Caciques precisam repensar atuação
no Estado, diz Pagot sobre eleições
municipais
De
Brasília - Vinícius Tavares
Os resultados nas urnas no primeiro turno das eleições em Mato Grosso,
com a eleição de novos nomes para administrar cidades importantes, mostram que a
sociedade quer transformação e indicam que os grandes caciques da política
devem repensar a sua atuação no Estado.
A avaliação é do ex-diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, que afirma não estar acompanhando de perto as eleições nem ter militado em favor de nenhuma candidatura no Estado.
"Os caciques terão que repensar a sua atuação o Estado. Tem muita gente que foi eleita que não está no quadrinho do Blairo Maggi e do Silval Barbosa".
Ele classifica como emblemáticas as vitórias de candidatos desacreditados ou que não eram apoiados por grandes nomes da políticas, como ocorreu em Água Boa, Barra do Garças, Cáceres, Primavera do Leste, Rondonópolis e outras cidades importantes do médio norte do Estado.
"Começou em Mato Grosso uma grande transformação na política, com a indicação de novos rumos e de novas lideranças. Isto poderá ser constatado nas próximas eleições. A palavra chave desta eleição é transformação", declarou.
Sobre o segundo turno em Cuiabá, Pagot destaca o grande desempenho de Mauro Mendes (PSB) nas urnas, apesar de Lúdio Cabral (PT) ter apresentado grande crescimento nos últimos dias de campanha e de ter sido apontado como provável vencedor no primeiro turno.
Para Pagot, a figura de Mauro Mendes, que disputa a sua terceira eleição, ainda é vista pela população com um grande potencial de mudança.
"O Mauro Mendes foi muito bem terminando em primeiro lugar e provavelmente será o prefeito de Cuiabá. O Mauro faz parte deste mesmo movimento de renovação", avalia o ex-diretor do Dnit, que desfiliou-se do PR após desentendimento com o presidente regional do partido, deputado federal Wellington Fagundes.
A avaliação é do ex-diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antônio Pagot, que afirma não estar acompanhando de perto as eleições nem ter militado em favor de nenhuma candidatura no Estado.
"Os caciques terão que repensar a sua atuação o Estado. Tem muita gente que foi eleita que não está no quadrinho do Blairo Maggi e do Silval Barbosa".
Ele classifica como emblemáticas as vitórias de candidatos desacreditados ou que não eram apoiados por grandes nomes da políticas, como ocorreu em Água Boa, Barra do Garças, Cáceres, Primavera do Leste, Rondonópolis e outras cidades importantes do médio norte do Estado.
"Começou em Mato Grosso uma grande transformação na política, com a indicação de novos rumos e de novas lideranças. Isto poderá ser constatado nas próximas eleições. A palavra chave desta eleição é transformação", declarou.
Sobre o segundo turno em Cuiabá, Pagot destaca o grande desempenho de Mauro Mendes (PSB) nas urnas, apesar de Lúdio Cabral (PT) ter apresentado grande crescimento nos últimos dias de campanha e de ter sido apontado como provável vencedor no primeiro turno.
Para Pagot, a figura de Mauro Mendes, que disputa a sua terceira eleição, ainda é vista pela população com um grande potencial de mudança.
"O Mauro Mendes foi muito bem terminando em primeiro lugar e provavelmente será o prefeito de Cuiabá. O Mauro faz parte deste mesmo movimento de renovação", avalia o ex-diretor do Dnit, que desfiliou-se do PR após desentendimento com o presidente regional do partido, deputado federal Wellington Fagundes.
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