O presidente da Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM), prefeito de Acorizal Meraldo Figueiredo (PR), afirmou que já começou a "enxugar" a folha de pagamento da entidade e fazer algumas alterações no quadro de funcionários.
O republicano garantiu também que não vai aceitar que a AMM se torne um "banco de empregos". "Eu não vou aceitar indicações políticas para os cargos, a não ser que sejam exclusivamente técnicas", pontuou.
A "recomendação" para que a entidade passasse por uma reformulação foi do presidente da Assembleia, deputado José Riva (PP), ainda durante a posse de Meraldo, realizada em 14 de fevereiro. Riva pediu para que o novo presidente reduzisse ao máximo a quantidade de funcionários e que, com a verba que sobraria do pagamento dos salários, contratasse o maior número possível de engenheiros. A medida seria para auxiliar os prefeitos na realização de projetos para as cidades.
A AMM tem um orçamento de aproximadamente R$ 8 milhões por ano. A verba provém dos repasses feitos pelas prefeituras filiadas. Como o valor de cada contribuição é calculado sobre um percentual da arrecadação do ICMS de cada município, o recurso que a associação detém em caixa varia. Quando o ex-presidente da entidade, prefeito de Jauru Pedro Ferreira (PP), deixou o cargo, a AMM contava com 190 funcionários e a folha correspondia a cerca de R$ 270 mil. 9 de março de 2011
MERALDO ENXUGA FOLHA E DIZ QUE NÃO ACEITARÁ INDICAÇÕES POLITICAS
O presidente da Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM), prefeito de Acorizal Meraldo Figueiredo (PR), afirmou que já começou a "enxugar" a folha de pagamento da entidade e fazer algumas alterações no quadro de funcionários.
O republicano garantiu também que não vai aceitar que a AMM se torne um "banco de empregos". "Eu não vou aceitar indicações políticas para os cargos, a não ser que sejam exclusivamente técnicas", pontuou.
A "recomendação" para que a entidade passasse por uma reformulação foi do presidente da Assembleia, deputado José Riva (PP), ainda durante a posse de Meraldo, realizada em 14 de fevereiro. Riva pediu para que o novo presidente reduzisse ao máximo a quantidade de funcionários e que, com a verba que sobraria do pagamento dos salários, contratasse o maior número possível de engenheiros. A medida seria para auxiliar os prefeitos na realização de projetos para as cidades.
A AMM tem um orçamento de aproximadamente R$ 8 milhões por ano. A verba provém dos repasses feitos pelas prefeituras filiadas. Como o valor de cada contribuição é calculado sobre um percentual da arrecadação do ICMS de cada município, o recurso que a associação detém em caixa varia. Quando o ex-presidente da entidade, prefeito de Jauru Pedro Ferreira (PP), deixou o cargo, a AMM contava com 190 funcionários e a folha correspondia a cerca de R$ 270 mil.
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