31 de dezembro de 2010

A FAMILIA CORREIO DOS MUNICIPIOS DESEJAM FELIZ ANO NOVO AO POVO MATOGROSSENSE

SAMUEL LEVY E MARILENE LEVY

PERSONALIDADES DESEJAM FELIZ ANO NOVO AO POVO MATO-GROSSENSE

FELIZ 2011
FELIZ MATO GROSSO

24 de dezembro de 2010

A EQUIPE DO JORNAL CORREIO DOS MUNICIPIOS VAI TIRAR UMA FÉRIAS E VOLTA EM JANEIRO, ATÉ LÁ E BOAS FESTAS!!!!!

UFA...ATÉ QUE ENFIM CHEGOU AS FÉRIAS.

Rua 13 de junho, em Cuiabá, está uma “nojeira”

Com os abulantes tomando conta das calçadas, resta ao pedestres se arriscar a andar pelas ruas da capital, em especial a 13 de Junho. Arrisco afirmar que da janela do gabinete do prefeito, da para ver essas ruas em seu estado imoral e sujas. Abaixo as fotos mostram claramente a sujeira e a irresponsabilidade da prefeitura. Isso sim é uma vergonha!!!!!!
A Rua 13 de Junho, do começo na Av. Getúlio Vargas e ao final no bairro do Porto, região central de Cuiabá, é um retrato da falta de vergonha na cara por parte da Prefeitura em especial o secretario de obras e infra-estrutura, que não tira a bunda da cadeira do seu confortável gabinete para ver o que esta acontecendo na cidade. Pode-se ver também que alguns vendedores ambulantes e transeuntes tem sua parcela de culpa por jogar no chão os restos das suas bancas. Sem dúvida que os ambulantes estão trabalhando, ganhando o sustento da família dessa maneira por falta de oportunidades, mais não quer dizer que eles tenham que sujar a cidade, deveriam sim usar a consciência para limpar o lugar que trabalham. No entanto, percebe-se que não há por boa parte deles nenhuma preocupação em relação ao trato com o lixo ali produzido. Tantos os que vendem alimentos como os que vendem os mais variados tipos de produto. Cascas de pequi, papelões, plásticos, copos, restos de comida.... tudo jogado pelas calçadas que há muito deixaram de ser do pedestre naquela região. As condições sanitárias do local são péssimas. Vendedores de espetinho manipulando os alimentos sem luva e sem toca, as vasilhas de lixo sem tampa bem ao lado dos carrinhos onde fritam pastéis e assam carne. Água de esgoto correndo pela rua, lixo acumulado por toda parte. Está de um jeito que não há espaço para pedestres e nem para os veículos. Uma ambulante vende pequi praticamente no meio da Rua 13 de junho, bem próximo ao prédio do Ganha Tempo. Quando amanhece, é grande a quantidade de lixo pela 13 de junho e nem o trabalho dos garis está sendo suficiente para garantir a limpeza da região. No final da tarde, a situação é terrível. Fiscais da Secretaria de Meio Ambiente do município aparecem vez por outra para recolher DVDs e CDs piratas, sem dizer para onde levam esses DVDs. Caminhões e carros de todos os tipos param atrapalhando o transito e os amarelinhos de plantão olham e nada fazem, enquanto isso os faixas verdes, vendem seus tickets de estacionamentos e ai daqueles que não compram, logo vem um amarelinho para multar, pelo o que parece, a Vigilância Sanitária do Município não está tendo pernas para manter ali uma equipe permanente, como há na Feira do Porto. De outro lado, a Prefeitura não se mexe para viabilizar uma área onde possa instalar esses ambulantes, a exemplo do que fizeram com os cerca de 400 camelôs que foram transferidos para o Porto, há quinze anos (Shopping Popular) e se deram muito bem. Ao contrario, o prefeito Galindo usa de seus atributos para declarar a jornais e sites que vai asfaltar todos os bairros de Cuiabá, prometendo aquilo que não pode cumprir. Seria bom em dias de chuva o prefeito e sua equipe andar pelas ruas centrais para ver a enchurrada de água e lixo que fica acumulados nos bueiros entupidos pela incompetência da prefeitura. Continuo afirmando que Cuiabá não tem prefeito...tem um fantoche do Wilson Santos, esse é bom nem aparecer nas ruas e muito menos nos bairros de Cuiabá, sem duvida sentiria vergonha de ver o que ele não fez durante seu mandato.
Fonte: Blog da Sandra Carvalho com
Samuel Levy do Blog Correio dos Municipios

PP: Sigla comandará três secretarias e já faz projeções

DA REDAÇÃO O deputado estadual reeleito, José Riva (PP), em entrevista nesta quinta-feira (23) ao programa Cidade Independente, da Rádio Cidade. Na oportunidade, o parlamentar, que foi o mais votado de Mato Grosso, falou sobre a escolha do staff de secretariado, no qual o Partido Progressista quer indicar nomes para as secretarias de Esportes, Saúde e Ciência e Tecnologia (Secitec). Segundo Riva, a legenda apenas reivindica o que tem por direito, pois é a segunda maior sigla dentro do arco de alianças, perdendo apenas para o PR. "Porque ninguém fala que o PR ou PMDB está com a boca grande, sendo que terão mais pastas que o PP? Estamos trabalhando para ter três secretarias, a de Saúde, Esportes e Secitec. Elegemos cinco deputados estaduais, dois federais e um vice-governador. Será que, na proporcionalidade, o PP está pedindo muito?", indagou. Para assumir a pasta de Saúde está confirmado o nome do deputado federal progressista Pedro Henry. Para Riva, esta é uma das pastas mais problemáticas, uma vez que a Saúde necessita de recursos para uma melhoria significativa no atendimento à população. "A Saúde é uma faca de dois gumes. O Pedro Henry terá que buscar recursos junto ao Governo Federal para fazer os investimentos prioritários. Precisamos fortalecer os hospitais regionais e o hospital Metropolitano, além de construir o hospital infantil público". Campanha - Sobre o processo eleitoral, Riva acredita que não alcançou a marca dos 100 mil votos por conta da cassação do seu diploma de deputado. "Como tenho uma base espalhada nos 141 municípios foi difícil explicar que eu era candidato, até porque muitos outros adversários se aproveitaram da situação para dizer que eu não era candidato". Já a respeito dos processos que responde na justiça, José Riva mais uma vez afirmou que não desviou recursos públicos, à época em que era membro da Mesa Diretora da Assembleia. "O que fizemos foi sanear uma situação, onde a Assembleia não tinha crédito na praça e muitas dívidas de gestões anteriores. E, hoje, a realidade desta Casa de Leis é outra. Além do papel de legislar, criamos uma ferramenta de cidadania, onde oferecemos vários serviços à população". Alegrias e frustrações - Com mais de 20 anos dedicados à política, José Riva disse que uma de suas alegrias é ser um dos deputados que mais aprovou projetos de lei. Entre as suas frustrações, é saber que o estado ainda não está aparelhado para atender o cidadão. "Falta logística, infraestrutura. Somos um estado com muitas dificuldades e ainda nos falta líderes. Tem gente que entra na política para ter o poder pra ele. Eu sempre soube compartilhar o meu mandato. Fui credenciado por 93 mil pessoas para ser o procurador delas", destacou. Nesse sentido, reafirmou que mesmo fazendo parte da base do governo, não deixará de fazer o contraponto e críticas ao governador Silval Barbosa quando for necessário. "Um Parlamento sem contraponto, sem alguém pra chamar para a reflexão, fica pobre. É salutar a oposição. E não é porque sou da base aliada que não vou criticar, chamar o governo para conversar ou debater assuntos de interesses da população", afirmou. Salário - Ao ser questionado sobre o aumento salarial dos deputados federais, que consequentemente, aumenta também os dos estaduais, José Riva se posicionou favorável. Segundo ele, o aumento paulatino, fazendo a reposição todo ano, seria o ideal. "Aprovando ou não, o salário de um deputado estadual é 75% do federal. A Assembleia cumpre apenas uma legislação. Existe muita hipocrisia. Há apresentadores de TV's criticando o fato de um deputado ganhar R$ 20 mil, sendo que ganha um salário em torno de R$ 450 mil em uma empresa que tem concessão pública, ou seja, pagamos o seu salário. Porque R$ 20 mil é muito para os deputados e R$ 450 mil não é muito para essas pessoas? Acho que R$ 20 mil não é muito quando o deputado rende, trabalha e cumpre com o seu dever". Propostas - Na opinião do deputado, é necessário investimentos na Educação. Para ele, a Universidade Estadual de Mato Grosso (Unemat) pode ser um grande instrumento dessa modificação. "Tenho cobrado melhorias na saúde e também na área de segurança pública, principalmente, na fiscalização da nossa fronteira seca. A Assembleia aprova o orçamento e faz as cobranças. Então, não acho que o Legislativo seja subserviente com relação a isso. É o caso da Secretaria de Meio Ambiente (Sema). Se a pasta não funciona, a Casa de Leis não é culpada, pois fizemos uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com 85 recomendações que o Estado não implantou nem 10". Ao finalizar, José Riva disse que continuará focando o seu mandato, defendendo um governo que invista no cidadão e não somente em obras. "O meu gabinete vai continuar aberto e vou tentar ter uma equipe que atenda todas as lideranças. Daremos condições de governabilidade, mas não deixarei de ser combativo nas minhas convicções. Vou continuar defendendo mais investimento no cidadão, no emprego, na saúde, e também no social para diminuirmos as desigualdades", concluiu.

Riva encerra o ano com 19 leis e cinco projetos aprovados

Da assessoria Reeleito e diplomado para o quinto mandato consecutivo de deputado estadual, José Riva (PP), que presidiu a Assembleia Legislativa de fevereiro de 2009 a agosto de 2010, encerra o ano com saldo positivo. No total, 19 leis de Riva entraram em vigor. Paralelo a isso, ele apresentou 37 projetos de leis, sendo que desses, cinco estão aprovados aguardando sanção do Governo e 11 foram apreciados em primeira votação e tramitam nas comissões permanentes da AL. Riva também é autor de 22 projetos de resolução; 18 requerimentos e mais três projetos de leis complementares, além de diversas indicações de melhorias para as cidades mato-grossenses. A entrega de um computador com impressora e um automóvel para cada um dos conselhos tutelares está entre as principais ações efetivadas por intermédio de Riva em 2010. Ação que permite melhor atendimento dos conselheiros nas áreas mais distantes das cidades – e que foi estendida aos 141 municípios. E mais! O trabalho dele também foi fundamental para o aumento em 2,5% do orçamento da Unemat. A iniciativa entra em vigor a partir de 2011. A previsão é de ampliar os recursos atuais de R$ 130 milhões para cerca de R$ 170 milhões. “Acredito que as mudanças acontecem com investimento na educação, o carro chefe da transformação social”, disse Riva. Além disso, os avanços ocorridos em Mato Grosso estabeleceram, entre outros benefícios, a Lei Antifumo (9.256). Com ela, Mato Grosso passou a proibir o consumo de cigarros, cigarrilhas, charutos, cachimbos ou de qualquer outro produto fumígeno, derivado ou não do tabaco e criou ambientes de uso coletivo livres de tabaco. Autor da lei, Riva destaca que essa é uma medida para diminuir o número de doentes usuários do tabaco. É que de acordo com o Instituto Nacional do Câncer, milhares de estudos evidenciam o uso do tabaco como fator causador de quase 50 doenças diferentes, com destaque às doenças cardiovasculares, o câncer e as doenças respiratórias obstrutivas. O próximo mandato de Riva mais uma vez será marcado por melhorias nos setores da Saúde e Educação. Ele vai lutar pelo fortalecimento dos hospitais regionais com o aumento do número de leitos; construção de um hospital infantil em Cuiabá; ampliação da oferta de cursos superiores, inclusive com a implantação de um campus da Unemat para atender a Baixada Cuiabana; pela redução da carga tributária e setor madeireiro. "Meu mandato de deputado sempre foi pautado pelas necessidades dos municípios e procuro atender as demandas. Porém, as desigualdades são muitas e nem sempre conseguimos atender a tudo. Continuarei lutando por uma melhor distribuição dos recursos arrecadados para beneficiar ainda mais os municípios", garantiu.

Riva defende que Daltro exerça mandato de vice-governador na "plenitude" em MT

Da Editoria Principal liderança estadual do Partido Progressista no Estado, o deputado reeleito José Riva (PP) defendeu na noite de hoje que o vice-governador eleito Chico Daltro (PP) não ocupe nenhuma secretaria na administração do governador Silval Barbosa (PMDB). Nos bastidores, Chico Daltro se articula para retornar ao comando da secretaria de Ciência e Tecnologia. Para o parlamentar progressista, que foi o mais votado no Estado com mais de 92 mil votos, Chico Daltro deve buscar participar ativamente do Governo para conhecer todos setores da administração. "O vice deve exercer a função em sua plenitude até porque a qualquer momento ele pode assumir o mandato até porque o governador já declarou que vai se ausentar por várias vezes", disse em entrevista ao programa Resumo do Dia (TV Rondon - canal 05). O deputado federal Eliene Lima (PP) é o nome mais cotado para assumir a pasta de Ciência e Tecnologia. Ao PP, serão destinadas inicialmente, além da Ciência e Tecnologia, outras duas secretarias: de Saúde, a ser ocupada pelo deputado federal Pedro Henry (PP), e de Esportes e Lazer, que está sendo disputada pelo deputado estadual Antônio Azambuja (PP) e pelo suplente Luizinho Magalhães (PP). Sobre a secretaria de Esportes e Lazer, Riva afirmou que o partido ainda não tem uma posição sobre o nome a ser indicado ao governador Silval Barbosa. "Existem várias possibilidades", salientou. O PP ainda pode ganhar uma quarta pasta no palácio Paiaguás. Caso o DEM não oficialize a indicação do deputado estadual Zé Domingos (DEM) para a pasta de Desenvolvimento Rural e Agricultura Familiar, o suplente de deputado federal Neri Geller deve assumir a função.

21 de dezembro de 2010

ENTREVISTA COM LUIZ ANTONIO PAGOT DIRETOR GERAL DO DNIT

Pagot faz um balanço dos três anos à frente do Dnit
Redação CDM: Melhorou o desempenho do Dnit nestes três anos e ao que se deve?
Pagot: Sim. A valorização dos servidores com uma significativa recomposição salarial com a distribuição de um bônus de desempenho. A defasagem salarial, principalmente dos engenheiros, era grande e estava ocasionando perdas de funcionários públicos concursados. Com o cumprimento das metas, o Governo ganhou em desempenho e os funcionários, melhor remuneração.
Redação CDM: Houve novas contratações no órgão?
Pagot: Sim, contratamos 150 engenheiros em 2010 por meio de concurso, suprindo parte da deficiência. A inclusão destes engenheiros deu consistência a uma série de trabalhos, especialmente ao programa Crema 2ª Etapa, de 32 mil quilômetros. A qualificação profissional e o aprimoramento serão determinantes para cumprir tarefas de fiscalização e controle da qualidade das obras. Muitos engenheiros, principalmente nas Unidades Locais, ainda têm que cuidar de mais de mil quilômetros de rodovias e isso é improdutivo. Há necessidade, também, de novos quadros em todos os setores para que possamos cumprir nossos objetivos, atendendo as metas que nos são determinadas com presteza e qualidade.
Redação CDM: Foi criado em sua gestão um Núcleo Sistêmico para atender o Controle Interno e Externo, quais os avanços para o Dnit com essa nova metodologia de trabalho?
Pagot: A criação de um Núcleo Sistêmico que interage com a Controladoria, Procuradoria e as diretorias do DNIT fazem com que tenhamos eficiência nas respostas ao Tribunal de Contas da União (TCU) e à Controladoria Geral da União (CGU). Nestes últimos anos melhoramos muito no atendimento ao TCU. Para se ter uma idéia, em 2007 eram 32 o número de obras paralisadas e esse ano não haverá nenhuma, o que demonstra a pro atividade deste Núcleo. Na questão da CGU, avanços importantes foram conquistados, a ponto de em palestras e fóruns, a CGU citar o DNIT como exemplo de avanço na Administração Pública. As exigências dos órgãos de controle representam um trabalho extraordinário para o DNIT, suas diretorias, corpo técnico, engenheiros e superintendentes, e que muitas vezes até concorre com o trabalho da execução de obras. É preciso uma nova metodologia para isto, com uma efetiva ação de fiscalização e de auditoria, porém como novo enfoque, muito mais em ações preventivas. É essencial destacar o trabalho conciso da Procuradoria Federal Especializada, sugerindo com sabedoria e trazendo o apoio necessário para uma melhor gestão.
Redação CDM: O Lançamento do Programa Nacional de Manutenção Rodoviária em 2008 pode ser considerado um marco regulatório?
Pagot: Com certeza. Em 15 de julho de 2008 tivemos um novo marco regulatório com a aprovação do Programa Nacional de Manutenção pelo Ministério dos Transportes, Casa Civil e Presidência da República. Com o Programa, tivemos a introdução bem programada de muitos serviços, como por exemplo, a restauração rodoviária, sua quantificação, qualificação, e a especificidade das obras; a conservação, abrangendo os 55 mil quilômetros de rodovias federais em todo o país; o programa Crema 1ª Etapa, de dois anos, com aplicação de R$ 250 mil por quilômetro, em média; o programa Crema 2ª Etapa, um programa de cinco anos, com uma média de R$ 550 mil por quilômetro, que desenvolve agora a fase de projetos para depois licitar a obra. Esses programas constam do Programa de Manutenção Rodoviária, ultrapassam R$ 20 bilhões e são um marco da administração, principalmente porque passamos a fazer manutenção rodoviária baseados em bons projetos. A soma desses programas fez com que tivéssemos uma sensível melhora no desempenho das rodovias nacionais, apesar da ampliação da frota de veículos e do volume transportado. O Brasil cresce a mais de 5% ao ano e, consequentemente, há uma exigência cada vez maior nas rodovias. Mesmo assim, o Programa de Manutenção Rodoviária se mostra consistente e tem resolvido o problema da qualidade das rodovias, principalmente no que se refere ao pavimento. É preciso destacar a atuação do DNIT nas situações de emergência nacional, com atendimento imediato, produzindo resultados na desobstrução, retorno da trafegabilidade e total recuperação das emergências, São exemplo as atuações em Santa Catarina, Rio de Janeiro, Maranhão, Pernambuco e Alagoas, ações que dignificam o corpo técnico do DNIT, inclusive com participação determinante do IPR.
Redação CDM: O que consiste o Programa Operacional de Rodovias?
Pagot: O Programa Operacional de Rodovias consiste na implantação de novas praças de balanças e no Controle de Velocidade, cujos contratos estão sendo assinados para 2.696 equipamentos em todo o Brasil a fim de garantir maior segurança às rodovias. Depois de terminar a primeira fase, entramos agora na segunda fase do Pró Sinal com a implantação de sinalização vertical e horizontal além de defensas metálicas. Tudo isso somado faz com tenhamos não só rodovias com pavimento em melhor estado, mas, principalmente com relação ao controle de peso, ao controle de velocidade e sinalização, uma melhor operacionalidade. A conseqüência disso é uma trafegabilidade com maior segurança.
Redação CDM : Houve avanços na duplicação de rodovias no país? Poderia citar quais?
Pagot: O Brasil avança nos projetos de duplicação com grandes exemplos que são a BR-101 Nordeste e BR-101 Sul, obras que deviam estar implantadas há muito tempo e que agora começam a ser entregues à população. Outros trechos que dependiam de licenças e aprovação de projetos já se encaminham para o processo de licitação, como são o caso da BR-101 na Bahia que, somada à BR-101 em Alagoas e Sergipe, vai dar consistência a esse eixo estruturante que é a 101 desde o Sul do país até o Nordeste brasileiro. Além disso, em diversos Estados como Minas Gerais e Rio Grande do Sul, começamos um programa de duplicação de rodovias e de contornos rodoviários, principalmente nas grandes regiões metropolitanas, que beneficia o tráfego local e o tráfego interestadual. Diversos desses programas de contornos rodoviários, anéis, arco rodoviário, travessias urbanas, duplicação dessas rodovias e adequação com melhoramento vão garantir uma importante via para acesso aos estádios de futebol, principalmente às capitais que vão sediar a Copa de 2014. Essas obras estão em fase de implantação, algumas concluindo o processo licitatório e poucas ainda em processo de definição, como por exemplo, o Contorno de Recife. A maioria está em obras, podendo até estar concluídas em 2012.
Redação CDM : Têm evoluído as Superintendências Regionais?
Pagot: Têm evoluído bastante. O Programa de Descentralização e de apoio às Superintendências Regionais do DNIT tem demonstrado eficaz, fazendo com que nós consigamos encurtar os caminhos de aprovação de projeto, revisão em fase de obra e, nos casos em que as superintendências estão mais aparelhadas, de processos licitatórios. Inúmeras obras têm todo esse processo feito nas superintendências, muitas vezes não só com ganhos de agilidade como também com uma melhor execução. Quanto mais qualificarmos e dermos condições em termos de recursos humanos, equipamentos, veículos e sistemas, teremos uma melhor performance por parte das superintendências e a consequência é uma melhor performance do setor rodoviário nacional.
Redação CDM: E as Ferrovias avançaram?
Pagot: Com a decisão do Governo federal de priorizar a implantação de novas ferrovias, direcionando recursos para a Valec, o Programa de Segurança Ferroviária - Prosefer avançou pouco nesses três anos. De um total de 111 travessias ou contornos ferroviários que nós precisaríamos ter alguma ação, temos obras em apenas nove. Isso é um desafio para o futuro porque nesses trechos existem reais gargalos e a operação ferroviária fica bastante complicada. Temos que encontrar uma nova metodologia para isso, talvez com a responsabilidade passando do DNIT para a ANTT na questão dos contornos ferroviários, discutindo-se com as empresas concessionárias para que elas possam implantar e dar mais agilidade a esses programas. Há conflitos constantes entre o tráfego ferroviário e o rodoviário e entre as vias urbanas e a malha ferroviária nas maiores cidades brasileiras. Em algumas cidades, não há só uma travessia, mas oficinas, pátio de manobras e a conseqüência é a paralisação do tráfego urbano, causando transtorno para muitas cidades.
Redação CDM: O que significa Turismo de Trem?
Pagot: A Diretoria de Infraestrutura Ferroviária também recebe com zelo todos os materiais da extinta Rede Ferroviária Federal, os 11 mil quilômetros da malha que estão sendo passados e começa a produzir um programa muito interessante no Brasil: o Turismo de Trem. São pequenos trechos ferroviários com estações antigas tombadas pelo patrimônio histórico em que locomotivas e vagões recuperados permitem a utilização para turismo, lazer e novas oportunidades de negócios.
Redação CDM: É verdade que 60% das Eclusas do Tucuruí foram concluídas em sua gestão?
Pagot: Sim. Este ano nós podemos comemorar um grande êxito da Diretoria Aquaviária e, principalmente, do DNIT, Ministério dos Transportes e do próprio Governo federal, que é a inauguração das eclusas de Tucuruí. Um marco de engenharia nacional pelo porte da obra, pela grandiosidade das eclusas e, principalmente, por permitir a navegação no médio Tocantins, interrompida pela barragem de Tucuruí. Com isso nós vamos navegar a pleno, o ano inteiro, de Marabá até Vila do Conde. Obviamente, não só as eclusas são necessárias, mas outras obras previstas para os próximos dois anos como o derrocamento do pedral do Lourenço e as dragagens que têm que ser feitas à montante e à jusante das eclusas. Desta forma será possível integrar o porto público de Marabá e o porto privado da ALPA em Marabá, com os terminais de Vila do Conde e de Belém. A entrega à população da operacionalidade das eclusas permite que se desenvolvam outros projetos de grande porte no próprio Tocantins, como no Pedral do Funil, na hidrelétrica de Estreito, onde é necessário construir eclusas, assim como na hidrelétrica de Lajeado. Então avançaremos pelo Tocantins com uma navegação franca que vai permitir uma ampliação do desenvolvimento daquela região. Na área hidroviária, os próximos anos serão muito profícuos porque nós vamos ter a oportunidade, uma vez que temos recursos no orçamento, de fazer muitos projetos para navegar em muitos rios brasileiros que têm uma potencialidade extraordinária que está sendo subaproveitada.
Redação CDM: E os projetos para Hidrovias?
Pagot: O desafio é a implantação dos 47 terminais hidroviários que estão programados para todo o Brasil – não só no Estado do Amazonas, mas na Amazônia legal e em algumas outras regiões do Brasil. Muitos desses portos ainda estão na fase de projeto, mas a grande maioria está na fase de implantação, de instalação e alguns já foram entregues. Esses portos, chamados Terminais Portuários de Pequeno Porte, permitem uma grande mobilidade a diversos municípios em que estão sendo instalados. Teremos um terminal de passageiros e o acesso franco às embarcações em qualquer época do ano através de uma plataforma flutuante e de uma ponte metálica, e, também, um terminal de cargas - em alguns locais se pode, inclusive, armazenar pescado. Isso tem grande significado em termos de qualidade de vida, de dignidade das pessoas que têm necessidade de utilizar os rios para acessar mercados e, principalmente as capitais, especialmente Manaus e Belém. Esses terminais significam, acima de tudo, cidadania, por serem locais longínquos, de difícil instalação. Além disso, os rios do Amazonas alternam muito o volume de água o que traz uma grande complexidade para se estabelecer as quotas adequadas e, principalmente, a funcionalidade do terminal portuário de pequeno porte o ano todo. por Edina Araújo/ VG Notícias/ Samuel Levy /Correio dos Municipios com Lílian Oliveira/Dnit

Pagot permanece no comando do Dnit na administração Dilma Roussef

Da Redação - Julia Munhoz
O diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit), Luiz Antônio Pagot, vai permanecer no cargo durante a gestão da presidente do PT, Dilma Roussef, que assume o Palácio do Planalto a partir do dia 1 de janeiro de 2011, em substituição a Lula. A confirmação foi anunciada pelo presidente do Diretório Regional do Partido da República (PR), deputado federal Wellington Fagundes, em discurso proferido no evento de assinatura da ordem de serviço BR-163/364 e do contrato construção da BR-242 (4 lotes), nesta segunda-feira (20), "A permanência do Pagot, que é um orgão muito cobiçado, sobretudo pelo pessoal de Minas (Gerais), que sempre controlou o Dnit, por causa da imporância estratégica do setor", discursou o líder republicano. Além de confirmar a continuidade da gestão Pagot a frente do Dnit, o republicano também ressaltou a importância de o PR manter o Ministério dos Transportes com a indicação de Alfredo Nascimento para a pasta. Para o Olhar Direto, Pagot afirmou que ainda não recebeu nenhum comunicado oficial de Dilma Rousseff. "Mas o partido já foi comunicado em reunião entre os deputados e senadores com a presidente Dilma" Pagot destacou ainda que, após assumir o Dnit, em 2007, o desempenho do órgão melhorou muito. “Ao invés de resolvermos o problema viário com tapa-buracos, fomos fazendo projetos e depois obras”, assinala. Segundo o diretor, no primeiro momento em que assumiu o cargo, houveram muitas críticas, pois eram esperadas muitas obras, mas as reclamações foram arrefecidas a partir do desenvolvimnento de projetos, licitações e, posteriormente, a execução das obras. Somente nesta segunda-feira, o atual ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, juntamente com Pagot e uma comitiva formada pelo governador Silval Barbosa (PMDB) e vários parlamentares visitaram as obras de pavimentação da BR-242, a ponte sobre o rio Papagaio na BR-364 e a pavimentação de dois trechos da BR-364, em Deciolândia, distrito de Diamantino. Além da assinatura das ordens de serviço de início das obras das BRs 163, 364 e 242.

Estado assina Ordem de Serviço de mais de R$ 300 milhões em obras de infraestrutura

“Contribuindo para o desenvolvimento do Estado, mudando a infraestrutura de Mato Grosso, reduzindo custos, dando mais segurança e aumentando a competitividade do transporte de carga”. Foi assim que o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), Luiz Antonio Pagot, definiu a assinatura da Ordem de Serviço da BR-163/364 e do contrato construção da BR-242, realizadas no inicio da noite desta segunda-feira (20.12). As assinaturas foram efetuadas entre o ministro dos Transportes, Paulo Sérgio Passos, o governador Silval Barbosa, o diretor-geral do Dnit, Luiz Antonio Pagot, o superintendente Regional do DNIT em Mato Grosso, Nilton de Britto, além dos responsáveis por cada obra - em solenidade realizada no Palácio Paiaguás, após inauguração de mais de 300 km de obras realizada pelo Estado ao longo deste ano. A Ordem de Serviço permite o início das obras de duplicação e restauração dos 45 quilômetros existentes das BRs 163/364 entre Rosário Oeste e o Posto Gil – um investimento de R$ 217 milhões. Além de outros quatro lotes de contratos da BR-242 que começarão no início do próximo ano, onde serão pavimentados 154 quilômetros, com investimentos de R$ 150 milhões. O término está previsto para dois anos. Ao todo, o governo Federal está investindo mais de R$ 390 milhões e o Estado está entrando com uma contrapartida de cerca de R$ 50 milhões para as desapropriações. “Aos poucos complementamos nossas interligações em Mato Grosso. As tarefas não são poucas nem pequenas, mas graças as realizações do governo Federal podemos sorrir um futuro brilhante que pela frente”, disse Pagot. A conclusão dessas obras vai promover a ligação entre as rodovias BR-163 e BR-158. Em Mato Grosso, a maior parte das rodovias cruza o território no sentido Norte-Sul. O Estado ainda não conta com estradas federais que possibilitem o transporte no sentido Leste-Oeste, o que ocasiona um aumento de percurso nas viagens. “A BR-242 vai encurtar caminhos e beneficiará municípios como Querência, Nova Ubiratã e Gaúcha do Norte. A BR-364 é um ponto de convergência de várias rotas do norte do Estado até Cuiabá. Os investimentos do Governo Federal vão colaborar para o desenvolvimento socioeconômico do médio-norte de Mato Grosso. A pavimentação aumentará a competitividade dos preços de produtos como soja, milho e algodão. Em breve vamos ver maquinas trabalhando na ferrovia de integração leste/oeste. Vamos dar inicio ao estudo da ferrovia Rondonópolis até Cuiabá. Esse Estado é merecedor de uma infraestrutura adequada e com o que tem por vir, vai dar um saldo de qualidade”, finalizou o ministro. por Gabriela Galvão/VG Notícias