18 de setembro de 2012

Diferença entre Lúdio Cabral e Mendes cai para menos de 7%

Da Redação - Lucas Bólico

A diferença entre os candidatos Mauro Mendes (PSB) e Lúdio Cabral (PT) está menor, segundo registra pesquisa estimulada Access Brasil, divulgada com exclusividade pelo Olhar Direto nesta segunda-feira (17). Agora, de acordo com o instituto, apenas 6,62 pontos percentuais separam o primeiro do segundo colocado. Mauro Mendes, que na pesquisa divulgada na última semana obtinha a preferência de 35,68% do eleitorado, agora soma 32,61%. Lúdio Cabral continua subindo, de 17,77% para 25,99%. Já o tucano Guilherme Maluf teve uma leve queda de 14,77% para 13,47%. Quarto colocado, Carlos Brito (PSD) também caiu de 3,79% para 2,40%. O Procurador Mauro (Psol) passou de 2,35% para 1,08% e Adolfo Grassi (PPL) subiu de 0,13% para 0,24%. O pleito caminha cada vez mais para uma decisão em segundo turno. O número de indecisos, no entanto, ainda é alto. Passou de 18,82% para 16,74%. Os que pretendem votar em branco ou nulo somavam 6,69% e passaram a 7,47%. A pesquisa Access foi realizada entre os dias 12 e 17 de setembro, ou seja, após ser levantada a polêmica da descriminalização do aborto e das drogas, levantada por adversários contra Lúdio Cabral, com base em um documento da juventude do PT. O levantamento revela que após as inserções, Brito caiu um pouco, dentro da margem de erro, e Lúdio subiu ainda mais. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob número TSE – MT 00296/2012, com painel que contou com 800 entrevistas em 94 bairros da capital. A margem de erro é de 4%.

Decisão contra o MidiaNews é autoritária, diz Fenaj

Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas emitirá nota pública

Reprodução

ANTÔNIO DE SOUZA DA EDITORIA

O jornalista Celso Schroder, presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), classificou de “autoritária” – e como “exorbitância do papel do Judiciário” – a decisão da Justiça Eleitoral de Cuiabá que mandou retirar do MidiaNews reportagens com conteúdo crítico em relação ao candidato a prefeito Mauro Mendes (PSB).
“A Fenaj se manifesta publicamente, e parcialmente, sobre isso. Vamos incorporar essa denúncia às demais, que ocorrem no país, de violência contra os jornalistas. Porque nós não consideramos isso simplesmente um veto, e sim um impedimento ao trabalho jornalístico do site, um impedimento na atuação de seus profissionais. Temos que trazer essas ações cerceativas para o conceito de violência contra o jornalista. Isso tem um grau de violência absurda contra a categoria”, afirmou.

A juíza Rita Soraya Tolentino de Barros, da 51ª Zonal Eleitoral, acatou o pedido feito por Mendes e determinou, em caráter liminar, que o site excluísse “toda e qualquer matéria” que atentasse contra a reputação do candidato.

A ação de Mendes foi motivada pela entrevista do ex-secretário Eder Moraes, que disse, entre outras, que “Mendes não é um bom moço, mas um excelente ator” e que o senador Blairo Maggi (PR) “está triste e constrangido por apoiá-lo”.

Celso Schroder, que também é presidente da Federação de Jornalistas da América Latina e Caribe (Fepalc) e diretor do Comitê Executivo da Federação Internacional dos Jornalistas (FIJ), disse que emitirá uma nota oficial em protesto contra a decisão.

“Mandar excluir do conteúdo do site uma entrevista, dessa maneira, é um ato de autoritarismo. É muito grave... Trata-se de uma exorbitância do papel do Judiciário. Portanto, temos reagir, e denunciar tal ato como uma prática de impedimento ao exercício do jornalismo. Isso vai contra a liberdade de expressão, contra a liberdade de imprensa, e não tem nada a ver com proteção do cidadão. O cidadão tem mecanismos específicos para se defender perante a Justiça, como pleitear o direito de resposta, mas nada justifica a censura”, afirmou.
Agressão contra a imprensa

O presidente da Fenaj afirmou que a instituição irá emitir uma nota oficial e distribuí-la a organismos nacionais e internacionais do setor jornalístico.
“Vamos denunciar publicamente essa censura. O caso do MidiaNews será colocado no rol das agressões contra a imprensa, contra os profissionais, contra a prática do jornalismo. Daremos divulgação internacional, por meio de sindicatos internacionais, como ato de protesto contra esse abuso, que infelizmente tem sido cada vez mais constante”, afirmou.
Segundo Celso Schroder, decisões como a que foi tomada contra o MidiaNews estão cada vez mais comuns.
“Isso vem acontecendo sistematicamente. É uma prática que está se alastrando no país. Uma das razões é que estamos sem uma Lei de Imprensa e a Justiça está usando os códigos Penal e Civil para se punir, a partir de uma ignorância sobre as práticas jornalísticas. Essa ‘judicialização da imprensa’ é um absurdo”, afirmou.
OAB: precedente perigoso

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso, advogado Cláudio Stábile, também repudiou a decisão da Justiça Eleitoral - e a considerou como um “precedente perigoso”.
“A OAB é contra qualquer tipo de censura, cerceamento ou obstáculo contra a liberdade de imprensa. Mesmo em período eleitoral, é fundamental que exista o máximo de respeito à liberdade de expressão e de imprensa. A OAB nunca concordou, e não concorda, com essa decisão de mandar retirar matéria jornalística dos sites, de impedir a divulgação dos fatos. O que deve prevalecer, em qualquer tipo de situação, é a liberdade, em seu estado mais amplo”, afirmou Stábile.
“Esse tipo de decisão pode ser um precedente perigoso. Aliás, é sempre perigoso impedir a imprensa de divulgar qualquer fato, ou crítica, em qualquer situação, inclusive no período eleitoral. Se houver algum questionamento sobre uma reportagem, em que alguém considere que deva haver algum reparo, que isso seja feito através do direito de resposta, e não por meio da censura”, ponderou Stábile

17 de setembro de 2012

ESTE JORNAL SE CALOU...POR QUE?

O jornal em destaque é o Centro Oeste POPULAR que publicou matéria intitulada: "JUSTIÇA PAULISTA INVESTIGA CARLOS RAYEL POR ENRIQUECIMENTO ILÍCITO". Depois de dias publicada a matéria simplismente foi retirada e o jornal citado passou então a jogar rosas no atual governo.
O que aconteceu na realidade, teria mandado o secretario retirar do site a matéria?
Teria o secretario feito algum acerto com o dono do jornal para não publicar mais a matéria?
Esse é um mistério que nós vamos querer investigar. A Capa do Jornal não mente. Com a palavra os proprietarios do jornal.

Mendes impõe censura à imprensa; OAB repudia

Decisão é da juíza Rita de Barros; Cláudio Stábile diz ser "precedente perigoso"

ANTÔNIO DE SOUZA DA EDITORIA

A juíza Rita Soraya Tolentino de Barros, da 51ª Zonal Eleitoral de Cuiabá, acatou o pedido feito pelo candidato a prefeito Mauro Mendes (PSB) e determinou, em caráter liminar, que o MidiaNewsretirasse do ar matérias jornalísticas com conteúdo crítico ao candidato.

Uma delas é a entrevista que o site fez com o ex-secretário de Estado Eder Moraes, em que ele afirma que “Mendes não é um bom moço; ele é um excelente ator”.

A reportagem foi ao ar no dia último dia 9 de setembro. Apesar de o MidiaNews ter garantido a Mauro Mendes o direito de resposta – e de o candidato ter feito uso do mesmo -, o advogado José Antônio Rosa, que atua para o candidato, desconsiderou o fato.

Ele entrou com uma queixa crime contra Eder Moraes, pedindo indenização de R$ 200 mil por supostos danos morais, e propôs a censura ao MidiaNews, ao site 24 Horas News, e ao jornal Folha do Estado.

Além de mandar excluir as reportagens do MidiaNews e do24 Horas News, a juíza Rita Barros condenou os três veículos da imprensa a conceder “direito de resposta” a Mauro Mendes.

Na ação contra a imprensa, Mendes e seu advogado consideram que o conteúdo publicado “denigrem a imagem, a dignidade e a reputação do candidato”, e pedem “a suspensão imediata de toda matéria e qualquer matéria neste sentido dos sites”.

Em seu despacho, a juíza concordou, liminarmente, com a tese de Mendes e Rosa. “Diante do exposto, concedo a liminar com fulcro no que dispõe o artigo 58 da lei nº 9504/97, para determinar a suspensão imediata de toda matéria e qualquer matéria no sentido realizada pelos requeridos, como autorizar a divulgação no mesmo veículo de comunicação, espaço, local, tamanho, caracteres e outros elementos de realce utilizados na ofensa”, afirmou Rita Soraya Tolentino de Barros.

OAB se diz "preocupada" O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso, advogado Cláudio Stábile, repudiou a decisão da Justiça Eleitoral - e a considerou como um “precedente perigoso”.

“A OAB é contra qualquer tipo de censura, cerceamento ou obstáculo contra a liberdade de imprensa. Mesmo em período eleitoral, é fundamental que exista o máximo de respeito à liberdade de expressão e de imprensa. A OAB nunca concordou, e não concorda, com essa decisão de mandar retirar matéria jornalística dos sites, de impedir a divulgação dos fatos. O que deve prevalecer, em qualquer tipo de situação, é a liberdade, em seu estado mais amplo”, afirmou Stábile.

“Esse tipo de decisão pode ser um precedente perigoso. Aliás, é sempre perigoso impedir a imprensa de divulgar qualquer fato, ou crítica, em qualquer situação, inclusive no período eleitoral. Se houver algum questionamento sobre uma reportagem, em que alguém considere que deva haver algum reparo, que isso seja feito através do direito de resposta, e não por meio da censura”, ponderou Stábile.

“Mesmo se for uma reportagem com declarações críticas, contundentes, com eventuais acusações, deve ser permitida a divulgação dos fatos pela imprensa. A outra parte que se defenda, também através da imprensa, ou pelas vias judiciais. Mas não se deve, nunca, pretender o cerceamento do direito à liberdade de imprensa”, disse. O presidente da OAB-MT afirmou que a sociedade precisa ficar alerta contra a censura – que dever ser repudiada em todas as suas formas – e lembrou do sofrimento causado ao país no período da Ditadura Militar. “A censura não pode ser aceita; a censura tem que ser repudiada. O Brasil já sofreu muito com a censura e, hoje, a sociedade deve prestigiar e lutar pela liberdade ampla de expressão e de imprensa. Esse tipo de decisão, contra os sites, é motivo de muita preocupação e a Ordem estará vigilante na defesa das liberdades”, afirmou Cláudio Stábile.

31 de agosto de 2012

Servidores estaduais reclamam que governo depositou só parte do salários. Outros nem receberam

Para variar mais um dia de pagamento dos servidores públicos estaduais com revolta contra o Governo Silval Barbosa. Se nos últimos dois meses a reclamação era quanto ao horário da liberação dos salários, nesta sexta-feira, a critica foi com relação aos proventos recebidos. Muitos servidores reclamaram que parte do salário não foi depositado. Outros, mais revoltados, não escondiam a frustração ao solicitar nos terminais, às 6 horas da manhã, o extrato e ver que nada havia sido depositado.

Como faz todos os meses, a reportagem do Portal de Notícias “24 Horas News”, percorreu várias agências bancárias do Banco do Brasil nas primeiras horas da manhã desta sexta-feira, entre as Avenidas Rubens de Mendonça, Getúlio Vargas e Fernando Correa da Costa para ver se não havia problema no pagamento dos salários dos servidores públicos do estado e da Prefeitura de Cuiabá. A reclamação dos servidores, que desde às 6h da manhã faziam filas nos terminais, foi sempre a mesma: o descaso do governo Silval Barbosa com o pagamento dos salários.

Uma servidora da Secretaria de Educação reclamou que ao pegar o extrato do banco viu que tinha em sua conta apenas parte do salário. “Não estou entendo, eu trabalho em uma escola e só estou recebendo parte de um período de trabalho. A outra parte não foi depositada. Vou ter de perder tempo indo na Seduc para reclamar. Quem vai pagar o custo que terei para ir lá e o horário de trabalho que vou perder?”, indagou.

Pior aconteceu para outros servidores que sequer tinham saldo a receber. “Está zerado. Não depositaram nenhum centavo”, reclamou uma professora que trabalha na região do Coxipó. “Como é você recebeu normal? Não estou entendendo, não tem nenhum centavo na minha conta?”, protestou outra professora, que trabalha em uma escola na região do CPA.

Alegria mesmo só com os servidores da Prefeitura Municipal de Cuiabá. Perguntados pela reportagem todos informaram que o salário havia sido depositado e sem retenção de valores, como aconteceu nesta manhã com os servidores estaduais.

30 de agosto de 2012

VISITAS E MAIS VISITAS, E A VIDA?...,A VIDA VAI PASSANDO!

Esta semana tivemos o prazer de receber em nosso estado a visita do Secretario geral da Fifa Jérôme Valcke e o ex-jogador Ronaldo para ver de perto como andam as obras para a Copa do Mundo em 2014, onde a Capital de Mato Grosso irá receber 3 ou 4 jogos. Valcke ficou contente com o que viu, mais na verdade não viu tudo que deveria, por exemplo as obras do VLT que o Governador diz que está em pleno andamento, ainda não começou, ou seja não saiu do papel e não se sabe se ficará ou não pronta até a Copa. Valcke e Ronaldo visitaram a arena pantanal e ali sim puderam ver um bom andamento das obras. Mais o que diria o mesmo Valcke se visitasse outros setores de nossa capital, certamente iria sair daqui com um enorme carrapato atrás das orelhas, vamos por parte e com algumas perguntas que não querem se calar, como por exemplo:
- Levaria o senhor governador Silval o secretario geral da Fifa ( Valcke), para ver de perto as precariedades das nossa escolas que andam caindo aos pedaços, muitas delas sem merenda e sem professores?
- Levaria o senhor governador Silval o secretario geral da Fifa para ver de perto como andam nossos hospitais no interior e até mesmo na capital, especialmente no pronto socorro, para ver de perto como estão sendo tratados nossos doentes ou morrendo sem um atendimento digno?
3º - Levaria o senhor governador Silval o secretario geral da Fifa para um passeio nas ruas da capital para ver de perto pessoas jogadas nas calçadas, passando fome e morrendo de frio, sem que essa mesmo tenham uma programa do governo para ajuda-las?
4º - Levaria o senhor governador Silval o secretario geral da Fifa para dar um passeio por nossas estradas para ver de perto o descaso com quem as trafega?
5º - Levaria o senhor governador Silval o secretario geral da Fifa paras conversar com os comerciantes locais para ver de perto todo prejuízo que estão causando essas obras?
Certamente senhores leitores, as respostas para essas perguntas seriam dadas pelo governador num só tom. " Ele veio aqui ver as obras e não os problemas do estado". Correto senhor Silval, não deixa de ter razão, mais ainda bem que ele e o Ronaldo vão sair daqui de avião, já pensou se tivessem que sair pelas nossas rodovias, fechadas ora pelos índios, ora pelos caminhoneiros.
Ainda bem que esses prêmios medíocres que foram distribuídos( melhor prêmio seria escolas de qualidade, merenda e professores qualificados), pelo governo e o senhor Valcke aos nossos estudantes tiveram como palco o palácio paiaguás, se fosse em algumas de nossa escolas, certamente o evento seria inviabilizado pela falta de espaço e pela falta de muitas outras coisas.
Ainda bem, que em sua visita ele não passou mau, teve sorte por que o dia estava com uma temperatura amena e bem agradável, mais se fosse o caso de um forte calor e ele tivesse um mau estar, seria prontamente levado para um hospital particular, enquanto o pobre tem que ir mesmo ao Pronto socorro ou nas policlínicas que nunca tem médicos.
Quanto ao VLT o governador já determinou ao secretario Diógenes Curado, que investigue quem está plantando noticias sobre o VLT, querendo desta forma o senhor Silval, intimidar a imprensa, ora senhor Silval, ninguém precisa plantar ou inventar noticia já que ela partiu de dentro do seu governo, por um assessor do vice governador e que afirmou em alta voz e bom tom que houve sim a propina de 80 milhões.
Mais volto a afirmar que para esse governo a imprensa só é boa em época de campanha ou quando escreve o que ele quer, coisa que logo estará sendo confirmado, pois está monopolizando a comunicação no estado com mais de 70 veículos de comunicação ao seu dispor.
Queremos como jornalista e morador dessa capital agradecer a visita ilustre desses homens que vieram ver as obras, digo e repito, eles vieram ver as obras (os problemas ficam para depois da copa), e puderam constatar o bom andamento da Arena Pantanal.
A nós só cabe um grave alerta, cuidado senhor Silval para não deixar que essa copa custe vidas de pessoas trabalhadoras e honestas e que tudo que querem e uma vida digna. Afirmo porém que a Copa de 2014 não está acima dos graves problemas que tem o nosso estado.
Samuel Levy é jornalista em MT
DRT/1500/MT

28 de agosto de 2012

MAIS UMA DO GOVERNO SILVAL...

Grupo de 200 artistas cobra de Silval Barbosa calote de R$ 6 milhões por serviços deixado por João Malheiros

Da Reportagem local - Jonas da Silva

Um grupo de 200 artistas cobrou nesta tarde do governador Silval Barbosa (PMDB) e seus auxiliares o pagamento do calote de programas culturais no valor de cerca de R$ 6 milhões. Parte dos recursos não foram pagos deste o início do ano e outra parcela, menor, de artistas plásticos, não receberam R$ 76 mil que era para ser quitado em maio, segundo o compositor e cantor Guapo. Artistas reclamam que dinheiro de incentivos e isenção fiscal são repassados para o governo e os artistas não são pagos. Pré-candidatos do PR vão se reunir para decidir se vão apoiar Malheiros como vice de Mauro Mendes De acordo com o deputado estadual Emanuel Pinheiro (PR), que participou da reunião, amanhã ou quarta-feira haverá uma posição do governo. Os artistas se reunirão com o secretário de Planejamento, José Botelho Prado, e deverá ser encaminhada solução para a dívida. Artistas reclamam que as ações culturais foram planejados na gestão do ex-secretário de Cultura e atual candidato a vice-prefeito de Mauro Mendes (PSB), João Malheiros (PR). O ator André D´Lucca foi porta-voz dos artistas que cobrou valor, segundo ele, de cerca de R$ 6 milhões relativo ao Programa Intercâmbio Cultural, tocado pela Secretaria de Cultura. O governador deu garantia que o débito será saldado até dia 30. Ele diz que o governador desconhecia a realidade. "Estou sem receber desde o início do ano. Eu expliquei para ele que além de receber, a gente quer respeito. Assim como ele e os outros deputados a gente tem família, tem filhos. A gente trabalhou a gente quer receber", atesta. "A gente quer saber sobre o fundo 104 (da cultura). Ele não sabe o que está acontecendo com o fundo 104. A Rede Cemat repassa a verba e desaparece, e ninguém sabe onde está o dinheiro da fonte 104", denuncia. "Geralmente, parece que depositam R$ 700 mil por mês. Então, acredito que R$ 6 milhões desapareceram e não foram repassados para a classe", explica o ator. "O governador diz desconhecer essa situação de 200 artistas, que deram aula, prestaram serviço e não receberam este ano", reforça. Ele diz que o grupo deve ter uma posição do governo amanhã. Enquanto isso, artistas já vivem dificuldades." Sei que tem gente com aluguel atrasado, luz cortada e não tem dinheiro nem para pegar ônibus. Graças a Deus eu tenho outra fonte de renda, não dependo dessa verba. Mas eu quero receber", cobrou. "O que pedi para o governador é que queremos respeito, a classe artística quer ser respeitada", informa. Ele ainda informou haver outros recursos não pagos que não sabe detalhar.

Pagot depõe na CPMI do Cachoeira

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Cachoeira ouve hoje (28.08) o ex-diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) Luiz Antônio Pagot. Ele disse em diversas entrevistas que está disposto a colaborar com a CPMI.

Pagot assumiu o cargo de diretor-geral do Dnit em 2007 e foi afastado em 2011, após denúncias de irregularidades que forçaram também a saída do então ministro dos Transportes, Alfredo Nascimento, e abriram uma crise política entre o PR e a presidente Dilma Rousseff.

Escutas telefônicas da Polícia Federal revelaram articulações do contraventor Carlinhos Cachoeira contra Pagot, por ter contrariado interesses da construtora Delta. No dia 10 de maio de 2011, segundo gravações da PF, Cachoeira disse ao então representante da Delta no Centro-Oeste, Claudio Abreu, que "plantou" as informações contra Pagot na imprensa. "Enfiei tudo no r... do Pagot", diz Cachoeira na gravação.

Em entrevista à revista Época, Pagot afirma: "Os dissabores que eu provoquei devem ter ocasionado uma animosidade. Fui surpreendido por ter sido afastado através de uma negociata de uma empreiteira com um contraventor. E isso serviu de base para que fosse ditado o meu afastamento. É um verdadeiro descalabro."

Desde que o suposto esquema Cachoeira/Delta veio à tona, Pagot vem denunciando pressões que sofria para ajudar na arrecadação de campanhas eleitorais.

Campanhas do PSDB

Pagot afirma que foi procurado em 2010 para ajudar a fazer caixa dois para campanhas do PSDB (José Serra para presidente e Geraldo Alkmin para governador de São Paulo) e que se recusou a atendê-los.

Ele afirma que recebeu pressões para liberar R$ 264 milhões em aditivos ilegais para a conclusão do trecho sul do Rodoanel, em São Paulo. Segundo ele, em meados de 2009, o então diretor da Dersa, empresa paulista responsável pelas estradas, Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, solicitou uma audiência no Dnit (Paulo Preto vai depor nesta quarta-feira na CPMI).

No encontro, Paulo Preto teria levado assessores, engenheiros e um procurador para tentar convencer Pagot a liberar a quantia. Até então, a obra tinha consumido R$ 3,6 bilhões, sendo R$ 1,2 bilhão em repasses da União. Pagot disse que o governo não devia mais nada à Dersa. Quarenta dias depois, teria havido nova reunião, no Palácio dos Bandeirantes, na qual tentaram recolher sua assinatura num Termo de Ajuste de Conduta (TAC), apresentado pelo Ministério Público Federal. "A partir daí começaram as pressões", disse Pagot à IstoÉ. Ele disse ter sido liberado de assinar o TAC pela Advocacia-Geral da União (AGU).

Campanha do PT

Pagot afirmou à IstoÉ ter recebido do tesoureiro da campanha do PT, deputado José De Filippi (SP), em 2010, um pedido para arrecadar recursos junto a empreiteiras. "Cada uma doou o que quis. Algumas enviavam cópia do boleto para mim e eu remetia para o Filippi. Outras diziam 'depositamos'", afirmou. As doações, no entanto, teriam sido feitas dentro da lei, de acordo com o ex-diretor do Dnit.

Pagot forneceu à revista detalhes dos encontros com o tesoureiro do PT, José De Filippi. Ele disse que, em meados de 2010, foi chamado ao QG petista, no Lago Sul, onde foi apresentado a Filippi, que lhe pediu ajuda para pedir contribuições às empreiteiras. Dias depois, os dois teriam se reunido no Dnit, onde Pagot lhe apresentou uma lista com cerca de 40 empreiteiras médias e grandes que tinham contratos com o órgão.

Ao analisar a prestação de contas da campanha petista, Pagot identifica ao menos 15 empresas que abasteceram a campanha do PT a pedido seu.

Ouvido pela IstoÉ, Filippi negou as informações . "A conversa tratou da proposta de Pagot de a campanha receber três aviões do empresário Blairo Maggi", disse Filippi, que negou ter recebido boletos de depósitos. "Num segundo encontro, depois da eleição de Dilma, ficou acertado que Pagot buscaria recursos para saldar dívidas da campanha eleitoral", admitiu Filippi, segundo a revista.

Outro depoimento

Também está marcado para hoje o depoimento do empresário paulista Adir Assad, dono das empresas JSM Terraplanagem e SP Terraplanagem, entre outras, que teriam recebido aproximadamente R$ 48 milhões da Delta Construções para pagar propinas e financiar campanhas, segundo a Polícia Federal. Ele obteve habeas corpus no Supremo Tribunal Federal para permanecer em silêncio.

22 de agosto de 2012

LOBOS EM FORMA DE CORDEIROS

Mauro Mendes: Foi para a feira e comeu pastel no meio do povo e pela foto ele estava com uma fome terrível ou foi o fato de nunca ter parado numa barraca de pastel para comer um de carne, queijo ou de palmito. Mais o fato é que ao comer esse pastel, que ele deve ter vomitado depois, ele queria passar a imagem de humilde e bom moço, coisa que nós sabemos que ele não é.
Carlos Brito depois de passar pelo governo como um péssimo secretário de segurança, acabando com diversas unidades dos SISCS, se deslocou para a SECOPA onde arrumou uma encrenca com o Eder e foi demitido, atualmente ele se encontrava na SECOM da prefeitura e com o nariz empinado, se candidatou a prefeito, sem proposta, sem recursos, mesmo por que ele só aceita trabalho voluntário ( me engana que eu gosto), será que tem futuro, e Cuiabá merece isso? Acho que não.
Maluf: Só o nome já diz tudo, não trás boas recordações, como secretario de saúde ele ajudou a transformar o Pronto Socorro num museu de horrores, com gente espalhada pelo chão e sem atendimento. Sem contar que o moço é da turma do ex-prefeito Wilson Santos, nossa meu computador demorou um século para ler esse nome, mais não é pelo fato do computador ser ruim, é ele, o ex,ex,ex,ex e mais um ex WS que é ruim por demais. Esse também deu uma de bonsinho e andou de bicicleta e até andou de ônibus para ver a situação do transporte. Mais por que andar de ônibus só em época de eleições, por que não andou antes, eu digo por que, trata-se de pura demagogia e um falso humilde, Cuiabá...Cuiabá...Cuidado Cuiabá.
Procurador Mauro: Esse é competente, só sabe competir, ganhar que é bom nada e não da a mínima para a imprensa e só responde entrevistas por E-mail, na certa vai querer administrar Cuiabá por E meio.
No ramo de vereadores tem um bando enorme de gente querendo se apossar da casa dos horrores, querendo sentar numa cadeira de vereador para ficar mais tempo sem fazer nada. Gente que chegou em Cuiabá a pouco tempo e já querem ser vereador outros por que tem aparentes importantes no meio politico, já acham, mais só acham que tem competência, capacidade e sabedoria para legislar, mais mesmo antes de se elegerem já mostram que não tem palavra, não tem compromisso com a verdade e não cumprem de noite aquilo que prometeram de manhã.
É preciso que os eleitores pensem e repensem com carinho, pois sua escolha irá durar 4 anos e serão 4 anos de bons ou maus trabalhos. A Responsabilidade de tudo que esses novos candidatos irão fazer será de cada voto recebido. é bom lembrar disso, para não passar 4 anos chorando e reclamando dos erros que eles cometerem, na verdade os erros não serão deles e sim de quem os elegeu. de quem deu seu voto de confiança, e o futuro? O futuro a Deus pertence.

20 de agosto de 2012

MAIS UM ESCANDALO NO GOVERNO DE MATO GROSSO - ASSESSOR DENÚNCIA ESQUEMA NA AGECOPA

Constrangido, Governo quer ganhar tempo e achar solução
Muitos não entenderam o porquê do "assessor-problema" não ter sido demitido
O governador Silval Barbosa (PMDB) e seu vice Chico Daltro (PSD) ainda não definiram, de modo efetivo, quais estratégias irão adotar para contornar mais um princípio de crise (e forte constragimento) relacionado à implantação do sistema VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) em Cuiabá.
Apenas um dia depois do alívio gerado pela decisão do juiz federal Julier Sebastião da Silva em revogar, na quinta-feria (16), a liminar que suspendeu o contrato e as obras do novo modal de transporte público, o site UOL, o maior do país e ligado à Folha de S.Paulo, publicou a reportagem dando conta de supostas maracutaias no processo licitatório do VLT.
A "cereja no bolo" da nova crise foi a declaração de que teria havido pagamento de propina ao governo, na ordem de R$ 80 milhões, pelo grupo vencedor do processo licitatorio, formado pelas empresa Santa Bárbara Engenharia, CR Almeida, CAF Brasil Indústria e Comércio, Magna Engenharia Ltda, Astep Engenharia Ltda.
"Muita gente não entendeu, por exemplo, o porquê do assessor (também conhecido como exímio lobista) não ter sido demitido sumariamente" Até o momento, ao que parece, o governo se sentiu acuado, ou preferiu tentar ganhar tempo para dimensionar a gravidade do episódio para, depois, definir qual rumo efetivamente tomar, a partir da próxima segunda-feira (20).
No epicentro da mais nova confusão, uma figura considerada até misteriosa, que atende pelo nome de Rowles Magalhães Pereira da Silva, plantado - não se sabe exatamente por quem, e com quais interesses - como "assessor especial" da vice-governadoria.
Rowles, que atuava no mercado financeiro, teria sido apresentado ao primeiro-escalão do governo por um renomado dono de factoring em Cuiabá, com estreita ligação com o Daltro.
Assim que se sentiu confortável em seu novo círculo, ele intermediou a doação de um estudo sobre o VLT, feito pela estatal portuguesa Ferconsult e bancado pelo Infinity. Desde então, tornou-se figurinha carimbada nos círculos relacionados aos assuntos do VLT. Ele acompanhou com desenvoltura, por exemplo, a comitiva oficial do governo durante a viagem à Portugal, para conhecimento do sistema em funcionamento.
Recentemente, ele acompanhou Daltro a uma viagem a Londres, que objetivou novos contatos com investidores financeiros.
Com a deflagração da crise, na sexta (17), muita gente não entendeu, por exemplo, o porquê do assessor (também conhecido como exímio lobista) não ter sido demitido sumariamente.
Sabe-se, nos bastidores, que Rowles já estaria sendo monitorado há algum tempo, pelo serviço de inteligência do Palácio Paiaguás, pois sobre ele recaíam suspeitas de estar gravando interlocutores os mais diversos. Um dos que teriam sido "grampeados" é o secretário Maurício Guimarães, da Secopa.
"Homem-bomba"
Apesar do constrangimento e das implicações políticas que o governo terá que enfrentar - como ser alvo de mais uma investigação do Ministério Público (o que, por si só, já é um desgaste e um enorme contratempo) e do desgaste perante a opinião pública -, interlocutores disseram à reportagem que Silval Barbosa considera que o caso esteja sob controle.
Nesse sentido, setores do Palácio Paiaguás apostam em uma saída diplomática, em que Rowles (já apelidado de "homem-bomba") se demitiria e, na melhor das hipóteses, viesse a público explicar suas declarações ao UOL e, quem sabe, desdizê-las.
Um fonte disse à reportagem que aposta na possibilidade de o "assessor-problema" ter sido contrariado em seus interesses, optando por blefar e tentar obter vantagens, ao final do processo. Outros, porém, já afirmam que ele saberia muito sobre os porões do Paiaguás, possuindo informações comprometedoras que, dependendo da dinâmica do caso, poderiam vir à tona.
Diante de tantas especulações e dúvidas, uma coisa é certa: o governador Silval Barbosa e seu vice Chico Daltro precisam vir a público, com a máxima urgência, explicar melhor à sociedade por quais razões uma figura "alienígena" como Rowles se entranhou tanto, e tão rapidamente, no principal núcleo do poder de Mato Grosso.