28 de janeiro de 2013

VIROU BAGUNÇA MESMO...

A politica mato-grossense está mesmo de pernas pro ar, vamos analisar duas notas abaixo que foram postadas no RD News:




João Emanuel já viaja a Paris


Com menos de 1 mês no cargo, o presidente João Emanuel suspendeu o expediente na Câmara de Cuiabá por uma semana. Alega necessidade de se fazer reforma relâmpago no prédio. Aproveitou a folga e viajou com a esposa Janaína Riva para Paris, capital e a mais populosa cidade da França. Quem responde interinamente pela presidência é Onofre Júnior (PSB), apesar de não ter sido acionado, sequer, para assinar um papel na condição de dirigente do Legislativo. A viagem ao exterior do presidente em nada atrapalha os trabalhos, haja vista que não há atendimento ao público, apenas serviços internos. A Câmara fará a 1ª sessão no próximo dia 5, já com seus 25 parlamentares, 6 a mais em relação à legislatura passada. Para evitar especulações, a assessoria de Emanuel propaga que ele fez uma "viagem rápida".


Em meio a discussões sobre IPTU, aumento de tarifas de transportes e até as acusações de traição por parte de alguns vereadores para se eleger presidente da Câmara de Cuiabá, que continua sendo a Casa dos Horrores, o então "presidente" da Câmara, voou para Paris para um passeio com sua esposa, Janaina Riva. Em seu lugar ficou o vereador Onofre Junior que está na presidência recebendo ordens do seu Emanoel de Paris. Teria essa viagem que ser investigada pelo MPE e averiguar se ela foi paga com dinheiro público, mesmo por que bagunça por bagunça a Câmara continua em primeiro lugar e não vai mudar, esse discurso novo do seu Emanoel é conversa pra boi dormir. Em campanha, não honrou a noite o que falou pela manhã, esperamos que pelo menos palavra ele tenha perante os funcionários da Cãmara, digo Casa dos Horrores.

Aroldo e articulação pró-Adair


O secretário-adjunto de Comunicação do Estado, Aroldo Souza, se tornou porta-voz do governador junto aos prefeitos na campanha pró-Adair à presidência da AMM. Ele passou a percorrer os municípios, de avião, para pedir voto. Fala com os prefeitos, usando o nome de Silval. A maioria dos encontros tem a presença de Adair, prefeito de Alto Paraguai e que enfrenta embate pela AMM com Chiquinho do Posto (PSD), de Juscimeira. Na 1ª investida, Aroldo esteve no Araguaia. Na 5ª e 6ª últimas passou pelo Sul, região do candidato adversário. Alguns prefeitos dizem sentir-se constrangidos com o que chamam de pressão do Palácio Paiaguás. Comentam até que Adair está tendo discurso contraditório, pois prega receber pressão, mas ele próprio é quem usa a máquina do Estado para reforçar a candidatura.


Esse moço é mais conhecido como papai noel dos Barbosa, já articulou dezenas de negociatas com veículos de comunicação em todo estado em nome da Continental Comunicação e não estranharia ninguem se o que ele está fazendo agora é mais algumas compras para a Continental. Mais como nesse governo pode-se tudo e os resto que se exploda, eles vão continuar comprando, até que toda imprensa fique nas mãos do senhor Rodrigo Barbosa ou seria ele o Rei Midas que tudo que tocava virava ouro, no caso dele ( Rodrigo), tudo que toca vira empresa de comunicação. 
É uma vergonha!!!!
Há só mais uma pergunta: "Quem vai pagar essas viagens do seu Aroldo?" Advinha contribuinte, adivinha...

22 de janeiro de 2013

Enriquecimento ilícito pode virar crime






A ideia é incluir na legislação penal brasileira para punir servidores públicos que acumulem patrimônio em padrão incompatível, como em que Carlos Rayel está sendo investigado.
Da Redação, com Agência Senado
Uma péssima noticia para Carlos Rayel e seus advogados: o crime de enriquecimento ilícito poderá ser incluído na legislação penal brasileira para punir servidores públicos que acumulem patrimônio em padrão incompatível com sua remuneração ou outras fontes lícitas de renda. Depois de intenso, a Comissão Especial de Juristas instituída pela Presidência do Senado para apresentar um anteprojeto de novo Código Penal decidiu tipificar o delito e sugerir a aplicação de pena de reclusão de um a cinco anos, além do confisco dos bens e valores.
“É um momento histórico na luta contra a corrupção no Brasil: criminalizamos a conduta do funcionário público que enrique sem que se saiba como, aquele que entra pobre e sai rico. Agora temos um tipo penal esperando por ele”, comemorou ao fim da reunião o relator da comissão, procurador Luiz Carlos Gonçalves.
Na opinião do relator, o país necessita da previsão do crime de enriquecimento ilícito para avançar no combate à corrupção com efetividade, atendendo um “clamor social”. Conforme disse, é uma forma de alcançar o servidor com patrimônio incompatível com o que ganha licitamente, quando o crime anterior – normalmente a corrupção – ficou de fora do alcance da lei.
“A corrupção é um crime que acontece às escondidas, nos corredores mal iluminados. Quem compra um funcionário público e quem se deixa comprar não quer contar para ninguém. O que nos fizemos foi alcançar a conseqüência desta compra ilícita”, argumentou.
Nos crimes contra administração, a legislação adota conceito abrangente de funcionário público. O conceito serve a pessoa que exerça qualquer cargo, emprego ou função pública, em qualquer nível ou Poder, inclusive para quem exerce atividade de forma temporária ou cargo eletivo.
Laranja
Como previsto pela comissão, a pena para enriquecimento ilícito ainda será aumentada, da metade do tempo até dois terços, quando o autor do crime usar nome de terceira pessoa para esconder os bens ou valores obtidos de forma criminosa. Ou seja, pegará pena maior quem usar o popular ‘laranja’ para ocultar patrimônio obtido de forma ilícita.
No processo, o ônus da prova ou demonstração de incompatibilidade entre renda e patrimônio será da acusação e denúncia deverá ser feita via representação Ministério Público. Manter inalterado o ônus da prova foi ponto defendido por alguns debatedores como garantia para evitar acusações infundadas. A redação para definir o novo tipo também exigiu cuidadosa negociação, para evitar situações arbitrárias.

Rayel não fala, Rayel não atende, Rayel não se comunica. Ou seja Rayel não existe, dessa forma, o governo do Estado de Mato Grosso está sem secretario de comunicação.




Desde o inicio da semana, nossa reportagem entrou em 

contato com o gabinete do secretário Carlos Rayel, no Palácio 

Paiaguás, para entrevistá-lo sobre estes inquéritos e 

processos que lhe são movidos pelo MP e pela Receita 

Federal. Apesar da insistência do contato, Rayel não nos deu 

retorno.  Tenho como testemunha as secretarias que me 

atendem e passam para ele, mais ele como sempre 

desconversa e se descomunica.


Alguém precisa colocar um ponto final nessa patifaria que 

virou a Secom do Governo de Mato Grosso.


Nossa imprensa nunca foi tratada assim como um lixo, sempre fomos respeitados por todos os secretários que passarão pela Secom.


Portanto nesse momento peço aos meus companheiros donos 

de pequenos jornais, que assinem junto comigo uma nota de 

repúdio e que elaboremos uma carta aberta ao governador, 

deixando ele apar de toda essa situação. Em momento algum 

somos contra o governo Silval, mais sim contra as 

irresponsabilidades que estão sendo cometidas dentro da 

Secom e que sem dúvida poderão prejudica-lo futuramente, 

pois ninguém mais va por a cara a tapa para defende-lo se 

não pudermos ser defendidos pelo senhor.

AQUI ALGUMAS EMPRESAS CONTROLADAS POR RAYEL EM SÃO PAULO E SEUS MUNICIPIOS




Na ação os promotores detalham a quase infinita lista de 

bens e empresas, espalhadas pela capital e interior de São 

Paulo, que Rayel passou a controlar, em apenas quatro anos 

de função, controlando os pagamentos da Secom de Quércia. 

Entre as empresas controladas pela família Rayel estão a 

Rede Oeste Paulista de Comunicação, responsável por uma 

emissora de rádio em São José do Rio Preto, a Mídia Brasil 

Publicidade e Comunicações, com sedes em S. Paulo e no 

Rio, a Distribuidora de Bebidas Espírito Santo, a CSR 

Planejamento e Promoções, com sede em Barueri, e a Verde 

Brasil Editorial, que funciona no Brooklin, em São Paulo, na 

qual três filhos de Rayel – Carolina, Douglas e Alexandre – 

aparecem como sócio do empresário Domingos Alzugaray, da 

revista Istoé.

O “estonteante” enriquecimento de Rayel, identificado pelo 

promotor Marcelo Duarte Daneluzzi, foi ratificado em 

parecer do Centro de Apoio Operacional à Execução, do MP 

de S. Paulo, através da assistente técnica da Promotoria I, 

Mônica Semerato, datada de junho de 2011. O parecer teve 

como base dados levantados pela Receita Federal em duas 

execuções fiscais que a União move, paralelamente ao 

processo do MPE-SP, contra Rayel, para cobrar a 

identificação da evolução patrimonial injustificada e garantir 

o ressarcimento, ao erário, de tudo que teria sido sonegado 

no período em que trabalhava para o governo paulista.

RECEITA FEDERAL IDENTIFICA AÇÃO DE ENRIQUECIMENTO ILICITO


O significativo excesso do patrimônio dos réus fica exteriorizado pelos próprios imóveis adquiridos. Com efeito, colhe-se do laudo de folhas 2271/22300, que os réus adquiriram à época verdadeira mansão, contendo quatro suítes, piscina, quadra poliesportiva, sala de lareira, sauna, salão de festas, salão de jogos, dois dormitórios de empregados, etc. Referida casa apresenta mais de 866 m² de área construída, erigida em um terreno de aproximadamente 4.000m², e se encontra situada em espécie de condomínio de poucas chácaras de lazer ou moradia, onde anos atrás foi avaliada em R$ 456 mil. O incremento imobiliário pode ser percebido, ainda, pelos três imóveis adquiridos no interior de São Paulo, cuja avaliação girava em torno de 200 a 300 mil dólares. Afora os imóveis, adquiriram, em 1990, veiculo que, à época, era top de linha, um Monza Classic, SE 2.0, zero quilometro. Diversificaram a riqueza adquirindo cotas sociais de três empresas e investindo em aplicações financeiras. Sobre a movimentação bancária, a prova contábil concluiu que somente os depósitos no Banespa, um dos bancos em que operavam, correspondia ao dobro dos vencimentos recebidos pelo agente público sendo certo que mesmo os rendimentos das aplicações financeiras não explicariam a desproporção. A Receita Federal, por meio do devido processo administrativo (processo 13808.000945/93-79), identificou, no ano de 1987, acréscimo patrimonial dos réus, sem origem justificada, no valor de Cz$ 5.273.362,00. A mesma Receita Federal, também por meio do devido processo administrativo (processo 10880.067831/93-11, referente aos anos de 1988, 1989, 1990, 1991, identificou novos acréscimos patrimoniais dos réus. Todos estes valores, sem origem identificada, em nome de Carlos Eduardo Tadeu Rayel, atualizados monetariamente para o mês de julho de 2011, totalizam o estonteante valor de R$ 10.136.425,94 ( dez milhões, cento e trinta e seis mil, quatrocentos e vinte e cinco reais e noventa centavos). Cumpre assinalar que os referidos processos administrativos da Receita já estão findos e não foram objeto de qualquer decisão judicial tendente a desconstitui-los. Demonstrada a disparidade entre a renda legítima e o patrimônio, aflora o enriquecimento ilícito.”

RAYEL E ESPOSA ERAM POBRES...ATÉ SEREM ADMITIDOS NOS GOVERNOS QUÉRCIA EM SÃO PAULO E ATHONY GAROTINHO NO RIO DE JANEIRO


Carlos Eduardo Tadeu Rayel foi admitido no serviço público durante a gestão do governo Quércia. Ele e sua mulher, Silvia Helena Silva Rayel, possuíam parcos recursos, sendo certo que todo o patrimônio do casal se resumia a um imóvel de 70 metros quadrados, no bairro Capela do Socorro, financiado junto ao Sistema Financeiro da Habitação. Haviam quitado apenas 12% do empréstimo. Ao fim do período em que desempenhara o cargo, o réu apresentou considerável fortuna, sem qualquer correspondência com os vencimentos recebidos, a traduzir, pois, enriquecimento ilícito.

16 de janeiro de 2013

BOMBA DO DIA PARTE 2


Parte "legalizada" e atuante na Gestão Barbosa

O maior investimento na campanha de Silval Barbosa em prestação de contas à Justiça Eleitoral, foi feito pelo Grupo Todimo Materiais para Construção Ltda., no valor de R$ 1,5 milhão 
(COINCIDENTEMENTE - agora - NA JUSTIÇA CONTRA O GOVERNO SILVAL BARBOSA PARA NÃO PAGAR MULTAS MILIONÁRIAS APLICADAS PELO FISCO ESTADUAL POR CONTA DE DÍVIDA MILIONÁRIA DE ICMS EM ATRASO DESDE 2009).
Em seguida, aparece o frigorífico Guaporé Carne S/A, localizado no município de Colíder (650 km ao Norte de Cuiabá), que doou R$ 1.337.824,00. Vencedoras de licitações no Governo do Estado, as construtoras Sanches Tripolini Ltda., Dinamo Construtora Ltda. e Cavalca Construções e Mineração Ltda. fizeram doações que, somadas, correspondem a R$ 2,1 milhões. A Tripolini doou R$ 1,2 milhão ao candidato; a Dinamo doou R$ 800 mil e a Cavalca R$ 100 mil. As usinas Itamarati S/A e Barraalcool S/A fizeram doações expressivas, e contribuíram com R$ 700 mil e R$ 636 mil, respectivamente.
Na prestação de contas do chefe do Executivo estadual chamam a atenção também os valores acima de R$ 500.000 doados por empresários ou instituições bancárias: BMG, Bonsucesso, Cruzeiro do Sul e Rural. A BPV Promotora de Vendas e Cobrança doou quantia igual, de R$ 500.000, para colaborar na campanha do governador.
A Cooperativa Agrícola Produtora de Cana de Campo Novo do Parecis também se destaca entre as maiores doadoras de campanha do peemedebista.
Através de quatro remessas, a empresa ajudou as ações de campanha com a quantia de R$ 596.000,00. Muitos dos grupos empresariais aqui citados, segundo fonte do Cacetão, somados a outras grandes empresas que "mamam" no Governo de Barbosa (incluindo Delta e outras construtoras) e aparecem timidamente na lista entregue ao TSE com "doações mínimas", também contribuiram (e muito!) para a "ENGORDA" do CAIXA II usado na campanha de reeleição de Silval Barbosa, do qual Eder Moraes foi atuante articulador. ( E HOJE SOFRE AMEAÇAS DE MORTE POR SER UM PRECIOSO ARQUIVO (AINDA) VIVO)!

HOMEM BOMBA
COM RABOS DE SILVAL BARBOSA E FIGURÕES QUE PASSEIAM IMPOLUTOS POR CORREDORES E GABINETES DO PALÁCIO PAIAGUÁS, EDER MORAES PROMETE DAR O TROCO E DETONAR GOVERNO A QUALQUER MOMENTO

Eder Moraes, ex-titular da SECOPA, chorou ao ser demitido pelo governador Silval Barbosa no transcorrer da semana. POR TELEFONE!... Um choro de ressentimento, mágoas, decepção e traição, ao se sentir ludibriado pelo governador Silval Barbosa, que antes de viajar para Brasília chegou a pedir que o acompanhasse na viagem, garantindo que não cederia às pressões de políticos da sua base, nem mesmo às ameaças do TCE e AL MT de rejeitar suas contas caso a cabeça de Eder não fosse "decepada". Fonte do Cacetão Cuiabano informou que a conversa entre os dois foi rápida, ríspida e brusca. O ex-secretário não quiz ouvir as desculpas de Barbosa e desligou o celular na cara do ex-chefe. Horas depois, sem clima de velório, o governador anunciou para todo Estado não apenas a demissão do Eder como a liberação da primeira parcela de R$ 423,7 milhões , de um total de R$ 1,2 bilhão liberado pela Caixa Econômica Federal para as obras do VLT em Cuiabá e VG.  Muito dinheiro, muita grana em jogo, confirmando suspeitas do próprio Eder Moraes, ainda na terça (17) de que tinha a cabeça a prêmio não por simples materiazinhas veiculadas num semanário cuiabano, de pouco destaque e leitores, mas por conta de interesses espúrios em cima dos milhões que a partir deste mês (ABRIL/2011) passariam a jorrar para as obras da Copa em Cuiabá. Furioso, minutos antes de ser demitido por telefone, Moraes descarregou sua ira no capo do Grupo Gazeta, Dorilêo Leal, pré-candidato a prefeito de Cuiabá pelo PMDB de Silval Barbosa, que desde a segunda quinzena de Março, ao lado dos "titulares" da SECOM, Carlos Rayel e ElpídioSpiezzi, mantiveram seguidas reuniões na sede do órgão, no bairro Goiabeiras, buscando formas de aumentar ainda mais a fatia do "bolo" das empresas ligadas ao Grupo Gazeta, incluindo duas construtoras, na grana da Secopa. E o Eder foi duro: Acusou o empresário Dorileo Leal de agir por “interesses políticos e econômicos”. Eder acusou ainda Dorileo de estar “sacaneando com a Copa do Pantanal”. “É sacanagem dele. Mas quem tem telhado de vidro não pode se oferecer às pedras. Não escolho inimigo para a guerra. Podem me detonar para todos os lados; também tenho munição para atacar”, garantiu, complementando... “O Dorileo tem uma relação estreita com o governador Silval Barbosa e com o secretário de Comunicação Carlos Rayel".Eder Moraes, se ouvido pela PF, MPF ou MPE, pode esclarecer o sumiço de R$ 2,8 milhões no financeiro da SECOM, sob gestão do secretário DE FATO, ElpídioSpiezzi, dias após a posse de Carlos Rayel como "titular" da Pasta. O ex-secretário, Osmar Carvalho, deixou tudo agendado, empenhado e praticamente liberado para a quitação de débitos do Governo Barbosa para com dezenas de veículos que divulgaram ações do Palácio ao longo de 6 meses (em sua maior parte)e foram NOTIFICADOS sobre um CALOTE GIGANTESCO que acabou recaindo nas costas do honesto e leal Carvalho. Há informações de que "para turbinar a pré-campanha de Dorilêo Leal" parte dos recursos foram DESVIADOS para o GRUPO GAZETA e a outra restante ENCAMINHADA para as empresas que integram o GRUPO CONTINENTAL DE COMUNICAÇÃO, já com mais de 80 veículos na "FOLHA" (conforme revelação do Elpídio) e outro tanto querendo parte no "BOCÃO". Rodrigo Cunha Barbosa e a mãe, Roseli Barbosa, administram (no caso da primeira dama, "nas horas vagas") com "mãos de ferro" o conglomerado, que ainda inclui várias outras empresas no ramo de mineração, combustível, alimentos e materiais de construção, entre outros.


Nos corredores da Secretaria de Comunicação de MT, o novo secretário Carlos Rayel ganhou o apelido de “publicitário forasteiro”. Herança deixada por Orestes Quércia ao PMDB de Mato Grosso, o marqueteiro político assumiu o cargo em março com a missão de melhorar a cada vez mais desgastada imagem do governo e do governador Silval Barbosa, de quem ele fez a campanha política. Além, claro, de engordar as próprias contas bancárias, visto que entre os vários processos que responde na Justiça de São Paulo e Rio de Janeiro, alguns foram por CALOTE em donos de imóveis.AS FAMOSAS "ÓRDENS DE DESPEJO"... Mas sua cobiça vem despertando a ira tanto dos servidores (60 por cento do quadro vigente na gestão Osmar já na Rua da Amargura, demitidos) quanto dos assessores mais próximos ao governador. Tachado de arrogante por alguns, Rayel além de lotar a secretaria com "profissionais" (diplomados na Faculdade de Nhapolândia!) que ele traz de fora (Rio e São Paulo), há a denúncia de que mantém parentes em funções estratégicas no governo. De outro lado, a briga entre Rayel e Eder Moraes tem (ou tinha) como foco a extinção de uma SECOM PARALELA (não incomodada nas gestões José Carlos Dias e Osmar Carvalho), mantida com recursos da SEFAZ e Secopa. Rayel batalhava para que a "sangria" fluisse para a SECOM, aumentando ainda mais seu poder de fogo e "NHAPAÇÃO". Mas se enganam os que não acreditam em revide por parte do Eder Moraes. Nem mesmo a manutenção da sua equipe na Secopa e Sefaz, a garantia de que terá "os rendimentos garantidos", podem tranquilizar Silval Barbosa, familiares e "apadrinhados" que efetuam "polimento" diário nos cofres estaduais. Moraes tem mandado recados... Já tem as CAPIVARAS do governador, de José Riva, Sérgio Ricardo, Carlos Bezerra, do pré-candidato Dorilêo Leal, Carlos Rayel, Teodoro Lopes, Pedro Nadaf, ElpídioSpiezzi, Zé Lacerda, Nico Baracat e de outras figuras ilustres que passeiam impolutas pelos corredores e gabinetes do Palácio Paiaguás. Tudo questão de tempo e hora certa! Sabe-se até que, em 2011, Moraes teve uma proveitosa reunião com agentes da Polícia Federal, após ter equipamentos de escuta, filmagem (entre eles um sofisticado GUARDIÃO)e outras parafernálias do gênero apreendidos - mas liberados a seguir - num elegante escritório de "consultoria", em prédio localizado na Avenida CPA. Sem autorização judicial, da PF ou do Papa, "agentes" contratados e mantidos de forma secreta pelo precavido Eder, gravavam, filmavam e, quando necessário, faziam uso do material para "intimidar" desafetos... E "mora" nesse episódio a grande preocupação de Silval Barbosa e apaniguados. Ocorre que, após flagra e sequentes "explicações", Eder passou a manter um relacionamento bastante cordial com a Polícia federal de Mato Grosso (tanto que optou por pedir proteção dos federais para si e familiares por conta das ameaças de morte que tem sofrido, dispensando "guardas" enviados por Barbosa até o seu condomínio, na saída para Chapada), sendo até condecorado pela PF em Brasília - representada por associação da classe, no início deste mês (abril) com a medalha DEFERÊNCIA POLÍCIA FEDERAL, concedida unicamente a "personalidades cujas ações servem de exemplo para gerações futuras, orgulho da cidadania e interesse pela Segurança Pública Nacional".


TEMENDO PELA CHEGADA DOS CARRASCOS!
ARQUIVOS (AINDA) VIVOS E CAPAZES DE DETONAR O GOVERNO SILVAL BARBOSA E MÁFIA (INCLUINDO A FAMILIAR) QUE ASSALTA DIARIAMENTE OS COFRES PÚBLICOS, OS EX-SECRETÁRIOS EDER MORAES (SECOPA) E OSMAR CARVALHO (SECOM) TEMEM A POSSIBILIDADE DE SEREM "CALADOS" A QUALQUER MOMENTO, E "SOMEM DO MAPA"... EDER, PRECAVIDO, BUSCOU PROTEÇÃO JUNTO AO MPF E POLÍCIA FEDERAL!
 Moraes afirmou que "pela primeira vez" temia por sua vida, da sua família e responsabilizou o governador Silval Barbosa por algo de trágico que possa ocorrer a si e seus familiares: " Posso até morrer, mas o Estado será responsável a partir de hoje por minha vida e pela vida de meus filhos e de minha mulher"Antes de deixar a SECOPA, o ainda secretário extraordinário da Copa do Mundo de 2014, Eder Moraes Dias afirmou à imprensa cuiabana que ele e sua família corriam sério risco de vida" e confirmou que iria pedir pedirpreoteção ao secretário de Segurança Pública, Diógenes Curado. "Há cerca de duas horas e meia, ou melhor, por volta das 21h, fui abordado na entrada do condomínio onde moro (Florais, na rodovia Cuiabá-Guia), por um motoqueiro, cuja moto não tinha placas, que me confirmou que corro sério risco de vida. Não temo ameaças, mas depois de conversar com minha esposa, decidi tornar público o recado, porque posso estar no centro de uma situação política delicada", declarou Moraes Dias. Segundo relato do então secretário, ele estava chegando no condomínio quando o motociclista fez a abordagem alertando-o sobre os riscos que passaria a correr a partir do momento em que se transformasse num ex-secretário, um "arquivo vivo". Sem pestanejar, Moraes afirmou que "pela primeira vez" temia por sua vida e da sua família. E responsabilizou o governador Silval Barbosa por algo de trágico que possa ocorrer a si e seus familiares: " Posso até morrer, mas o Estado será responsável a partir de hoje por minha vida e pela vida de meus filhos e de minha mulher". E foi além ao informar que tinha procurado o titular da Segurança Pública, Diógenes Curado, em busca de proteção policial: "Ele [Curado] me pediu calma, mas estou com meu filho aqui ao meu lado, na sacada, e estou muito preocupado, porque Mato Grosso tem um histórico de queima de arquivo, e essa é uma realidade inegável. Mas eu não vou ficar calado, isso eu garanto", concluiu Eder Moraes.  Após ser exonerado da SECOPA, desconfiado de que policiais do Estado não lhe dariam proteção suficiente, Eder Moraes procurou ajuda do Ministério Público Federal e da Polícia Federal. Com o RABO da família Barbosa em mãos, o ex-secretário pode a qualquer momento detonar a gestão de Silval Barbosa, não apenas mostrando o envolvimento do "PC Farias de Mato Grosso", Rodrigo da Cunha Barbosa, em negociatas de arrepiar crina de macaco, como também expor ao MPF, PF, MPE e Justiça Eleitoral as "engordas" dos Caixas PARALELOS usados na campanha da reeleição, em 2010. Já na sexta-feira (20) circularam rumores de que o ex-titular da Secopa, Eder Moraes tinha aceitado convite para se reunir com membros do Ministério Público Federal (MPF), de forma "descompromissada", num escritório na Av. CPA.

EDER, NA VERDADE, ESTAVA BUSCANDO PROTEÇÃO DOS ÓRGÃOS FEDERAIS PELA PRESERVAÇÃO DA SUA VIDA E DE SEUS FAMILIARES.
A informação teria causado um reboliço pelas bandas do Palácio Governamental, com inúmeras (e infrutíferas) tentativas de contactaro Eder pelo celular. Em vão, o aparelho permaneceu desligado até por volta das 11:58hs, quando voltou a dar sinal de vida. consta, segundo fonte do Cacetão Cuiabano, que o principal medo dos "mamadores" da VACONA DO BARBOSA é de que o Eder venha a dar com a língua nos dentes, não resistindo às tentadoras ofertas de uma DELAÇÃO PREMIADA... Humilhado, enxotado, menosprezado pelo governador Silval Barbosa, tudo indica que o Moraes não resistirá aos apelos do MPF e acabe entregando as negociatadas do "PC FARIAS de Mato Grosso" e as "engordas" dos Caixas II, III, IV e V usados na campanha de 2010, que reelegeu Silval Barbosa ao governo de MT. (Negociatas envolvendo verbas federais e formação de caixas paralelos com "nó milionário" na Receita Federal).
Supostamente refugiado numa chácara desde que foi mandado embora da SECOM MT, depois de infrutífera tentativa de convencer o governador Silval Barbosa a estancar roubalheiras nos cofres públicos, pondo freio no ímpeto familiar, o ex-titular da SECOM-MT, Osmar Carvalho, transformado em "Bode Expiatório" depois que Carlos Rayel e ElpídioSpiezzi (titulares da pasta) sumiram com cerca de 3 milhões (R$ 2,8 mi) destinados a pagamentos de débitos do governo para com a imprensa da Capital e Interior (alguns veículos há mais de 6 meses sem nada receber!... CALOTE SEM PRECEDENTES!!!) foi visto por alguns minutos no interior do Hiper Modelo, na Miguel Sutil, fazendo compras de generos alimentícios... Barbudo, de óculos, vestindo short surrado e uma camisa regata. Só de chinelos, empurrando um carrinho com pacotes de arrôs, carnes, feijão (estoque para longa temporada). Nem de longe lembrava o elegante Osmar, sempre de terno e gravata, acompanhando o governador Silval Babosa em todos os eventos. Osmar Carvalho também é um valioso e preocupante arquivo (ainda) vivo, que incomoda bastante a MÁFIA FAMILIAR, intimamente ligada ao governador Barbosa, que em em 2011 faturou R$ 15,4 milhões de diferentes fontes governamentais, apenas com o uso das empresas pertencentes ou "associadas" ao Grupo Continental de Comunicação, comandado por Rodrigo da Cunha Barbosa, "testa" da mãe e do pai nos negócios familiares, que vão de mineradoras (de ouro) no Norte MT e no Pará (usadas para "esquentar" a BUFUNFA) até as empresas fornecedoras de combustíveis, alimentos, passagens, materiais de informática e construção civil. Um conglomerado que engloba ainda fazendas de gado e de soja no Araguaia e no Nortão de MT. Crescendo assustadoramente a cada ano de Governo

10 de janeiro de 2013

BOMBA DO DIA..1º PARTE


BOMBA - BOMBA - BOMBA!
GRUPO CONTINENTAL DE COMUNCAÇÕES
A VERDADE
Eu Samuel Levy, jornalista, brasileiro, nascido em 15 de agosto de 1961 na cidade do Rio de janeiro, publico essa matéria, que por serem sérias denuncias, merecem ser lidas, reElidas e minunciosamente analisadas pela PF, MPE, e TJMT para realmente se constatado tudo que está escrito e publicado aqui, punir os responsáveis por essas ações maléficas aos cofres do Estado de Mato Grosso. Pessoas essas que deveriam ser as reais fiscalizadoras do erário publico, hoje desfilam como as fies gastadoras de tanta fortuna e repassa a todas as empresas citadas, grandes quantias de dinheiro em forma de pagamento, não por serviços prestados, mais para quitar as parcelas da compra dessas empresas. É nojento, é sujo, é água de esgoto pura o que vem acontecendo em nosso estado. Digo e reafirmo mais uma vez se for realmente constatado tudo o que está escrito nessa longa manteria postada pelo jornalista Ely Santoantonio e por mim (Samuel Levy em meu Blog), que se puna os responsáveis por essas ações e seja quem for, que nossas autoridades de o exemplo e se preciso for, coloque na cadeia esse bando que segundo o que esta escrito roubaram milhões, que transformado em obras poderiam suprir a falta de moradia, a falta de escolas, a falta de hospitais e UTis, a falta de obras em nossas estradas e o principal a falta de uma política de saúde que poderia salvar muitas vidas. Não custa nada investigar todas essas denuncias, mais vai custar muito caro deixar que todas essas falcatruas fiquem impune.
Afirmo porem que não quero com essa matéria difamar o nome de ninguém e nem fazer injustiças e aqueles que se sentirem ofendidos ou injustiçados que provem então que tudo que está escrito nessa matéria é mentira, do contrario, se não puderem provar, que se defendam, pois meu objetivo não é chantagear ou fazer trocas com ninguem e sim colocar a população a par do que está acontecendo, as sujeiras que estão aprontando em nome do nosso estado e usando gente humilde e até que se provem ao contrario honestas para cometer crimes contra o erário publico.
Tudo que eu peço é que investiguem essas denuncias que por si só são sérias demais para ficarem engavetadas. Por favor peço mais uma vez em nome da honestidade e seriedade das nossas autoridades, investiguem, pois esse grupo continental não pode continuar a fazer da nossa comunicação um coxo onde só come quem eles querem, não quero e nem faria jamais parte desse coxo, só quero trabalhar e receber pelo meu trabalho, desde que seja honesto.
Samuel Levy - Jornalista - 1500 DRT/MT

GRUPO CONTINENTAL DE COMUNICAÇÃO:
MÁQUINA DE FAZER DINHEIRO EM MATO GROSSO
De diversas fontes do Governo Silval Barbosa, de caixas paralelos existentes nessas mesmas fontes (além daqueles usados oficialmente para "prestações" ao TCE, AL-MT e outros "fiscalizadores"), Só o Grupo Continental de Comunicação faturou em 2011 R$ 15,4 milhões. Oficialmente, registrados apenas R$ 4,1 milhões no transcorrer do mesmo ano, pulverizados entre as 26 empresas "associadas" ou legitimamente pertencentes ao grupo naquele ano, de acordo com fonte do Cacetão Cuiabano, que já no final do ano informou crescimento para 58 integrantes. Em 2012, intensificando "ações", o número pulou para 86 (segundo confidências do secretário DE FATO da SECOM MT, Elpídio Spiezzi) e o grupo já é apontado como o maior de Mato Grosso. Detalhe: pertencente à primeira dama do Estado, Roseli Barbosa (sócia em negócios com vários políticos do Estado, entre eles o ex-deputado Otaviano Pivetta) o Grupo Continental, além de outras empresas fora do ramo de comunicação, é comandado por Rodrigo da Cunha Barbosa, filho do governador de MT, já apontado como o "PC Farias de Mato Grosso". Muito dinheiro oriundo de fontes como Educação, Saúde, Indústria e Comércio, Pavimentação, Saneamento, Trânsito, Habitações Populares. Negociatas. Comissões. Propinas. Fornecimento de produtos, combustíveis ... Dinheiro esse que estaria sendo “esquentado” através de empresas de mineração (no interior de MT e no Pará - a família do governador possui altos investimentos na área de garimpagem!), principalmente de ouro. “Algumas dragas estão bamburrando sempre!” A primeira dama do Estado, Roseli Barbosa, que ao lado do filho Rodrigo da Cunha Barbosa, o "PC Farias de Mato Grosso", montou um conglomerado de empresas em diversos setores "produtivos" de MT, administra com mãos de ferro o patrimônio familiar (NAS HORAS VAGAS) ao mesmo tempo em que ocupa o cargo de titular da Secretaria de Trabalho e Cidadania (substituta de antiga Promoção Social) no Governo Silval Barbosa. Segundo fonte do Cacetão Cuiabano, Roseli Barbosa adquiriu em leilões judiciais e via promissórias em mãos de agiotas e outros credores do Grupo GDC (Diário de Cuiabá), às portas da falência e em constantes embates na Justiça Trabalhista (salários atrasados e demissões irregulares), cerca de 80 por cento do patrimônio do tradicional diário cuiabano, sucursais e dois outros diários regionais do grupo, o Diário Regional Sul e o Diário Regional Norte. Por sinal, o Diário de Cuiabá é o mais antigo em circulação no Estado. A cartada final foi dada pelo Grupo Amaggi (pertencente ao ex-governador Blairo Maggi) que repassou todas as pendências financeiras (dívidas) do GDC para com o mega-exportador de soja, autorizando, inclusive, a posse da sede do matutino, na Avenida Beira Rio, cedida pela Amaggi em 2004 aos sócios proprietários do Grupo Diário de Cuiabá, numa jogada que, na época, teve os dedos milagrosos do empresário e advogado João Pedro Marques, amigo pessoal de Maggi e principal interlocutor da negociata. 
Ao ser pressionada para que entregue sede, rotativas (em Sinop - Diário Regional Norte; Rondonópolis - Diário Regional Sul e Cuiabá - Diário de Cuiabá) e outros equipamentos gráficos e editoriais, a diretoria do GDC reagiu da forma mais eficiente que conhece: intimidando o cobrador (no caso a primeira dama Roseli Barbosa, seu filho Rodrigo e o governador Silval Barbosa) com denúncias envolvendo o bicheiro mafioso Carlinhos Cachoeira com negociatas na gestão Barbosa, indo de licitações vencidas pela Delta Construções ou "associadas" (empresas usadas como "esteio" nos pregões ou licitação de obras) ao interesse de comandar a nova Lemat no Governo Silval Barbosa. Segundo fonte do Cacetão Cuiabano, o responsável pelo vasamento da "BOMBA" que mostra vertiginoso crescimento do Grupo Continental de Comunicação no Estado, foi o secretário DE FATO da SECOM MT, Elpídio Spiezzi, ao ser cobrado pelo dono de uma das agências que "cuidam" da grana do Governo no setor de Comunicação. O moço estava revoltado por ter sido "patrolado" num repasse de R$ 650 mil, feito integralmente para uma outra agência "amiga". Na sala do Elpídio, o teor da discussão violenta "vasou" e dois ex-funcionários da pasta, recentemente demitidos por Carlos Rayel, incumbiram de tornar pública a polêmica. O dinheiro, a pedido da primeira dama, segundo informações do Elpídio, foi encaminhado para a outra agência por ser um compromisso previamente assumido com empresas "ligadas" ao Grupo Continental de Comunicações. E revelou, em alto e bom tom: "E eis aí o grande problema.
O pessoal é fominha. Tem quase 80 empresas na LISTA (novidade desconhecida até pelo Cacetão, que constatou, posteriormente, que número exato até o transcorrer desta semana era de 86 empresas - Já em 2011 o site Caldeirão Político apurou que o listão totalizava 73 firmas, entre gráficas, sites, revistas, jornais e emissoras de rádio e TV - A informação do Cacetão, até então, abrangia "apenas" 58 empresas adquiridas ou "associadas" ao grupo )... Já comprou a Folha do Estado e agora tá adquirindo o espólio do Diário de Cuiabá. Nada posso fazer. Nem eu e nem você. Se quizer dar uma de herói, corra e denuncie!" 

Governador Silval Alertado - Ocorrido antes do secretário Osmar Carvalho ser exonerado do cargo, Elpídio foi chamado até o gabinete do chefe e repreendido pelo fato de expor a família do governador em assuntos sigilosos e denigrentes para a imagem de Silval Barbosa.
Consumado em dezembro de 2011, a partir daí Carvalho passou a ter um inimigo disposto a apeá-lo do cargo, seja por pressão psicológica ou por ameaças de colocar nas suas costas falcatruas e rombos evidenciados na SECOM, desde que Osmar tomou posse no órgão, a partir de 2010.
Abatido, adoentado, o profissional acabou e sucumbindo às pressões e ameaças ao perceber que não tinha o mínimo de respaldo do governador Barbosa, já contaminado por desprezíveis fofocas oriundas da Pasta. A entrada do "foragido" Carlos Rayel, juntou a fome (Elpídio Spiezzi) com a VONTADE DE COMER (o próprio Rayel, já respondendo a dezenas de processos na Justiça de São Paulo e Rio de Janeiro por roubalheiras milionárias no exercício de funções públicas). O primogênito de Silval Barbosa , Rodrigo Cunha Barbosa, apontado como o "PC Farias de Mato Grosso", age nas trevas (odeia fotógrafos e cinegrafistas) - Barbosinha (dono do  GRUPO CONTINENTAL, no ramo de COMUNICAÇÃO) está arrematando tudo da área no Estado, já sendo apontado como dono ou "arrendatário" de 86 empresas no Estado.
E o LISTÃO continua em fase de crescimento. O povo fala, o povo comenta, e o governador determinou ao intrépido rapaz que "desminta" todos os "boatos", incluindo aí a compra do Grupo Folha do Estado, em Cuiabá, onde também já é dono da Rádio Cultura (AM) e do grupo MEGA FM, com uma emissora na Capital e cinco no interior do Estado, tendo a frente os "laranjas" e cantores da dupla sertaneja 2 a 1. No caso. ficou difícil. Parte da grana (70%) já tinha sido depositada na conta da diretoria do Grupo Folha, que até usou pequena parcela para pagar folhas em atraso e parar uma greve de jornalistas em andamento nas empresas (greve restabelecida posteriormente, ao ser adiada a data da outra parcela). Mas os "desmentidos", como determinou sua Excelência, vem sendo feitos, custe o que custar, não importam os meios. Se por um motivo ou outro o leitor quizer se esconder do secretário-adjunto da SECOM MT, UM TAL DE AROLDO (um dos mais antigos funcionários das empresas da Família Barbosa, nomeado para o cargo justamente para facilitar ainda mais "as coisas"), refugie-se num dos gabinetes da afamada Secretaria de Comunicação. Sua função, conforme fonte do Cacetão Cuiabano, tem sido "carrear recursos" para sites, emissoras de rádio, Tvs, jornais, gráficas e revistas pertencentes ou por recentes "adesões" extremamente ligadas ao mega-grupo de comunicação CONTINENTAL, comandado oficialmente pelo filho do governador Silval Barbosa, o competente e averso a badalações (aparições em fotos, filmagens, etc. - bem ao estilo PC Farias ), Rodrigo da Cunha Barbosa... No interior, Aroldo já ganhou o honroso apelido de "Papai Noel".

RAYEL UM "ESPECIALISTA" A SERVIÇO DA FAMILIA
O Ministério Público de São Paulo, num dos vários processos movidos contra o atual titular da SECOM MT, alega que ao assumir o cargo de Coordenador de Comunicação do Governo Paulista, na gestão Oreste Quercia, Carlos Rayel declarou patrimônio “de apenas Cz$ 55.191,00 (cinqüenta e cinco mil, cento e noventa e um cruzados) e ao deixá-la o patrimônio era de R$ 45.409.589,57 (quarenta e cinco milhões, quatrocentos e nove mil, quinhentos e oitenta e nove reais e cinqüenta e sete centavos), impossível de ser formado com as fontes de renda declaradas, tudo a indicar a prática de ato de improbidade administrativa... Na reforma imposta a pasta que assumiu recentemente, o marqueteiro demitiu e afastou profissionais lotados em pontos estratégicos. "Sumiu" com R$ 2,8 milhões deixados pelo ex-Osmar Carvalho para quitar débitos com empresas "não associadas ao Grupo Continental". E já importou outros, vindos de São Paulo. Numa única canetada demitiu 9 servidores e afastou 5. O número já passa de 60% de afastamentos e demissões no quadro original da SECOM, na época Osmar Carvalho. "Arraia" considerada "Miúda", mas babando de raiva, disposta a colocar a "Boca no Trombone". Basta o MPE investigar a fundo!  Um detalhe sinistro: Quem combate a organização (Familiar e agora associada a outros perigosos "capos" que "mamam" desvairadamente na Vacona dos Barbosas, antes "pastoreada" pelo hoje senador Blairo Maggi), trai ou se rebela contra condições impostas, acaba (ao estilo da Cosa Nostra italiana) assassinado ou "suicidado". Vejam os exemplos do jornalista Auro Ida, executado em 2011 com tiros na boca quando, segundo fonte do Cacetão, "negociava" acordo sobre publicação ou não de um dossiê sobre o farra dos precatórios no Estado. Calado. Caso Encerrado. Sequer uma coletiva para mostrar os "assassinos" (pistoleiro, agenciador e mandante). Colocaram uma "loira fatal" no caminho do Auro e calaram sua boca para sempre... Já o multimilionário e dono da Encomind, Carlos Garcia, "suicidado" em uma Mansão no Lago do Manso com mais de 10 punhaladas na boca, nuca, tórax, pescoço e outras partes do corpo tinha acabado de "engordar" ainda mais suas contas bancárias com a fortuna de R$ 112 milhões, paga pelos cofres do Governo Silval Barbosa em dezembro de 2011. Na opinião de especialistas "houve desacordo quanto ao pagamento das sagradas propinas" ( dessa vez algo em torno de 40 por cento do valor, por conta da inclusão de precatórios no meio das dívidas quitada).
Foi municiado por informações documentadas, contidas em dossiê que resultaria na cassação do mandato do governador Silval Barbosa (PMDB), no início deste ano, caso a "opo$ição" não fo$e "acalmada" a tempo, que o ex-deputado Maksuês Leite conseguiu tirar do buraco seu grupo de comunicação (agora com 2 emissôras de rádio FM no interior - Baixada Cuiabana, jornal impresso, site, uma emissôra de TV aberta e duas a cabo, além de gráfica e agência de publicidade. Com a dinheirama e outros acordos acordos extra-cartoriais, Leite também está assumindo o controle da TV Estrela, pertencente ao ex-SECOPA, Eder Moraes, em nome de "laranja".
Segundo fonte do Cacetão Cuiabano, Maksuês Leite saiu do sufoco ao ser municiado com calhamaço de cópias de documentos e DVDs fornecidos pelo deputado Dilmar Dal Bosco (DEM), que faz oposição "de faz de conta" ao governador Silval Barbosa enquanto "trabalha duro, e de verdade" em investigações a cargo de detetives contratados fora do Estado, sem vínculos com o Governo ou empresários ligados a este. E como tem rendido frutos!.. Leva-las a público é outro departamento. Foi dele a descoberta de um conglomerado de empresas a serviço de familiares do governador Silval Barbosa no interior de MT, com tentáculos espalhados nos quatro cantos do Estado, atuando de forma sutil e quase que desapercebida. Tudo, ou melhor, quase tudo supostamente em nome de "laranjas". E atuando nos mais diversos setores da economia regional.

Com base nas informações colhidas, e batendo duro no fato de um dos filhos do governador ter "participações" numa empresa (que toca - ou tocava - em sociedade com uma "namorada"), a exemplo de dezenas de outras com quais possui ligações em MT. 
Outro Detalhe sinistro:  uma agência de turismo (CONFIANÇA TURISMO - venda de passagens aéreas) que nos quase 8 anos da gestão Blairo Maggi faturou pouco mais de R$ 4 milhões em negócios feitos com o Estado (quando o pai era vice) e entre 2010 e 2011 (com Silval no Governo) teve o faturamento aumentado para R$25 milhões. Foi como ganhar na loteria, sendo o único premiado... Maksuês usou toda sua lábia de político e comunicador para ameaçar (MESMO "CENSURADO" POR LIMINAR JUDICIAL) o governador Silval Barbosa quatro dias seguidos com IMPEACHMENT e outras galhofas... E isto, de fato, poderia ocorrer caso levasse a público esta e outras graves denúncias contra o Governo, já em mãos, devidamente investigadas pelo parlamentar que nele acreditou.   E o Leite martelou, martelou, avisou por várias vezes no seu programa Comando Geral (TV Cuiabá, canal 47) que a denúncia seria transmitida (pela primeira vez e de forma especial) em REDE NACIONAL, através da Rede TV... Até abriu grandes espaços na sua TV ao parlamentar BENFEITOR... Duas reuniões às portas fechadas com o novo e "catedrático" titular da Secom MT, Carlos Rayel, foram suficientes para o "bravo" apresentador voltar atrás nas promessas, "mijar nas calças" e já agendar um novo canal de TV ao seu grupo de comunicação... Agora sorridente e feliz, sem a mesmas "lagrimas de crocodilo" de quando se vendeu aos irmãos Campos (Júlio e Jayme) por bem mais que as 30 moedas de Judas.
Na segunda parte dessa matéria, vamos trazer personagens que podem elucidar esse caso e nos dar a clara certeza das verdades do fatos. aguardem

7 de janeiro de 2013

Chegamos à conclusão de que não precisamos de governador na região”



Reunião entre o deputado Nilson Leitão e o Consórcio Intermunicipal Nascentes do Pantanal


Cansado de ouvir reclamações de abandono por parte dos gestores municipais do interior do Estado, o deputado federal Nilson Leitão (PSDB), após se reunir com o Consórcio Intermunicipal Nascentes do Pantanal durante o final de semana no município de Cáceres, declarou ter chegado à conclusão que ‘uma região como aquela não precisa de governador’.

de, de ambulâncias e postos de saúde na maioria das cidades, bem como sobre as péssimas condições das estradas da região. A falta de atenção do governador Silval Barbosa (PMDB) foi outro tema abordado durante a reunião.

“Tudo o que está sendo discutido aqui hoje deveria ser prioridade do Governo do Estado, mas infelizmente os prefeitos é quem têm que se movimentar para organizar a Saúde regional, a Educação regional e a Logística regional, então chegamos a conclusão que uma região como essa não precisa de governador!”, esbravejou Leitão.

O parlamentar se comprometeu de até na segunda quinzena de fevereiro organizar uma reunião com toda a bancada federal e estadual, na tentativa de aproximar os Poderes Legislativos das prefeituras de todo o Estado, para que as regiões não se sintam mais abandonadas.

Consórcio Intermunicipal Nascentes do Pantanal

O prefeito de Cáceres, Francis Maris (PMDB), foi o responsável por reunir os chefes dos Executivos municipais da região, e anunciou o retorno do município à mesa de discussões de assuntos relevantes para a região.

No encontro, que durou praticamente todo o dia, os prefeitos debateram assuntos referentes ao repasse de recursos municipais para Consórcio por meio do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), além da elaboração da pauta de reivindicações da região que será encaminhada ao governador Silval Barbosa, que será marcada na próxima semana.

A reunião também elegeu a nova presidente do Consórcio, a prefeita reeleita de Lambari D’Oeste, Maria Manea. 
Na oportunidade os prefeitos também debateram assuntos referentes ao Consórcio de Saúde da Região Oeste (Cisomt). 

Além de Cáceres, o Consórcio Intermunicipal e o de Saúde são formados pelos prefeitos dos municípios de Araputanga, Cáceres, Curvelândia, Glória D’Oeste, Conquista D’Oeste, Porto Esperidião, Reserva do Cabaçal, Rio Branco, Salto do Céu, São José dos Quatro Marcos e Jauru.