9 de maio de 2012

Blairo Maggi faz defesa de Luiz Pagot em reunião interna do PR de MT

Pagot sempre esteve ao lado do senador Blairo Maggi. Nesta foto a comemoração da escolhade MT para sediar a Copa de 2014
De Brasília - Marcos Coutinho O senador Blairo Maggi fez uma espécie de defesa do ex-diretor geral do Departamento Nacional de Infraestrutura e Transporte (Dnit), Luiz Antonio Pagot, em reunião interna do Partido da República (PR) ocorrida na noite de segunda-feira (07), na residência de um deputado estadual, e pediu a compreensão dos líderes republicanos. Em verdade, o senador mato-grossense argumentou que Pagot precisa deste momento para tentar se redimir das acusações que foram imputadas contra o ex-diretor do Dnit, cuja indicação foi do PR de Mato Grosso com endosso político de líderes de outros Estados. "O Pagot e o PR precisam se redimir, precisam trabalhar para mudar a imagem negativa que ficou após isso tudo. E vamos fazer isso", declarou Maggi. Para o Olhar Direto, o deputado federal Wellington Fagundes (PR), presidente regional da sigla em MT, confirmou a defesa feita por Maggi e ressaltou que o tempo vai servir para mostrar que as denúncias feitas contra as lideranças do partido, sobretudo Pagot, o senador Alfredo Nascimento (ex-ministro dos Transportes) e José Francisco das Neves, o Juquinha da Valec), eram infundadas. Fagundes também lamentou a forma como Pagot deixou a sigla republicana e espera que o ex-diretor do Dnit reflita sobre suas atitudes. O deputado republicano negou também que tivesse comemorado a queda de Antonio Pagot da direção da autarquia, conforme chegou a ser ventilado por setores da imprensa.
Histórico - Opinião A despeito de o senador Blairo Maggi ter defendido o comportamento de Pagot, que se desfiliou do PR no mês passado, o clima no PR não é bom. Ao deixar a sigla, o ex-diretor do Dnit afirmou ao Olhar que "partidariamente está só, mas obstinado". Mandou recados tanto para Maggi quanto para o próprio Wellington. Pagot saiu do PR após avaliar que sua queda foi orquestrada pelo ex-diretor da Delta no Centro Oeste, Cláudio Abreu, e pelo bicheiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, presos na Operação Monte Carlo, realizada com intuito de prender membros de uma suposta quadrilha que explorava jogos ilícitos em Goiás.

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