodovia anda de mau a pior, os buracos, não podem mais serem chamados de buracos, mais sim de enormes crateras, daquelas que engole carros, motos e ater caminhões como tem sido o caso de alguns que se acidentaram por causa dos mesmos.
Na TV um tal de Rosa não sei lá das quantas, prega a mando do senhor Carlos Rayel, o nosso des-secretario de comunicação, que o estado está a mil maravilhas, como se tudo estivesse na mais perfeita ordem e pasmem senhores leitores, o homem importado de Sampa ou do Rio seja la de onde for, anda por uma rodovia sem buracos, lisa como veludo, só não diz onde ele conseguiu essa proeza, provavelmente no maravilhoso e milagroso Photoshop. Para ele o pseudo Rosa, o estado de Mato Grosso, não tem problemas, a saúde está muito bem, a educação leva nota 10 e nossas rodovias muito bem trafegáveis, causa inveja até naquelas que agente costuma vê nos filmes ação, nos Estados Unidos é claro.

Ora senhor governador, tenha hombridade e coloque um basta nessa brincadeira que o seu secretario de comunicação anda fazendo, não é possível que os seus representantes nos nossos municípios se calem diante de tantos problemas e olha que muitos deles sentem na pele a falta de uma boa estrada para fazer o escoamento das suas safras. Peça urgentemente senhor Silval, ao seu secretario de comunicação que divulgue seu trabalho, mais que se paute na verdade dos fatos, ninguém é bobo ou criança para não ver o estado em que se encontra as nossas estradas, pombas, é só andar por elas, mais de carro, por que de avião é uma beleza, quase não se vê os buracos. 


Um outro pedido que deve ser feito, é ao seu secretario de Obras e Infra Estrutura, aquele que o senhor nomeou para cuidar especificadamente das nossas estradas, já que os outros que foram nomeados para cuidar da saúde e da educação, não te saúde nem muito menos educação. Ou faça o senhor mesmo esse trajeto de carro e constate a olhos nus o caos que anda esse estado...há...o senhor não pode né, tem que cuidar das obras da copa do mundo, é mais importante não é. Muito bem, Enquanto isso as nossa crianças ficam sem educação,por que nossos professores não tem condições e muito menos incentivo para adentrar uma sala de aula e ministrar aulas (engraçado né). Os nossos doentes ficam sem atendimento médico, por falta de médico, que coisa hein. E as nossas estradas continuaram com buracos, (quer dizer crateras), por falta de alguém para tampar os mesmos e viva mos desmandos e as mentiras do Rayel. Por fim senhor Silval Barbosa, esse simples jornalista gostaria de fazer um pedido, um simples pedido...Será que dá para o senhor deixar de ser o governador da copa para se tornar de fato o governador de Mato Grosso, afinal, foi para isso que o elegeram...ou não?

Samuel Levy
Jornalista DRT/MT 1500