Desde muito pequeno, quando cheguei a Mato Grosso, via meu pai, sentado na época em um caixote de tomate escrevendo suas matérias no jornal onde trabalhava, naquela época as coisas eram feias, quem ousava escrever contra os autoritários Campos ( os manos de VG), eram agredidos, tinham suas sedes queimadas e o material gráfico todo jogado no lixo, foi assim com o jornalista já falecido J. Maia. Dono do Correio de Imprensa. O medo imperava e os jornalistas não ousavam muito, temendo em primeiro lugar suas famílias.
Me lembro bem que numa eleição, meu pai o jornalista Samuel Levy, foi afastado na rádio A Voz do Oeste, por que ousou contradizer o candidato ao governo Julio Campos, homem mais tarde se tornou governador e posso dizer com tom afirmativo: “ Foi o pior governador que Mato Grosso teve na sua história. Era uma época onde jornalistas diplomados ou não, colocavam em primeiro plano a Ética no seu trabalho e jamais, jogavam o nome dos outros na lama.
Hoje a coisa é diferente, jornalistas? Usam um computador para descarregar toda sua ira, sua raiva e sua canalhice em cima de pessoas que sabemos, tem um grande carinho por esse estado e mais, trabalham pelo engrandecimento de Mato Grosso, um certo Ely Santoantonio mais que de santo não tem nada, manda ver na arte de usar seu intestino para escrever sobre os outros e a bola da vez é o Diretor Geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, quem ele afirma ser traidor, e ai fica umas perguntas que ele mesmo (Ely), pode responder:
Pode uma pessoa ser taxada de traidor, trabalhando tanto por Mato Grosso, despejando tantos recursos em nosso estado para conservação, construção, manutenção e na qualificação de nossas estradas gerando assim, uma boa trafegabilidade na hora de ir e vir?
Pode uma pessoa ser taxada de traidor, lutando lá em Brasília para que a ferrovia chegue até a Capital Mato-grossense, tornando realidade uma grande sonho de todos?
Pode Luiz Pagot ser taxado de traidor por um ser insignificante, desacreditado e fracassado como Ely, (essas palavras foram escritas por ele mesmo). Não, como escrevi no começo do meu artigo, antes havia respeito pelo medo que os "grandes" ( Campos ) representavam a quem tinha o dever de informar em forma escrita, hoje, as pessoas não precisam ter medo, os tempos são outros, a justiça cuida de atos impróprios na arte de escrever. Mais há que se ter o mínimo de respeito pelas pessoas de bem, esse não é caso do Ely, podem ter certeza e a classe sabe disso, se fosse uma pessoa do bem jamais iria precisar ficar se escondendo, mostraria a cara, mesmo que fosse uma cara de pau.
Pagot hoje representa não só Mato Grosso, mais o Brasil no que diz respeito as nossas estradas e sua infra-estrutura, basta ver que de uma ponta a outra do nosso país, o Dnit está atuando, dando ao usuário ( motorista) o direito de ir e vir para qualquer parte. É muito comum ver homens trabalhando em nossa rodovias com os dizeres nas suas costas; A SERVIÇO DO DNIT, mais também é muito comum ver nas caras de certos jornalistas a afirmativa mensagem;
A SERVIÇO DA CANALHICE, SOU MAU CARÁTER!
A quem couber, que coloque a carapuça!
***Samuel M. Levy - Jornalista em Mato Grosso
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